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domingo, 13 de maio de 2018

Saúde e os seus porquês


Saúde e os seus porquês


Comer antes de dormir engorda?

O ganho de peso não se dá com o ato de comer antes de dormir, mas com a quantidade de calorias ingeridas durante o dia. Se você consumiu o total de calorias para manter o seu peso, então pode acabar ganhando peso ao comer antes de deitar-se. Porém, ir para a cama com fome por ter comido poucas calorias durante o dia aumenta o tempo em que seu corpo ficará em jejum e desacelera o metabolismo, evitando a perda de peso. A melhor opção é fazer pequenas refeições em intervalos de 3 horas ao longo do dia, o que manterá o metabolismo preparado para a queima de gordura.
Quem responde: Alex Leite, coordenador da equipe de Endocrinologia do Hospital São Luiz

Dormir de barriga para cima pode fazer mal à coluna?

Não, desde que o travesseiro se amolde ao formato do pescoço, não sendo muito baixo nem muito alto. É necessário colocar um apoio embaixo dos joelhos, favorecendo assim um bom posicionamento da coluna. Lembre-se que dormir de barriga para cima, sem um apoio nos joelhos, e de barriga para baixo são contraindicados, pois essas posições aumentam a curvatura da coluna lombar e podem gerar dor. Dormir de lado é o mais indicado. Nessa posição, o travesseiro preenche o espaço entre a cabeça e o ombro, e indica-se um travesseiro entre os joelhos.
Quem responde: Patricia Andrade Batista, especialista em Fisioterapia na Saúde da Mulher pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

Por que as mulheres têm cólica menstrual?

É importante ressaltar que nem toda dor abdominal é ginecológica, pode ser intestinal, por exemplo. No que diz respeito à cólica menstrual, ela depende de alguns fatores: fisiológicos - como a posição do útero e a propensão genética - e patológicos - como pólipos (carne esponjosa), inflamações e feridas no colo do útero. De forma geral, a alimentação é o ponto chave: evitar frutas ácidas e condimentos e consumir fibras é aconselhável. Outro ponto é tentar evitar emoções de alto teor de estresse e se aquecer, pois o frio contrai a musculatura e piora a sensação incômoda da cólica.
Quem responde: Albino Cardoso Pereira Neto, especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Universidade Federal do Pará

Como diferenciar as angústias diárias da depressão clínica?

Na realidade, não se sabe até hoje o que causa a depressão - cada caso é um caso. O problema é que muitos pacientes chegam ao consultório médico já com o diagnóstico pronto: acreditam que sabem o que têm e alguns até já indicam qual remédio querem tomar. Para um diagnóstico preciso, é fundamental consultar um psiquiatra e ver se é o caso de acompanhamento psicológico ou de tratamento medicamentoso. É importante lembrar que tudo isso não vai "curar" o indivíduo, mas auxiliar no controle de crises e sintomas depressivos - já que a depressão é uma combinação de fatores físicos e mentais.
Quem responde: Ivan Morão, chefe da Psiquiatria do Hospital São Luiz

Fonte: Revista Viva Saúde - por Ive Andrade

Quem se movimenta é muito mais feliz

Quem se movimenta é muito mais feliz


Quem se movimenta é muito mais feliz. A liberação de substâncias químicas durante a atividade física ajuda a reduzir o estresse e aliviar a ansiedade

Seis horas da manhã. O despertador toca e você tem vontade de arremessá-lo pela janela. Ou, então, de virar para o lado e continuar a dormir. Mas, após alguns minutos de relutância, resolve se levantar da cama e fazer a sua caminhada matinal. "A parte mais difícil do exercício físico é sempre começar. Depois que começa, ninguém mais quer parar", constata o professor de Educação Física Nuno Cobra, preparador físico, entre outros, de Rubens Barrichello.

Mas ninguém precisa ser piloto de Fórmula 1 para saber que a prática regular de exercício físico traz benefícios para a saúde. Combate a obesidade, alivia o estresse, aumenta a resistência, melhora o humor, fortalece os ossos... Melhora o humor? Mas como? "A prática de exercícios físicos aumenta o nível de neurotransmissores, como a noradrenalina, a serotonina e a dopamina, que produzem uma sensação de relaxamento e bem-estar no indivíduo", explica o neurofisiologista Ricardo Mario Arida, da Unifesp.

Segundo os médicos, assim que o indivíduo começa a praticar um exercício físico, o sistema nervoso central já libera, na corrente sanguínea, substâncias que ajudam a acabar com o mau humor de qualquer um. A certa altura, essa produção atinge um determinado patamar, que torna a sensação de relaxamento e bem-estar perceptível. O melhor de tudo é que essa sensação prazerosa tende a permanecer mesmo depois de terminado o exercício.

Abaixo a depressão!

Um detalhe curioso, segundo o cardiologista José Kawazoe Lazzoli, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME), é que a serotonina, uma das substâncias produzidas pelo sistema nervoso, "faz parte do mecanismo de ação de diversos medicamentos antidepressivos". "A falta desse neurotransmissor é uma das principais causas da depressão", completa o biomédico Maurício de Mello Martinho, do Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício (CEFE).

Por essa razão, a prática regular de exercícios físicos - pelo menos 30 minutos por dia, cinco dias por semana - costuma ser indicada para portadores de ansiedade e depressão. "A prática regular de exercícios físicos está associada à melhora de diversas funções cognitivas, como memória e raciocínio, além de atuar também como um excelente ansiolítico e antidepressivo", observa o cardiologista José Lazzoli.

Mas, para os exercícios físicos surtirem o efeito desejado em pacientes ansiosos ou deprimidos, a série não pode ser das mais puxadas. "O recomendável é que o exercício seja difícil, mas não impossível de ser executado. Você nunca vai tirar um indivíduo da depressão se propuser uma série que ele jamais conseguirá cumprir. Em vez de melhorar a situação, você vai agravar o quadro depressivo do paciente", pondera Nuno Cobra.

Efeito anestésico

Das muitas substâncias produzidas pelo corpo durante os exercícios físicos, uma chama a atenção em especial: a endorfina. Ao contrário das demais, ela promove alívio das dores após uma determinada carga de exercícios. Não por acaso, a palavra é uma junção de "endo" e "morfina". Ou seja, a endorfina costuma ser descrita, por alguns especialistas, como uma espécie de "analgésico natural" já presente no corpo humano.

Mas não são todos os exercícios físicos que provocam no indivíduo aquela indescritível sensação de relaxamento e bem-estar. "Os predominantemente aeróbicos são os mais eficientes nesses casos", assegura o fisiologista Raul Santo de Oliveira, também da Unifesp. Entre os "predominantemente aeróbicos", ele cita três mais comuns: caminhada, corrida e natação. Mas enfatiza: "O melhor esporte que existe é aquele que o indivíduo pratica por prazer."

Por isso mesmo, nada de obrigar um sujeito que gosta de canoagem a fazer judô. Ou que adora tênis a praticar hipismo. "Algumas pessoas preferem esportes individuais. Outras, coletivos. Alguns, esportes terrestres. Outros, aquáticos. O segredo é adequar as exigências (físicas e psíquicas) do esporte ao nível das capacidades (físicas e psicológicas) do atleta", ensina Renato Miranda, especialista em Psicologia do Esporte pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). "Por fim, para saber se um esporte terá consequências positivas no humor de um indivíduo, basta seguir o provérbio: 'identifique-se com tudo o que você ama e preencha com isso a sua vida'", diz.

O "humorômetro" da atividade física

Para aproveitar da melhora no humor, não é preciso ficar horas a fio na academia. Veja quais atividades cotidianas já garantem o máximo de satisfação e bem-estar.

● Fazer compras no supermercado
● Praticar jardinagem
● Levar o cachorro para passear
● Descer e subir as escadas do prédio, em dias de chuva
● Caminhar pelo shopping em ritmo acelerado
● Fazer bicicleta ergométrica em casa
● Matricular-se em curso de dança de salão
● Caminhar na praça próxima de casa e fazer novas amizades
● Jogar futebol com os amigos
● Passear de bicicleta com a família

5 dicas para melhorar a forma física

1. Mais importante do que escolher o exercício certo é praticá-lo na intensidade adequada. Exercício físico em excesso pode ser tão (ou mais) prejudicial à saúde quanto a falta dele.
2. Procure começar bem devagar e vá aumentando, gradualmente, o seu nível de esforço. Exercite-se até ficar ligeiramente ofegante, mas, em hipótese nenhuma, completamente sem fôlego.
3. Tente classificar a intensidade de seu exercício físico numa escala de zero a dez. Nela, o zero será atribuído ao repouso e o dez, à exaustão. O ideal é que a sua intensidade fique entre seis e sete.
4. Aumente em cerca de 10% o tempo ou a distância que você percorre por semana. Caso sinta desconforto, reconsidere a primeira meta estipulada até melhorar a sua resistência física.
5. Para aumentar o seu rendimento, procure praticar mais de um tipo de exercício físico. Variar entre modalidades esportivas melhora os resultados tanto anatômicos quanto fisiológicos.

