1

1

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Você quer viver até os 150 anos?

Você quer viver até os 150 anos?


Delírios

O professor George Church, da Universidade de Harvard, teve seus quinze minutos de fama esta semana ao afirmar que os humanos viverão de 120 a 150 anos.

Ele não foi o primeiro a dizer isto, e certamente não será o último.

O geneticista Aubrey de Grey, por exemplo, diz não apenas que o homem viverá 150 anos, mas que o primeiro humano que viverá 150 anos já nasceu.

E ele vai além: para Grey, a primeira pessoa que viverá 1.000 anos nascerá nos próximos 20 anos.
Em alguns casos, como no de Church, é difícil separar o que é previsão científica daquilo que é entusiasmo adolescente - em um homenzarrão de quase dois metros de altura e mais de 50 anos - ou daquilo que é simples anseio de fama.

No caso de Grey, a separação do joio do trigo é bem mais fácil, porque é difícil enxergar algum trigo.

Expectativa de vida

Mas a discussão encerra temas interessantes, de grande interesse para toda a sociedade.

A expectativa de vida do homem moderno é cerca do dobro da expectativa de vida de um europeu durante a Idade Média. De 1970 a 2005, duplicou a probabilidade de uma pessoa com 65 anos chegar aos 85 anos.

Os progressos no campo da higiene, da alimentação e dos tratamentos médicos têm tido resultados entusiasmantes, o que nos faz ver a afirmação de que o homem viverá 150 anos no futuro como algo quase óbvio.

Contribuições da genética

Apesar do grande apelo na mídia, contudo, a genética ainda não produziu resultados nesta área.

A anunciada descoberta de um "gene da longevidade", por exemplo, já foi devidamente desmentida.

Mas isto é temporário e, de fato, espera-se que a genética dê resultados na área da longevidade, embora já se saiba que o DNA não tem todas as respostas.

Mas a discussão principal não é quantos anos a mais viveremos, mas como os viveremos.

Viver mais doente

A onda de privatizações que dominou o mundo nos anos 1980 e 1990 praticamente deixou todo o desenvolvimento de medicamentos nas mãos de empresas privadas. Exemplos como os da Fiocruz no Brasil são cada vez mais raros.

Como empresas privadas precisam de lucros constantes, nos anos recentes a chamada "Big Pharma" centrou todos os seus esforços em medicamentos de uso contínuo, porque medicamentos para doenças crônicas garantem lucros continuados.

Desta forma, o foco do desenvolvimento de medicamentos atualmente não está em "curar doenças", mas em fazer o paciente viver mais, ainda que seja em uma cama de hospital ou em uma vida parcial dentro de casa.

Uma pesquisa recente, realizada nos Estados Unidos, onde o acesso à saúde é muito mais homogêneo entre a população, mostrou que, apesar de estarem vivendo mais, as pessoas estão passando um percentual maior de suas vidas doentes.

"Nós temos assumido que cada geração será mais saudável e viverá mais do que a anterior. No entanto, a pressão da morbidade pode ser tão ilusória quanto a imortalidade," afirmou o Dr. Eileen Crimmins, da Universidade da Califórnia.

E isto nem vale para toda a população porque restou um monte de doenças negligenciadas pelas grandes empresas farmacêuticas, para as quais sobra o esforço de um grupo de cientistas abnegados, que nunca conseguem colocar suas descobertas no mercado porque as instituições públicas das quais fazem parte não têm a estrutura necessária para a comercialização.

Mas, ao menos estes grupos fazem um trabalho de verdadeiros cientistas, em busca de curas para os doentes, em vez de repetidos lucros para suas empresas à custa de decisões eticamente discutíveis.

Um trabalho bem mais digno do que simplesmente ficar tentando chamar a atenção para si próprios, como os "divulgadores da imortalidade" fazem.

É esta classe de cientistas que nos permitirá, no futuro, viver 150 anos de fato, como pessoas ativas e com qualidade de vida.

Fonte: Diário da Saúde

É possível aprender dormindo, dizem cientistas...

É possível aprender dormindo, dizem cientistas


Aprender dormindo

Nós podemos aprender enquanto dormimos.

Isto graças a uma nova forma inconsciente de memória, da qual os cientistas agora coletaram os primeiros sinais inequívocos.

A existência dessa forma inconsciente de memória foi comprovada por pesquisadores da Universidade do Estado de Michigan (EUA).

Os resultados são destaque no periódico científico Journal of Experimental Psychology.

Memória do sono

"Nós especulamos que podemos estar investigando uma forma separada da memória, diferente dos sistemas tradicionais de memória," disse Kimberly Fenn, coordenadora da pesquisa.