Fonte: Revista Viva Saúde - Por André Bernardo

Por que só os humanos falam?

Por que só os humanos falam?


A fala é uma característica única do ser humano. Nenhum outro animal possui a capacidade de conversar através do uso de palavras, ordenadas em frases, com diferentes entonações. A comunicação humana é a mais rica e complexa entre todas as outras formas de comunicação do Reino Animal, possuindo um número infinito de combinações entre sons e palavras. Se depender da diversidade da nossa linguagem falada, ficaremos cada vez mais tagarelas!

Os outros animais também se comunicam, mas de forma mais simplificada: emitem um número bem menor de combinações de diferentes sons e não possuem a capacidade de comunicação através de palavras, de frases etc. Eles se comunicam, isso é um fato, mas não através de uma linguagem tão complexa como a humana - na verdade, são duas coisas que nem podem ser comparadas.

Por que será que apenas nós, humanos, conseguimos falar? O que temos de tão diferente?

Os responsáveis pela fala

Ainda não se sabe quando foi que o homem começou a falar, mas algumas respostas sobre por que o homem fala já são conhecidas. Características da estrutura anatômica do corpo humano estão envolvidas na formação da fala, como, por exemplo:
- Postura ereta do corpo;
- Formação de um ângulo de 90o entre a faringe e a boca;
- Aumento do comprimento da faringe;
- Posicionamento posterior da língua.

Além dessas características anatômicas, o aumento do tamanho do cérebro, juntamente com o aumento da sua complexidade, também estão envolvidos no desenvolvimento da nossa linguagem falada.

A formação de frases complexas não é observada nem mesmo em animais que passaram por longos anos de treinamento com cientistas para aprender a falar.
Características exclusivas do homem estão relacionadas à produção de som pelas cordas vocais. Para entender melhor como elas interferem na capacidade de falar, é necessário entender, primeiramente, o que são as cordas vocais e como elas produzem os sons.

A produção do som

Todo som é produzido por vibrações sonoras. Portanto, a fala, que nada mais é do que um conjunto de ondas sonoras, também é produzida por vibrações. No interior da laringe, encontramos um tecido que forma duas pregas musculares, chamadas de cordas vocais. É a vibração desse tecido que produzirá as ondas sonoras, que, em conjunto, formarão as palavras e os outros sons que produzimos quando estamos falando.

Quando falamos, as duas cordas vocais se aproximam, e o ar expirado passa por esse espaço estreito entre as cordas, fazendo-as vibrar. Essa vibração gera um som que pode variar de intensidade e de duração, de acordo com a quantidade de ar que passa pelas cordas.

O que determina a produção de diferentes sons e, consequentemente, de palavras não é a quantidade de ar expirado, mas a passagem das ondas sonoras pela cavidade bucal e pela faringe. Essas estruturas formam uma espécie de tubo, onde as ondas sonoras serão modificadas e combinadas, gerando diferentes palavras.

Alguns animais, como gatos e cachorros, também possuem cordas vocais, mas não conseguem falar, pois não possuem nem a especialização cerebral, nem as características apropriadas na faringe e na boca.

Papagaio: um imitador barato

Devido a características anatômicas especiais e a uma memória muito boa, os papagaios conseguem reproduzir palavras.

A convivência em cativeiro com seres humanos faz com que essas aves aprendam e memorizem algumas palavras. Após esse "aprendizado", são capazes apenas de repetir as palavras, mas sem entender o que significam ou produzir frases originais a partir delas.

Fonte: UOL

8 maneiras surpreendentes (e eficazes) de emagrecer...

8 maneiras surpreendentes (e eficazes) de emagrecer


8 maneiras surpreendentes (e eficazes) de emagrecer

Balancear a alimentação e se exercitar são, sem sombra de dúvida, os dois hábitos que mais murcham pneus. Mas há outras estratégias capazes de dar aquele empurrãozinho que faltava rumo à cintura dos sonhos — ou de, pelo menos, ajudar a garantir uma regularidade na academia e um cardápio bem equilibrado.

1. Inclua alimentos cheios de água no cardápio
É impressionante como certas verduras e frutas comportam tanto líquido em sua composição. Igualmente incríveis são seus talentos para matar a fome. E um fato tem muito a ver com o outro. "Alimentos assim têm baixa densidade energética, ou seja, aumentam o volume da dieta sem acrescentar calorias", esclarece Beatriz Botéquio, nutricionista da Equilibrium Consultoria, em São Paulo. Um belo jeito de aproveitar ao máximo vegetais como os ilustrados ao lado é adicioná-los a receitas originalmente mais engordativas. Uma quiche de abobrinha, por exemplo, não faz as medidas aumentarem por si só. Já outra recheada com bacon...

2. Complemente a dieta com temperos picantes e alimentos roxos
O repolho roxo ajuda a diminuir a circunferência abdominal só pelo fato de conter poucas calorias. Entretanto, não subestime seu pigmento: de acordo com alguns achados científicos, ele aumentaria a queima de gorduras dentro dos adipócitos, células que as armazenam. Para deixar o menu mais magro, colorido e saboroso, aposte nas pimentas. "Elas possuem capsaicina, que estimula a produção de hormônios contribuintes ao controle do apetite", aponta Beatriz. A tal substância também induz a um aumento suave da temperatura corporal. Isso, por sua vez, eleva momentaneamente o gasto calórico.

3. Acerte a frequência dos exercícios físicos
Recomendam-se pelo menos 150 minutos de atividades aeróbicas por semana. Mas a dúvida sempre paira em como preencher esse tempo. E não estamos falando da modalidade esportiva a ser escolhida. Na realidade, dois aspectos a serem considerados para quem pretende vencer a briga contra a balança são a intensidade e a maneira como a ralação, seja ela qual for, é distribuída no calendário. Afinal, um desbalanço em um desses quesitos pode ser precursor de lesões. E essas, por sua vez, aumentam consideravelmente o número de sedentários. "As rotinas devem variar de acordo com a preparação de cada um", pontua Rodrigo Siqueira Reis, educador físico da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). "Quem está começando precisa evitar exageros nas sessões. Já os mais adaptados necessitam estimular o corpo com variações", exemplifica.

4. Leve o cachorro pra passear
O animal pode ser o maior aliado contra a preguiça. Em um trabalho da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, foi constatado que quase 60% dos donos de cães se exercitam o mínimo necessário. Só um terço dos que não possuíam pet ultrapassava esse limiar. Em média, os primeiros suavam até 30 minutos a mais a cada sete dias.

Quarteirão menor
Números preliminares de uma pesquisa da PUC-PR ainda não publicada mostram que morar em locais com quadras pequenas eleva a chance de se manter ativo. A pessoa enxerga a próxima esquina e se sente motivada a continuar caminhando.

5. Estabeleça um padrão de sono
"Hoje, muitos indivíduos dormem pouco por opção e, com isso, correm risco de engordar", lamenta a neurofisiologista Stella Tavares, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Para assegurar um mínimo de horas entregues ao travesseiro, acerte o despertador de manhã e também à noite. Quando um imprevisto que altere sua programação surgir, tente ao menos respeitar o momento de ir deitar ou o de acordar. Isso impede a aparição de um círculo vicioso nada bom ao sono — e, logo, à barriga.

6. Tome sol
A vitamina D, cuja principal fonte são os raios ultravioleta, vem conquistando mais e mais respeito do mundo científico (descubra tudo sobre ela na reportagem da página 24). E um dos motivos para isso está em seu efeito emagrecedor. O assunto ainda é polêmico, porém acredita-se que ela seja benéfica também nesse quesito por auxiliar o trabalho do cálcio, nutriente com potencial para esvaziar os adipócitos, células que armazenam a gordura do corpo. "A vitamina D participa do transporte do mineral pelo corpo", informa o endocrinologista Walmir Coutinho, da Abeso. Braços e pernas expostos ao sol por 15 minutos, entre as 10 e as 15 horas, geralmente dão conta do recado.

7. Respire devagar
Se há um problema na cabeça que repercute na pança, esse é chamado de estresse crônico. Primeiro porque tamanha inquietação às vezes culmina em compulsões alimentares. "Nesse estado, também sobem os níveis de cortisol, hormônio que ajuda a estocar gordura no organismo", salienta Alessandra Rascovski, endocrinologista da Sbem. Sorte que, segundo estudo feito em diversas universidades brasileiras, há um jeito bastante simples de driblar o aborrecimento sem fim: respirar profunda e lentamente. A concentração nessa tarefa por si só já diminui a irritação. E, se exercitada diariamente, ela serve até como método preventivo.

Usar e abusar do diafragma — abrindo completamente os pulmões — por 15 minutos traz o oxigênio e a calma necessários para superar as pedras que aparecem pelo caminho sem reflexos gordurosos na cintura.

8. Compre comida com dinheiro vivo!
O americano Brian Wansink, especialista em psicologia alimentar e autor do livro Por Que Comemos Tanto (Editora Campus), conduziu um experimento para analisar as compras de adultos em mercearias. Por incrível que pareça, os voluntários observados que acertaram as contas com notas ou moedas geralmente optavam por alimentos mais saudáveis quando comparados a sujeitos que sacavam mão do cartão. "O dinheiro torna a compra mais real. A gente gasta naquele momento, e não depois ou virtualmente. É como se pensássemos mais na decisão que estamos tomando", analisa Wansink. E, como o projeto Emagrece, Brasil quer destacar, não há nada mais eficiente contra a obesidade do que a reflexão.

A próxima geração

Diferentemente de tempos atrás, boa parcela dos jovens brasileiros entre 10 e 19 anos já padece com o excesso de gordura

85% Não praticam atividade física regularmente
46% Comem salgadinhos industrializados além da conta
69% Consomem poucas frutas
26% Excedem-se na ingestão de refrigerantes

Os pequenos
O sedentarismo e a alimentação inadequada vêm inflando a silhueta dos garotos de 5 a 9 anos ao longo das últimas décadas.

Os adultos
A população obesa brasileira vem crescendo de maneira firme. E, se nada for feito, alcançaremos as mesmas estatísticas de obesidade dos Estados Unidos em menos de dez anos.

Fonte: Revista Viva Saúde - por THEO RUPRECHT I

Por que temos mais dificuldade de em aprender com a idade?

Por que temos mais dificuldade de em aprender com a idade?


Com o passar dos anos, a capacidade de aprendizagem vai diminuindo, aponta estudo publicado no Journal of Neuroscience. Segundo a pesquisa, realizada pela Escola de Medicina Mount Sinai, nos Estados Unidos, entre as pessoas maduras os neurônios do córtex pré-frontal, parte do cérebro vinculada à aprendizagem, perdem a capacidade de formar novas conexões por causa do estresse acumulado.

John Morrison, autor da pesquisa, diz que já era esperada uma alteração na atividade neuronal, mas a perda de plasticidade no contexto da experiência vital tem envolvimentos profundos para o deterioro cognitivo relacionado com a idade. Os autores esclarecem que nem tudo se perde com a idade, a experiência permanece e a maioria das conexões são muito estáveis.

Fonte: Blog da Saúde

O destino do lixo reciclável ...

O destino do lixo reciclável


Cada tipo de material requer um processo diferente de reciclagem. Confira!

Você sabe para onde vai o lixo reciclado? Algumas cidades possuem caminhões que só recolhem material para este fim. Isso poupa o seu trabalho e, de quebra, dá um destino adequado aos entulhos. Caso o seu município não tenha esse tipo de coleta, vale pesquisar sobre os Pontos de Entrega Voluntária (PEV). Em São Paulo, por exemplo, há 41 ecopontos espalhados pela cidade. E esse número só tende a crescer. Segundo o diretor de coleta seletiva da Prefeitura, Valdecir Papazissis, a meta é instalar os pontos em todos os distritos da capital até o fim de 2012.

A cidade possui ainda quase 4 mil PEVs em supermercados, farmácias, bancos e outros estabelecimentos. Mas atenção: antes de descartar os materiais nesses locais ou entregá-los aos caminhões específicos, é importante que você já tenha feito a triagem em casa, separando os lixos de acordo com os tipos: alumínio, plástico, vidro, lixo orgânico, remédios e outros. De lá, eles serão levados a depósitos específicos para que recebam tratamentos corretos.

Plástico
O material é separado de acordo com a cor e o tipo e, em seguida, é moído e triturado. Depois, ele é encaminhado à própria indústria do setor, que o reutiliza. Geralmente, essas empresas pagam um preço relativamente bom pelo plástico reciclado, o que barateia os custos.

Essa prática reflete no bolso dos consumidores, que passam a pagar mais barato por determinados produtos. “O plástico reciclado pode ser utilizado, por exemplo, para fazer embalagens e garrafas de refrigerante”, explica o ecologista e consultor das Organizações das Nações Unidas (ONU) Sabetai Calderoni.
Só em São Paulo há 41 ecopontos espalhados pela cidade prontos para receber os entulhos e destiná-los à reciclagem

Remédios
Os itens devem ser levados a postos de saúde ou farmácias, que possuem caixas específicas de coleta seletiva. De lá, materiais como algodão, gaze, seringas e agulhas são encaminhados a uma usina de tratamento, onde são primeiramente descontaminados e, em seguida, conduzidos a aterros. Remédios vencidos são incinerados em usinas preparadas para realizar esse tipo de procedimento. Vale um alerta: se esses materiais forem jogados no lixo, podem contaminar o solo e a água.

Eletrônicos
Em média, os brasileiros trocam de computador a cada três anos. As televisões de tubo estão sendo substituídas rapidamente por modelos em LCD. Já os antigos videocassetes foram esquecidos em algum lugar da garagem. O que ninguém sabe é que todos esses eletrônicos podem e devem ser reciclados. Em dezembro do ano passado, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto da Política de Resíduos Sólidos que incentiva o consumidor a levar os aparelhos antigos nas lojas onde comprou e, então, o lojista será responsável por encaminhá-los ao fabricante, que por sua vez irá desmontá-los. As peças plásticas e de metal, por exemplo, serão recicladas e reaproveitadas.

Alumínio
Esse é, sem dúvida, o material mais reciclado no Brasil. Estima-se que 96% das latinhas são reaproveitadas pela própria indústria de refrigerantes ou cervejas. O processo é bastante simples: o item é levado a uma usina de reciclagem onde é derretido e, posteriormente, transformado em lingotes (massas de metal). Essas peças voltam para a indústria e viram novas latinhas. E não é só isso. O alumínio reaproveitado serve para fazer esquadrias, portas, janelas ou peças automotivas. “O melhor de tudo é que o material pode ser reciclado infinitamente, e isso é bom tanto para a indústria como para a natureza”, conta o engenheiro Robson Romão, especialista em tecnologias de reciclagem.

Separe o lixo em casa
Coloque quatro lixeiras de cores diferentes em algum canto da casa. Por exemplo: azul (papel), vermelha (plástico), amarela (metal) e verde (vidro). Isso pode servir como estímulo para que todos os moradores da residência colaborem. Quando as latas estiverem cheias, é hora de descartar os itens em lugares apropriados. Vale uma ressalva: garrafas de plástico, vidros, alumínios e latas de óleos devem ser lavados antes de serem descartados, para que não fiquem restos de líquido ou comida dentro. Além disso, materiais como latas rasgadas, vidros quebrados e outros devem ser acondicionados de forma a não ferir quem for manusear o material no centro de reciclagem.

Pilhas
Uma simples pilha demora até 450 anos para se decompor na natureza. Por isso, é mais do que necessário reciclar. Depois de passar por uma triagem, esse material é encaminhado a um laboratório que mói e separa os compostos para a reciclagem. Elementos como mercúrio, zinco e magnésio são purificados por meio de processos químicos, enquanto o níquel volta para a indústria para ser utilizado na fabricação de peças, e o cádmio na confecção de novas pilhas.

Restos de construção
Eles podem ser depositados em caçambas e, assim, levados a uma usina de reciclagem. Lá, o material é separado de acordo com o tipo. É possível obter sobras de madeira, plástico, placas de ferro, vigas de aço, entre outras coisas. “Algumas Prefeituras reutilizam a madeira para a construção de novos pontos de ônibus ou mesmo bancos de praças”, explica Sabetai Calderoni. Os metais voltam para sua própria cadeia produtiva. Já o concreto é triturado e aplicado na fabricação de postes, blocos e tijolos.