"Há evidências substanciais de que, durante o sono, o cérebro está processando informações sem o seu conhecimento, e essa habilidade pode contribuir para a memória em um estado de vigília," afirma.

No artigo, que analisou mais de 250 pessoas, Fenn e seu colega Zach Hambrick sugerem que as pessoas tiram proveito dessa capacidade de "memória do sono" de formas radicalmente diferentes.

Enquanto algumas pessoas experimentam melhoras dramáticas em sua memória depois de acordadas, outras não tiram proveito algum da memória do sono.

Ela acrescenta que a melhoria da memória foi observada na maioria das pessoas que participaram do experimento.

Reforço do aprendizado

Para os pesquisadores, esta habilidade é uma forma nova e previamente desconhecida de memória, capaz de reforçar o aprendizado sem ação consciente do indivíduo.

"Você e eu podemos ir para a cama ao mesmo tempo e ter a mesma quantidade de sono," disse Fenn, "mas, enquanto a sua memória pode aumentar substancialmente, pode não haver nenhuma mudança na minha."

Fenn acredita que a capacidade potencial dessa memória separada não é capturada por testes de inteligência e testes de aptidão tradicionais.

"Este é o primeiro passo para estudarmos se esse novo tipo potencial de memória está relacionado ou não com resultados como a aprendizagem em sala de aula", disse ela.

A pesquisadora aproveitou para reforçar a necessidade de uma boa noite de sono.

"Simplesmente melhorar o seu sono pode potencialmente melhorar seu desempenho na sala de aula", afirmou.

Fonte: Diário da Saúde

As verdades e as mentiras sobre emagrecer

As verdades e as mentiras sobre emagrecer


Quando você resolve fazer dieta, todo mundo tem uma ótima receita para passar. Mas, para que você não opte por uma dica errada e acabe caindo em uma cilada, preparamos essa matéria que desvenda os mitos e as verdades sobre emagrecer!

Se existe um assunto que deixa qualquer pessoa nervosa, esse assunto é dieta. Quem nunca mudou um hábito ou resolveu banir algum alimento da sua rotina só porque ouviu dizer que isso ou aquilo engordava? Ou, então, deu uma radicalizada e recorreu àquelas dietas malucas e fez um batalhão de exercícios em apenas um dia acreditando que aquilo faria o seu corpo mudar de vez?

Pois é! Para ter uma silhueta mais em forma o ser humano é capaz de tudo, não é verdade? E é exatamente por causa dessa incessante e, muitas vezes, desesperada busca pelo corpo perfeito que acabamos cometendo alguns erros absurdos e nos deixamos levar por aqueles burburinhos que ninguém sabe de onde ou de quem partiu.

O abacaxi, por exemplo, de uma hora para outra virou um grande aliado na queima das gordurinhas extras. Mas, quer saber? Essa fruta não queima calorias, ela apenas ajuda na digestão, assim como todos os outros alimentos ácidos. O único benefício para quem quer emagrecer é que o abacaxi é diurético e ajuda na eliminação dos líquidos.

Quanto àqueles atos de desespero que mais se parecem com mandingas para afinar o corpo, aí vai a verdade: Comer dois dentes de alho depois da refeição não ajuda na absorção das gorduras; água morna com limão não emagrece e, finalmente, tomar um copo de vinagre antes das refeições não impede que a pessoa ganhe as calorias dos alimentos que serão ingeridos.

Mas, também existem as boas notícias: Chupar gelo, assim como beber água bem gelada e tomar o famoso chá verde, ajuda sim a emagrecer! Como todos já sabem, a água é o principal aliado para quem quer perder aqueles quilinhos indesejáveis. Quanto àquele cochilo depois do almoço... Fique tranqüilo porque essa soneca não engorda! Aliás, repousar durante uns 20 minutos após as refeições até ajuda na absorção dos nutrientes.

E se você ainda se esconde atrás daquela velha frase “Eu sou gordo por causa da minha genética”, acabou a desculpa! Essa velha ideia de que uma pessoa que tem tendência a engordar jamais conseguirá ser magra é uma grande mentira! Com uma alimentação saudável e equilibrada e com a constante prática de exercícios físicos, todos podem ficar esbeltos. A diferença é que uns alcançarão os seus objetivos mais rapidamente do que outros.

Já em relação ao velho e conhecido azeite, apesar de ser uma ótima opção à manteiga e conter um tipo de gordura que é menos prejudicial ao nosso organismo, ele também engorda. Cada ml de azeite contém 9 calorias. Quanto às proteínas, saiba que tanto a animal, quanto a vegetal tem a mesma quantidade de calorias, 4 a cada 1 grama.