Você sabia?
Muita gente ainda não tem o hábito de reciclar. E é por isso que todos os dias são encontrados lixos e móveis velhos em córregos, piscinões ou largados na rua. Essa atitude piora a qualidade de vida da população e prejudica, ainda mais, o meio ambiente.

Lixo orgânico
Cálculos da Organização das Nações Unidas (ONU) informam que 60% de todo o lixo produzido dentro de uma casa é orgânico. É aquele resto de arroz que sobrou na panela, cascas de batatas e ovos, o bagaço da laranja... Isso pode ser reciclado! “O lixo orgânico é submetido a um procedimento de compostagem ou biodigestão e vira adubo natural”, revela Robson Romão. Além dos benefícios ao meio ambiente, a prática traz vantagens econômicas. “Muitos países, como França e Suécia, utilizam o lixo orgânico para a geração de energia elétrica. Para obtê-la, o composto passa por um processo, onde libera metano, um gás que gera luz”, explica o consultor da ONU.

Os frascos de remédios, gazes, seringas, agulhas e algodões também devem ser reciclados corretamente para não contaminarem o solo e a água

Papel
Em um centro de triagem, funcionários removem grampos e clipes que eventualmente estejam grudados nas folhas, para não danificar as máquinas.Ao mesmo tempo, eles eliminam materiais impróprios, como papel parafifinado e sulfurizado (que não podem ser reaproveitados). O resto é triturado, mergulhado na água, peneirado, aquecido a temperaturas elevadas e branqueado. Depois disso, o material é prensado, enrolado e está pronto para voltar à indústria. “A reciclagem do papel é responsável pela geração de centenas de empregos”, arremata Cláudia Luiz Monteiro, diretora de uma cooperativa da zona leste da capital paulista.

Censo orgânico
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o Brasil possui mais de 90 mil produtores orgânicos em atividade. O mesmo levantamento aponta que o País tem uma área total de 4,4 milhões de hectares ocupada por lavoura ou pecuária orgânica. Os números integram o Censo Agropecuário, que questionou os entrevistados sobre a utilização de adubos químicos e orgânicos. A pesquisa colheu dados importantes para que o governo possa desenvolver políticas públicas apropriadas para beneficiar o setor.

Itaipu na luta pelo meio ambiente
Os responsáveis pela Usina de Itaipu, localizada na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, abrem espaço para a população denunciar crimes ambientais, como pesca predatória, incêndios florestais e desmatamento, praticados dentro do território da hidrelétrica. Itaipu está instalada em uma área de 170 mil hectares com cataratas, rios e até mesmo terras cultiváveis; um lugar com uma grande biodiversidade animal e vegetal. Para denunciar, ligue gratuitamente: 0800.645.2002. De segunda a sextafeira, das 8h às 18h.

Biblioteca da natureza
O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) colocou em circulação uma “biblioteca móvel” que visita comunidades carentes da região com o objetivo de estimular crianças, jovens e adultos a cuidar do meio ambiente. A ação é feita por meio de livros que ensinam a importância da reciclagem de lixo e a preservação dos recursos naturais. A ideia é criar mais micro-ônibus para ampliar a iniciativa.

Fim dos carros poluidores
Países europeus propõem acabar com os carros movidos a diesel ou a gasolina até o fim de 2050. O intuito é reduzir a emissão de poluentes na atmosfera. Para isso, esses veículos potencialmente poluidores seriam substituídos por modelos elétricos. Além disso, a malha ferroviária entre as cidades da Europa seria ampliada, o que minimizaria a circulação de transportes mais poluentes. Em terras tupiniquins, uma montadora já realiza testes para a fabricação de carros movidos a energia elétrica.

Selo verde
A Associação Telhado Verde e o Green Building Council assinaram um acordo para popularizar o selo de garantia de sustentabilidade para edifícios. Essa certificação, chamada Leadership in Energy and Evironmental Design, tem reconhecimento internacional e é concedida a construções que utilizam sistemas ecológicos, como captação de água da chuva e tinta não poluente. O selo foi criado em 1998 e já certificou 14 mil empreendimentos no mundo. Só no Brasil são mais de 200 prédios com o selo verde.

Fonte: Revista Vida Natural - Por Rodrigo Gallo

Dez maneiras de mudar os seus hábitos alimentares ....

Dez maneiras de mudar os seus hábitos alimentares


Vida saudável pede hábitos saudáveis. Mas esta tarefa não é nada fácil! Diminuir a quantidade de alimentos, incluir os integrais no cardápio diário e controlar os impulsos de comer guloseimas são atitudes que, apesar de simples, demandam muito esforço e força de vontade. Contudo, existem algumas regras que são viáveis e que trazem resultados para a sua dieta.



1 - Coma em pratos menores. Quanto menor for o espaço disponível, menos comida caberá. Sem contar que você terá vergonha de fazer uma montanha no seu prato.

2 - Evite alimentos que contenham alguma forma de açúcar ou adoçante listada entre os três primeiros ingredientes. Vale lembrar que um rótulo é feito na ordem decrescente da quantidade dos nutrientes.

3 - Evite alimentos que contenham corantes, como aqueles cereais que deixam o nosso leite completamente colorido.

4 - Transforme a sua primeira garfada na mais especial. Depois dela, lembre da sua dieta e volte a economizar em tudo, se for preciso, até no sabor.

5 - Demore uma hora para acabar com o seu almoço, não pela quantidade, mas pela sua saciedade. O cérebro demora cerca de 20 minutos para emitir sinais de saciedade.

6 - Aposte nos pães pretinhos, mas sem exageros. Realmente, os pães mais branquinhos contêm menos fibras e, por isso, não trazem muitos benefícios à saúde.

7 - Uma vez por semana, coma como os japoneses, ou seja, aposte em um cardápio repleto de peixes e algas.

8 - Acredite no ditado: “não compre seu combustível no mesmo lugar onde compra o do seu carro”. Venhamos e convenhamos, as lojas de conveniência não vendem produtos saudáveis!

9 - Transforme a carne vermelha em um prato para ocasiões especiais, assim conseguirá diminuir o seu consumo.

10 - Fique atento aos selos “light” nos produtos. Nem sempre isso é sinônimo de saúde!

Fonte: UOL

11 motivos para correr

11 motivos para correr

Uma das mais democráticas e queridas modalidades de exercícios, a corrida já faz parte da vida de quase 4,5 milhões de brasileiros. Independente da classe social, essa atividade física traz benefícios que vão além do emagrecer: ele combate diversas doenças, como hipertensão e diabetes, além de aumentar a autoestima e o bem-estar.
Contudo, apesar de todas as vantagens, especialistas lembram que antes de iniciar qualquer atividade física é preciso procurar orientação médica para realização de exames.

Confira os onze benefícios que a corrida traz para a saúde:

1. É um exercício democrático;
2. Emagrece;
3. Aumenta a força;
4. Melhora o condicionamento físico;
5. Controla doenças;
6. Controla o diabetes;
7. Previne a osteoporose;
8. Aumenta a sensação de bem-estar;
9. Melhora o humor;
10. Eleva a autoestima;
11. Aumenta o círculo de amizades.

Fonte: Blog Boa Saúde

Hábito da leitura cresce entre crianças e jovens brasileiros....

Hábito da leitura cresce entre crianças e jovens brasileiros


Esperança

As crianças e os adolescentes brasileiros estão lendo mais.O diagnóstico foi revelado durante o 13ª Salão Nacional do Livro Infantil e Juvenil, no Rio de Janeiro.

De acordo com pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), do total de 12 mil títulos novos lançados no país em 2010, cerca de 2,5 mil foram direcionados a crianças e adolescentes.

"A própria produção é uma comprovação de que as nossas crianças e jovens estão lendo mais", disse Ísis Valéria Gomes, diretora da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

Literatura infanto-juvenil

O presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), Ednilson Xavier, disse que a parte destinada à literatura infanto-juvenil já representa cerca de 15% do faturamento das lojas.

Levantamento feito em 455 livrarias de todo país mostra que as vendas do setor cresceram 9,6% em 2010 em relação ao ano anterior, refletindo a expansão da economia nacional. Ele ressaltou que a área infanto-juvenil lidera o ranking em termos de crescimento de vendas no ano passado.

Para Xavier, a tendência é que o hábito da leitura do público infanto-juvenil seja crescente. "Não tenha dúvida. Há, nesse aspecto, a constatação do mercado editorial de que os livros nessa área, a cada ano, se tornam mais atrativos".
A ANL está elaborando pesquisa sobre o livro no orçamento familiar, que será divulgada em agosto, durante a 21ª Convenção Nacional das Livrarias.

Hábito da leitura

Na opinião de Ísis Valéria Gomes, o hábito da leitura é fundamental não só para ampliar o conhecimento mas, inclusive, para a formação da cidadania. "A criança que começa a ler desde pequena segue lendo depois. Não existe postura cidadã sem que você seja um leitor".

Segundo ela, a criança e o jovem brasileiros são penalizados em função do analfabetismo funcional, que exclui as pessoas do conhecimento. "Mas, entre as crianças que leem, a leitura vem aumentando muito. E o consumo [de livros] também, inclusive entre os adolescentes".

Livros eletrônicos

A diretora da FLNIJ observou que o governo federal já desonerou impostos sobre os livros eletrônicos (e-book).

Ela avaliou, porém, que, para que o livro digital chegue às camadas da população de menor poder aquisitivo, são necessárias novas ações, uma vez que esses livros são ainda muito caros, custam cerca de R$ 1,8 mil.

Ela disse, também, que é preciso garantir a qualidade dos textos impressos oferecidos ao público infanto-juvenil. "Isso é alguma coisa que precisa ser vigiada, do ponto de vista de se oferecer coisa boa aos adolescentes e às crianças".

A experiência da Fundação German Sanchez Ruiperez, de Salamanca, na Espanha, foi apresentada durante o encontro nacional de livreiros. A instituição aposta na alfabetização digital para crianças a partir de cinco anos de idade, onde os menores convivem com o aprendizado simultâneo no computador e no livro impresso.

Fonte: Diário da Saúde

Verdades e mentiras sobre a saúde da sua boca?

Verdades e mentiras sobre a saúde da sua boca?


A gente sabe que já ouviu em algum lugar, mas nunca lembra quem falou: tomar mate escurece os dentes, mastigar tampa de caneta estraga a mordida e mascar chiclete previne mau hálito. Mas como discernir o que é mentira e o que é verdade? Para esclarecer algumas dúvidas, o cirurgião dentista Flávio Luposeli lista 15 fatos de cair o queixo.
MENTIRA - Creme dental clareador funciona. Ele faz apenas uma limpeza da superfície, o que dá a falsa impressão de dentes mais claros. No entanto, é preciso ter cuidado com esse tipo de pasta: ela pode ser utilizada como um complemento às técnicas de clareamento para manter o resultado conquistado por seu dentista. Mas podem trazer prejuízos a estrutura do esmalte dos dentes, devido a sua abrasividade.
VERDADE - Palitar os dentes machuca a gengiva. Normalmente, quem tem esse costume não sabe manejar direito o palito e acaba ferindo a gengiva. O acessório só deve ser usado em situações de emergência para remover (sem tocar na gengiva) os resíduos de alimento entre os dentes. Mas pessoas sempre acabam cutucando muito, inserem a ponta de madeiras cada vez mais nos vãos e se machucam. A melhor maneira para a higienização ainda é por meio do fio dental.

MENTIRA - Maçã substitui a escovação. Definitivamente, não! Por ser um alimento fibroso, ela promove certa limpeza, mas não elimina a velha e boa escova de dente. Além disso, a fruta contém açúcar e é bastante ácida, após seu consumo deve-se promover a higienização normal dos dentes com o uso de fio dental e escova dental.

VERDADE - Dente-de-leite em adulto é problema. Por ser pequeno, ele pode não estar em perfeita articulação com os demais e isto pode ocasionar problemas sérios na mastigação. A solução? Arrancar o mesmo e colocar uma prótese no local.

MENTIRA - Mascar chiclete acaba com o mau hálito. Quem já tentou essa artimanha sabe que o sucesso é temporário. Na hora você pode até sentir um alívio pelo aroma que a goma de mascar oferece, mas quando a real causa não é devidamente tratada, odor desagradável volta logo depois.

VERDADE - Usar enxaguante bucal diariamente é essencial. Os produtos que têm um teor alcoólico alto podem ser prejudiciais à mucosa da boca, pois acabam desidratando e deixando-a seca. Por isso a melhor alternativa é os sem álcool, mas o correto é consultar um dentista para saber o produto ideal e a frequência.

MENTIRA – Siso não serve para nada. Se o popular “dente do juízo’ nascer em perfeita ordem, não representa nenhum risco para a saúde bucal e funciona como qualquer outro de seus companheiros. Hoje em dia é muito comum os jovens fazerem tratamento ortodêndico para arrumar a arcada dentária para que o nascimento do siso não atrapalhe a harmonia do sorriso. Em alguns casos, recomenda-se extraí-lo, mas não é regra.

VERDADE – Chupar limão desgasta o dente. A acidez do limão pode corroer o esmalte. Quem tem esse costume- e coloca em prática em média de três a quatro vezes ao dia – pode vir a apresentar desgaste com o passar do tempo. Se você é fã somente da limonada, pode ficar tranquila. Ainda que tome o suco diariamente, dificilmente irá estragar o esmalte. Lembrando que após o consumo, a boca deverá ser higienizada.

MENTIRA – Escova dura limpa melhor. Você já deve até estar com o discurso pronto: quando higieniza os dentes com outro tipo de escova não sente limpar. Além de machucar a gengiva por causa do atrito, as cerdas nada macias – junto à força empregada - representam riscos ao esmalte e aumentam a sensibilidade dos dentes.

VERDADE – Morder caroço faz mal. O risco maior é o de uma fratura do dente.
MENTIRA – Antibiótico deixa o sorriso amarelado. Quando os dentes já estão formados, não há como a ingestão deste medicamento provocar manchas. A origem deste mito tem fundamento: antigamente, era comum os médicos receitarem tetraciclina para crianças com as amídalas inflamadas, o que alterava a coloração dos dentinhos em formação.
VERDADE – Mastigar a ponta da caneta prejudica a mordida. Além de desgastar o esmalte dos dentes, o ato repetitivo pode alterar a posição dos mesmos, causando modificações na mordida. Além disso, esse hábito pode trazer sérias complicações aos músculos da mastigação.

MENTIRA – Bicarbonato deixa tudo branquinho. Você pode até ter a sensação de que seus dentes estão mais claros. Mas na verdade, esse produto só faz uma limpeza superficial. Como retira a sujeita de cima, a pessoa tem a falsa impressão de que o sorriso está mais branco, porém não houve clareamento real, somente um clareamento superficial.

VERDADE - Tomar refrigerante escurece a dentição. Qualquer alimento que tem corante pode manchar os dentes. Algumas dessas bebidas são ácidas e isso pode fazer com que os dentes fiquem porosos, além disso, a maioria desses líquidos tem muito açúcar na composição, o que acaba gerando cáries.

Fonte: UOL

Antes de tomar um remédio, consulte um médico...

Antes de tomar um remédio, consulte um médico


SE PERSISTIREM OS SINTOMAS O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Esta é a frase que aparece na TV logo após a propaganda de medicamentos que só beneficia um lado: o da Indústria Farmacêutica. O malefício se concentra do outro lado onde está a população, que é estimulada para a automedicação.

Automedicação é a pratica de ingerir medicamentos por conta própria sem a receita médica. Este hábito é incentivado pelos meios de comunicação, TV, revistas, jornais, outdoors além de familiares, vizinho, um amigo intimo viciado em remédios, balconista da drogaria ou farmacêutico.

Aliás, deveria ser proibida (desde 1976, existem no Brasil elementos legais suficientes para regular e fiscalizar a propaganda de medicamentos) a divulgação de produtos farmacêuticos na imprensa de uma maneira geral. Só assim não precisaríamos estar aqui discutindo esta questão. Já que é permitida, a citação que deveria vigorar seria a primeira que serve de titulo ao nosso artigo.

A segunda surgiu, na tentativa de minimizar os danos que já vinham acontecendo na sociedade com a lucrativa propaganda livre e irresponsável de medicamentos. Constantemente vemos alguém indicando remédio para outra pessoa, porque se deu bem, como se todos fossemos iguais. As reações a tudo na vida são individuais, é a chamada Idiossincrasia.

Até mesmo nós médicos podemos alimentá-la. Se alguém nos pergunta por telefone ou durante um encontro ocasional: “Doutor, posso tomar tal remédio? e respondermos que sim, sem conhecimento dos seus efeitos adversos e do estado de saúde do paciente, particularmente da sua função hepática, renal, gastrointestinal e hematológica, podemos estar iniciando um processo mórbido, doloroso até mesmo fatal nesta pessoa. E se ela estiver tomando outros medicamentos? Pior ainda, porque poderemos desencadear uma terrível interação medicamentosa. Até mesmo no nosso próprio consultório temos o dever de estar ciente destas funções e fazer uma relação dos fármacos que porventura nosso consulente está usando para prevenir uma possível interação incompatível.

Realmente uma das formas de evitar ou pelo menos reduzir essa mania de proceder seria realizando uma boa gestão publica e privada voltada principalmente para a educação da população, para o ensino e melhoria das condições de trabalho dos médicos. Com relação à educação da população, mostrar os riscos da automedicação. O ensino tem que ser mais humanizado e profissionalizado nas Escolas de Medicina, para que os futuros médicos exerçam a profissão com mais responsabilidade quanto à prescrição de fármacos. Para melhorar as condições de trabalho do médico, a aplicação dos fundos de saúde dirigidos tanto para equipar os ambulatórios e hospitais quanto para lhe dar segurança financeira na vida profissional. Desta maneira poderíamos dispor de mais e melhores médicos que poderiam ser consultados a qualquer hora do dia ou da noite.

Só assim poderíamos repetir em alto e bom som e com toda a segurança: Antes de tomar um remédio consulte um médico.

Fonte: Conselho Federal de Medicina - Por Dr. Marco Aurélio Smith

Veja os 8 erros mais comuns cometidos por quem faz dieta ...

Veja os 8 erros mais comuns cometidos por quem faz dieta


Costumes e alimentos errados podem prejudicar o regime

Por serem unanimidade entre quem vive tentando emagrecer, alguns comportamentos e alimentos adotados sem medo podem acabar prejudicando a sua dieta. Certas posturas exigentes ou permissivas demais devem ser avaliadas com cuidado. A nutricionista da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem Estar Beatriz Botequio montou um guia com os erros mais comuns cometidos por quem quer perder peso e as orientações que podem fazê-la não cair nessas armadilhas.

Erro 1: achar que queijo branco é excelente para controlar o peso e substituir o queijo amarelo.
Dica: uma fatia de 30g de queijo tipo minas tem 66 calorias, enquanto uma porção fina (15g) de mussarela possui 46. Por ter a fama de bonzinho, o queijo branco normalmente é consumido em pedaços maiores, ou seja, não é a melhor opção sempre. Além disso, não é necessariamente mais saudável, já que, como os outros queijos, é rico em gorduras saturadas, que podem aumentar o colesterol e comprometer a saúde do coração. Se preferir o queijo branco, escolha a versão light. Para variar, opte por uma fatia de mussarela de vez em quando. Ou ainda, por peito de peru misturado com uma colher de sopa rasa de requeijão light (40 calorias) ou de maionese light (29 calorias).

Erro 2: cortar a banana do seu cardápio.
Dica: a banana sempre levou fama de calórica. Mas você sabia que uma unidade média tem só 78 calorias? Além disso, ela é rica em fibras insolúveis, que driblam a fome e a produção excessiva de insulina. A banana ainda preserva a flora intestinal e contém vitamina B6, que alivia a TPM. A fruta também possui triptofano, que favorece a formação do hormônio da alegria e bem-estar, a serotonina.

Erro 3: reduzir o consumo de carboidrato somente à noite.
Dica: muitas pessoas pensam que comer alimentos ricos em carboidratos, como pão, arroz e batata, após às 18h é proibido. Realmente o metabolismo no período da noite apresenta menor atividade, mas o corpo continua funcionando até quando você dorme. Portanto, não há diferença se você consumir carboidrato de dia ou de noite, desde que ele esteja em quantidade adequada.

Erro 4: parar de tomar cerveja por acreditar que ela é culpada pela barriga saliente.
Dica: O problema não é a cerveja, e sim a quantidade que se consome. A cerveja é calórica e se ingerida em excesso - algo que não é muito difícil de acontecer - pode comprometer o valor calórico diário do cardápio. Se tem vontade, tome com moderação.

Erro 5: exagerar no final de semana por pensar que esforço durante a semana é suficiente.
Dica: em um ano, os dias que compreendem os finais de semana somam 104. Se, em cada um desses dias, você incluir 100 calorias a mais da recomendação diária, no fim de um ano pode ter engordado 1,5 kg. Se o excesso for 1000 calorias, o prejuízo pode ser de 15kg. Agora que já sabe, não exagere tanto!

Erro 6: se entupir de produtos light.
Dica: ser light não significa não ter calorias, açúcares ou gorduras. Significa ter calorias reduzidas pela diminuição de algum nutriente. Esses produtos ajudam a ficar dentro do limite calórico diário, mas não são sinônimos de sucesso garantido e precisam ser consumidos moderadamente.

Erro 7: comprar sempre pães integrais com grãos esperando que eles engordem menos.
Dica: eles são realmente saudáveis, devido a seus altos teores de fibras, gorduras saudáveis, vitaminas do complexo B e fotoquímicos. Mas, na hora da escolha do pão, o importante é avaliar no rótulo a quantidade de calorias por porção e a quantidade de fibras, que deve ser de, no mínimo, 3g por porção.

Erro 8: beber muita água com sabor e suco de caixinha.
Dica: as duas bebidas podem ser uma opção a mais para se hidratar. Porém, é importante também consumir água pura, que não tem calorias. Em relação aos sucos, é preciso observar no rótulo a quantidade de açúcar e procurar investir em versões light.

Revista Minha Vida

Azeite de oliva pode reduzir o risco de derrame cerebral...

Azeite de oliva pode reduzir o risco de derrame cerebral


Pesquisa realizada na Universidade de Medicina de Columbia e publicada na revista Neurology, avaliou 7.625 adultos franceses com idade mínima de 65 anos e concluiu que aqueles que consomem regularmente azeite de oliva têm 41% menos chances de sofrerem um derrame cerebral em comparação àqueles que não ingerem o condimento.

Já conhecido pelos benefícios que traz à saúde, o azeite ajuda a controlar fatores de risco para doenças cardíacas, como hipertensão, acúmulo de gordura abdominal e colesterol alto. E sua ingestão regular esta associada à redução dos riscos de ataque cardíaco.

Fonte: Blog da Saúde

Conheça os oito erros mais comuns da malhação...

Conheça os oito erros mais comuns da malhação


Recomendações ajudam a não cair em armadilhas que podem detonar esforços

Muitas vezes, a prática de exercícios físicos faz parte de um objetivo a ser atingido. Pode ser uma questão de saúde, a vontade de mudar algo em nosso corpo esteticamente ou a realização de uma atividade que nos permita relaxar. Seja qual for o seu alvo, a prática deve ser consciente para evitar lesões, indisposições e frustrações.

A fisioterapeuta Maria Cristina Schneider aponta os oito erros mais comuns de quem malha, e dá sugestões para que você não caia nessas armadilhas.

Falta de motivação: É comum iniciarmos um novo ciclo cheio de otimismo. Mas com o passar de algum tempo acabamos diminuindo o pique e nos acomodando, até abandonando o desafio. O melhor é não ter tanta expectativa nos movimentos iniciais. Em vez disso, utilize a energia para se manter focado no resultado esperado a longo prazo. Isto nos manterá praticando exercícios por tempo suficiente para que o objetivo seja alcançado.

Respiração inadequada: Um dos processos naturais do corpo humano que mais consome energia é a respiração. Durante a prática de atividade física é fundamental lembrar de respirar adequadamente, assim como de inspirar e expirar em sincronia com o esforço muscular.

Baixo consumo de água: O corpo é constituído de líquidos que são imprescindíveis para os processos naturais do organismo. Colocar nosso corpo em movimento exige cuidados, como por exemplo, mantê-lo sempre hidratado. Caso contrário, você pode acabar submetendo seu corpo a desconfortos que interferem na qualidade da sua prática. Beba água antes e após a prática exercícios físicos. O recomendado é 2 litros distribuídos ao longo do dia.

Uso de roupas e acessórios inapropriados: Para que objetivos possam ser alcançados é fundamental que o corpo se mantenha em condições de praticar a atividade escolhida de forma prazerosa. Bolhas, calos, assaduras ou até danos mais graves podem afastar você de sua prática e, consequentemente, do seu objetivo. Usar roupas e acessórios adequados é um cuidado necessário para qualquer atividade física.

Fazer atividade que não combina com você: Se comprometer a realizar uma atividade física não pode significar uma tarefa a mais a ser cumprida no seu dia. Para que os efeitos apareçam é fundamental que você esteja atento enquanto coloca o corpo em movimento. Se seus membros se mexem sem que o resto tome conhecimento, os resultados serão fracos e isolados além de facilitar o surgimento de alguma lesão.

Mudar muito de objetivo: Se você se comprometeu com algo, não mude de ideia assim que vir o amigo alcançando mais rápido outro tipo de objetivo ou só porque ficou sabendo de uma técnica maravilhosa e quer aplicá-la. Mantenha-se fiel e focado, realizando com dedicação o seu trabalho certo de que ele foi pensando por e para você. Claro, se for o caso, melhore-o sempre que possível, mas cuidado para não alterá-lo o tempo todo e acabar deixando seu corpo confuso sobre o que você espera dele.

Ausência da orientação de um profissional: A presença de um profissional pode não só evitar leões, mas principalmente, evitar que você caia em armadilhas e realize esforços além da medida ou desnecessariamente.

Ignorar os alertas do corpo: Além de estar 100% consciente durante a prática, procure por sinais durante e depois de cada grupo de exercícios. Pergunte para o seu corpo como ele se sente, cansado ou revigorado. Não ignore dores, tonturas, contrações involuntárias ou desconfortos físicos. Preste atenção ao ritmo da sua respiração, pois ela pode sempre servir de indicativo se algo não está bem.

Fonte: Revista Minha Vida

Curiosidades diversas...

Curiosidades diversas


Quantos CDs e DVDs piratas são apreendidos por ano?

Em 2005, foram apreendidos 4,1 milhões de CDs gravados de forma clandestina. O total de DVDs é bem menor: cerca de 676 mil unidades.

GOELA SECA

Quantas pessoas no mundo não têm acesso a água potável?
Hoje, cerca de 1,5 bilhão de pessoas não possuem água própria para o consumo em suas casas. Se a coisa continuar assim, 4 bilhões de pessoas não terão acesso à água no ano 2025.

É O FIM

Quantos presidentes brasileiros morreram em desastres?
Três. Dois morreram em acidentes aéreos: Nereu Ramos, em 1958, e Castelo Branco, em 1967. O terceiro da lista é JK, morto numa colisão na via Dutra, em 1976.

4 RODAS

Quantos quilômetros uma pessoa dirige em média por ano?
As estatísticas mais confiáveis vêm dos Estados Unidos. Por lá, cada motorista roda, em média, 20,1 mil km por ano. O estado mais motorizado é Wyoming (31,2 mil km/ano) e o menos é o Alasca (14,4 mil km/ano).

2 RODAS

Qual a maior velocidade já alcançada por uma bike?

268 km/h. Esse incrível recorde foi estabelecido em 1995 por Fred Rompelberg. Para alcançar esse gás, Fred pedalou atrás de um carro, que ia na frente para reduzir a resistência do ar.

1 RODA

Qual a maior velocidade já alcançada por um monociclo?
Quem dirigiu mais rápido uma bike de uma roda só foi Peter Rosendahl, que em 1994 levou seu monociclo a 29,7 km/h em Las Vegas, nos Estados Unidos.

VEGETAL

É verdade que existe uma cidade com uma estátua gigante do Popeye?
Sim, tem maluco para tudo... Os habitantes de Crystal City, nos Estados Unidos, ergueram uma estátua para o marinheiro. A cidade se autoproclama "capital mundial do espinafre".

MEGAPICOLÉ

Qual a espessura da camada de gelo da Antártida?

Em média, a camada gelada tem cerca de 2 mil metros de espessura. Essa coberta recobre praticamente todo o continente e contém 90% da água potável da superfície da Terra.

FERMENTO

Qual o país em que mais se consome pão no mundo?

É a Turquia. Por lá, cada habitante come em média 178 quilos de pão por ano. O segundo lugar é da Bulgária, com 155 quilos. A média mundial não ultrapassa 17 quilos de pão por habitante.

Fonte: Revista Mundo Estranho

Conhecimento inato: Nós já nascemos sabendo ...

Conhecimento inato: Nós já nascemos sabendo


A morte do espírito

Nós já nascemos com algum conhecimento?

Desde que o chamado "espírito humano", discutido por milênios pelos filósofos, foi varrido para debaixo do tapete pela ciência moderna, os pesquisadores têm-se debatido com essa dúvida cruel.

Afinal, como explicar as diferenças de conhecimento e as habilidades inatas de cada pessoa?

Tabula rasa

A explicação clássica da ciência moderna é a chamada "tabula rasa": todos os humanos nasceríamos como uma folha em branco, na qual nossos conhecimentos, talentos e inclinações seriam escritas a partir das nossas experiências e vivências.
Essa ideia moveu mais de um sistema ditatorial, na tentativa de "educar" as crianças de um país segundo os devaneios dos próprios ditadores.

Sem contar o bom-senso, tanto esses "experimentos políticos" em larga escala, quanto os experimentos de laboratório, contradizem frontalmente o princípio da "folha em branco".

Tanto que os cientistas têm retornado para algo absolutamente metafísico: o chamado "conhecimento pré-experiência", um tipo de conhecimento que o ser humano adquiriria, de alguma forma não compreendida, antes mesmo de ter qualquer experiência.

Conhecimento inato

Agora, neurocientistas do Projeto Cérebro Azul, um gigantesco projeto de pesquisas europeu que está tentando reproduzir o cérebro humano em um computador, afirmam ter descoberto provas do chamado "conhecimento inato".

O grupo descobriu que os neurônios fazem conexões independentemente da experiência de uma pessoa.

Tem sido aceito há bastante tempo que os circuitos neuronais se formam e se reforçam por meio da experiência, um fenômeno conhecido como plasticidade sináptica.
Mas o Dr. Henry Markram e seus colegas agora anunciaram "evidências radicalmente novas", segundo eles, de que esta pode não ser a história toda.

O grupo demonstrou que pequenos conjuntos de neurônios piramidais no neocórtex se interconectam de acordo com regras relativamente simples e "imutáveis".

Blocos de conhecimento

Os aglomerados neuronais agora descobertos contêm, em média, 50 neurônios.
Os cientistas os veem como blocos básicos de conhecimento, que contêm em si mesmos um tipo de conhecimento fundamental e inato - por exemplo, representações de regras básicas de funcionamento do mundo físico.

O conhecimento adquirido - nossa memória - envolveria sempre a combinação desses blocos construtores fundamentais, reunidos para formar um nível mais alto do sistema.

"Isto pode explicar porque todos nós compartilhamos percepções similares da realidade física, enquanto nossas memórias refletem nossa experiência individual," diz Markram.

Segundo os pesquisadores, os princípios que governam a formação desses microcircuitos inatos é incrivelmente simples.

Basicamente, quando dois neurônios estão simultaneamente conectados a um terceiro neurônio vizinho, a probabilidade de que eles também estejam interconectados é maior do que a média.

Com base nessa observação, o grupo construiu um modelo estatístico de ocorrência dessas interconexões, que pode ser usado para estudar os fundamentos do cérebro.

Conhecimento pré-experiência

Quando os cientistas testaram os circuitos neuronais de diferentes ratos, todos apresentavam características similares.

Ora, se os circuitos tivessem sido formados unicamente das experiências vividas pelos diferentes animais - como sugere a ideia da folha em branco - esses circuitos deveriam divergir significativamente uns dos outros.

Desta forma, concluem, a conectividade neuronal deve de alguma forma ter sido programada anteriormente à experiência.

"Desde John Lock, há cerca de 400 anos, as pesquisas sobre como o cérebro aprende e se lembra têm sido guiadas pela crença de que nós começamos como uma folha em branco e então imprimimos nela memórias de cada nova experiência.

"A ideia de que a memória é como um lego formado por blocos fundamentais de conhecimento abre uma porta inteiramente nova de pesquisas," afirma Markram.

Ressurreição do espírito?

A simulação do cérebro, e as tentativas de construção de cérebros artificiais, estão agora, pela primeira vez, permitindo que os cientistas abordem diretamente a hipótese da "tabula rasa", passando da crença para os experimentos diretos.

E esses primeiros resultados discordam da ideia que tem permeado a ciência durante todos esses séculos: de que o homem é uma folha em branco na qual qualquer rabisco só é feito depois que ele tem consciência.

Não há dúvidas de que o conhecimento, no sentido mais usual do termo, o que inclui ler e escrever, reconhecer os amigos ou aprender um novo idioma, resultam de nossa experiência.

Mas a equipe do Cérebro Azul demonstrou que uma porção do nosso conhecimento básico, em suas representações mais fundamentais, pode vir escrito de fábrica.

Contudo, não será ainda a ressurreição do espírito, no sentido adotado pelos filósofos - os cientistas preferem dizer que o conhecimento está inscrito nos genes que dirigem a formação biológica do nosso corpo.

Mas a aceitação de um "conhecimento inato", pré-experiência, representa um avanço considerável para a desmistificação da crença na tábula rasa.

Fonte: Diário da Saúde

5 dicas para evitar intoxicação de crianças em casa...

5 dicas para evitar intoxicação de crianças em casa


Substâncias tóxicas em casa

Um conjunto de organizações de saúde canadenses divulgou uma lista com cinco dicas para que pais evitem a contaminação de crianças por substâncias tóxicas em casa.
Elas são: evitar o acúmulo de poeira, optar por produtos de limpeza sem perfume e menos tóxicos, tomar cuidado durante reformas, evitar certos tipos de plásticos e, na alimentação, evitar certos tipos de peixe que absorvem grandes quantidades de mercúrio.

A campanha de conscientização a respeito dos efeitos da poluição ambiental sobre o cérebro em desenvolvimento foi financiada pelo governo do Canadá e inicialmente se dirige à população do país, mas se aplica na prática a pais e futuros pais em qualquer parte do mundo.

"Se os pais adotarem práticas simples nessas cinco áreas, podem reduzir significativamente a exposição dos seus filhos a substâncias tóxicas e até economizar dinheiro", disse Erica Phipps, diretora da Parceria Canadense para o Ambiente e a Saúde da Criança (CPCHE).

Poeira

Aspirar o pó ou passar pano úmido com frequência para eliminar poeira é a primeira recomendação dos especialistas.

"A poeira em casa é uma grande fonte na exposição de crianças a substâncias tóxicas, incluindo o chumbo, que mesmo em níveis baixos, é conhecido por prejudicar o desenvolvimento do cérebro", disse Bruce Lanphear, especialista em saúde ambiental infantil e consultor do CPCHE.

"O cérebro em desenvolvimento de um feto ou de uma criança é particularmente sensível aos efeitos neurotóxicos do chumbo, mercúrio e outras substâncias tóxicas", explicou Lanphear. "Uma criança absorve 50% do chumbo ingerido, enquanto um adulto absorve 10%".

Segundo o especialista, a criança tende a colocar a mão na boca com frequência, o que aumenta ainda mais os riscos de que ela absorva essas substâncias tóxicas.

Produtos de Limpeza

Os pais podem reduzir o grau de exposição da família a produtos químicos tóxicos e economizar dinheiro ao optar por produtos de limpeza mais ecológicos.

O bicarbonato de sódio pode ser usado para esfregar banheiras e pias, e vinagre diluído em água funciona bem para limpar janelas, chão e outras superfícies, disseram os especialistas.

Evitar o uso de purificadores de ar e optar por sabão sem perfume para lavar roupa pode reduzir a exposição das crianças a substâncias químicas usadas na fabricação de fragrâncias - associadas, em estudos, a distúrbios nas funções hormonais.
Reforçando recomendações feitas por entidades médicas, entre elas a Canadian Medical Association, os especialistas também desaconselharam o uso de sabão antibactericida.

Cuidados em Reformas

Quando houver reformas em casa, mulheres grávidas e crianças devem ficar longe das áreas afetadas pela obra. Isso evita sua exposição à poeira resultante da reforma - contaminada por substâncias tóxicas - e aos gases tóxicos liberados por tintas, cola e outros produtos.

Áreas não afetadas pela reforma devem ser cuidadosamente isoladas com o uso de plásticos. E a poeira deve ser aspirada durante e após a obra.

Cuidados com Plásticos

Certos plásticos devem ser evitados, especialmente quando se serve ou guarda alimentos. Os especialistas canadenses advertem os pais contra o uso de vasilhas de plástico ou de embalagens plásticas no micro-ondas, mesmo quando a etiqueta diz que o produto é seguro para uso no micro-ondas.

Produtos químicos presentes no plástico podem contaminar o alimento ou a bebida - eles explicam.

Comer alimentos frescos ou congelados sempre que possível reduz a exposição ao Bisfenol A, presente na maioria das embalagens de comida e bebida. O produto está associado a uma ampla gama de problemas de saúde, entre eles, problemas de desenvolvimento no cérebro e disfunções endócrinas.

Os especialistas também alertam contra produtos feitos de PVC, também conhecido como vinil. Ele contém um tipo de substância química chamada ftalato, que está associada a diversos problemas de saúde.

Ftalatos podem ser encontrados em cortinas de banheiro, babadores e até capas de chuva.

Os especialistas aconselham que os pais joguem fora brinquedos e mordedores feitos com este tipo de plástico.

Peixe Seguro

Para reduzir a exposição das crianças ao mercúrio, um metal que é tóxico para o cérebro, os especialistas aconselham que sejam escolhidas variedades de peixe que absorvem menos mercúrio, como cavala do Atlântico, truta, arenque, salmão selvagem ou em lata e tilápia.

Se for servir atum, procure as variedades "leves", que absorvem menos mercúrio do que a variedade albacore (atum branco).

Fonte: Diário da Saúde - BBC

Libertação dos escravos...

A colonização do território brasileiro realizada pelos portugueses depois de 1500 foi baseada na exploração da terra e das riquezas naturais através da utilização da mão de obra escrava. Por quase quatrocentos anos, cerca de cinco milhões de escravos foram trazidos da África para onde hoje se localiza o Brasil.
A libertação dos escravos no Brasil só ocorreu definitivamente em 1888, quando foi assinada a Lei Áurea, abolindo a escravidão no país.
Mas a libertação dos escravos não foi um evento que ocorreu do dia para a noite. Durante todo o período colonial e imperial ocorreram lutas de resistência realizadas pelos escravos contra a exploração e a opressão a que estavam submetidos.
A exploração e a opressão ocorriam através de longas jornadas de trabalho, castigos físicos e péssimas condições de alimentação e de moradia dadas aos africanos escravizados. As fugas das fazendas e engenhos, bem como a formação dos quilombos, são exemplos dessa resistência.
A resistência dos cativos (outro nome dado aos escravos) contra a escravidão, somada a uma pressão da Inglaterra pelo fim dessa forma de trabalho, levou o Império Brasileiro a publicar uma série de leis que resultaria na abolição da escravidão e na libertação dos escravos.
Uma das primeiras leis que pretendiam acabar com a escravidão foi a chamada Lei Feijó, de 1831, que proibia o tráfico e considerava livres todos os escravos que entrassem no Brasil após aquela data. Em razão do grande poder dos donos de escravos, a lei não foi colocada em prática.
Em 1845, a Inglaterra promulgou o Bill Aberdeen, uma lei que proibia o tráfico no Oceano Atlântico. Essa lei inglesa pressionou o governo brasileiro a decretar a Lei Eusébio de Queirós, em 1850, que proibia o comércio de escravos para o Brasil. Apesar da proibição do comércio de escravos, ainda era legal ser dono de escravos no país.
Outra lei foi promulgada em 1871, a Lei do Ventre Livre. Através dessa lei, os filhos de escravas nascidos no Brasil após essa data eram considerados livres. Entretanto, essas crianças deveriam ficar sob os cuidados do senhor que era dono de suas mães até completarem 21 anos. Essa situação fazia com que os escravos trabalhassem até essa idade, mesmo com a lei.
As lutas e fugas dos escravos foram se tornando cada vez maiores no período, sendo criado ainda um movimento pela abolição da escravidão no Brasil. Em face dessa pressão, foi promulgada, em 1885, a Lei dos Sexagenários, que dava liberdade aos escravos com mais de 60 anos. Mas poucos escravos chegavam a essa idade, e mesmo os que chegavam não tinham garantia de conseguir uma fonte de renda após a liberdade.
Em 1888, no dia 13 de maio, foi assinada pela princesa Isabel, filha de D. Pedro II, a Lei Áurea. Com essa lei, era abolida definitivamente a escravidão no Brasil. Entretanto, não houve a adoção de nenhuma medida que levasse à inclusão dos escravos libertos na sociedade brasileira, deixando-os marginalizados e alvos do racismo vigente no Brasil.

Por Tales Pinto
Mestre em História
 
https://escolakids.uol.com.br/libertacao-dos-escravos.htm