Fonte: Suadieta - UOL

Cérebro cansado? O melhor remédio pode ser um pouco de exercício

Cérebro cansado? O melhor remédio pode ser um pouco de exercício


Efeitos mentais dos exercícios

Que as atividades físicas são boas para o próprio físico ninguém duvida.

Mas será que movimentar-se também ajuda as funções cerebrais?

Na verdade, já se sabe que os exercícios físicos também têm uma série de efeitos mentais positivos, tais como aliviar a depressão e melhorar a memória.

O que os cientistas não sabiam até agora era o mecanismo por trás desses efeitos mentais - como é que mexer o corpo afeta o cérebro?

Mitocôndrias

Há muito tempo os cientistas sabem que as atividades físicas aumentam o número das mitocôndrias nas células musculares.

Como a mitocôndria é responsável pela geração de energia na célula - ela é chamada de usina de força - acredita-se que este aumento numérico seja o responsável muitos dos efeitos positivos dos exercícios físicos, como o aumento da força ou da resistência.

Agora, pesquisadores da Universidade da Carolina do Sul (EUA) descobriram que o exercício físico regular também aumenta o número de mitocôndrias nas células do cérebro, uma possível explicação para os benefícios mentais das atividades físicas.

Resistência mental

Os experimentos sugerem que os exercícios físicos aumentam o número de mitocôndrias do cérebro de forma muito parecida com o que ocorre com as mitocôndrias nos músculos.

Isto tornaria o cérebro mais resistente à fadiga, com um efeito mental direto e um efeito indireto também sobre o próprio desempenho físico.

Os pesquisadores também sugerem que este aumento no número de mitocôndrias do cérebro pode ter implicações clínicas para transtornos mentais, o que tornaria os exercícios físicos um tratamento potencial para transtornos psiquiátricos, doenças genéticas e doenças neurodegenerativas.

Ou para aliviar as tensões do dia-a-dia, produzindo um efeito de aumento de resistência também mental.

Fonte: Diário da Saúde

Dormir cedo e acordar cedo melhora saúde de adolescentes

Dormir cedo e acordar cedo melhora saúde de adolescentes


Deus ajuda quem cedo madruga

Crianças e adolescentes que dormem mais cedo e acordam mais cedo ficam fisicamente mais ativos e mantêm melhor seu peso.

O resultado é válido mesmo quando o período de sono é o mesmo para quem dorme cedo e para quem dorme tarde.

A conclusão é de uma equipe de cientistas australianos, que publicaram seus resultados na revista Sleep.

Tempo de sono

Os pesquisadores registraram a hora de dormir de 2.200 estudantes, com idades entre 9 e 16 anos, e compararam seu peso e o uso de seu tempo livre.

Aqueles que dormiam tarde tiveram 1,5 vez mais chance de se tornarem obesos do que os que dormiam cedo e acordavam cedo.

Aqueles que dormiam mais tarde apresentaram uma propensão 2,9 vezes maior de serem fisicamente inativos, preferindo "atividades" como assistir TV e jogar videogame.

"As crianças que dormiam tarde e acordavam tarde, e aquelas que dormiam cedo e acordavam cedo, tiveram virtualmente o mesmo tempo de sono no total," explica Carol Maher, da Universidade do Sul da Austrália.

A importância das manhãs

Os cientistas atribuem os resultados ao fato de que as manhãs são mais convidativas para a atividade física do que as noites.

Àqueles que ficam acordados até mais tarde restam atividade como assistir TV, jogar videogames ou ficar em casa conversando.

"É largamente aceito que os padrões de sono dos adolescentes são fundamentalmente diferentes daqueles das crianças e adultos, e que é normal para os adolescentes ficarem acordados até mais tarde e acordarem mais tarde," comenta Maher.

"Nossas descobertas mostram que esse padrão de sono é associado com padrões desfavoráveis de atividades físicas e resultados para a saúde, e que os adolescentes que não seguem esse padrão saem-se melhor," concluiu a pesquisadora.

Fonte: Diário da Saúde

Adolescentes fisicamente ativos são mais inteligentes, sugere estudo

Adolescentes fisicamente ativos são mais inteligentes, sugere estudo


Um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, sugere que os adolescentes mais ativos fisicamente são mais espertos do que os sedentários. De acordo com os autores, a descoberta pode ter implicações importantes para a educação das crianças e jovens, visto que as aulas de educação física não apenas promoveriam um estilo de vida mais saudável, mas também, possivelmente, reduziriam o risco de "insucesso intelectual e acadêmico".

Avaliando dados sobre inteligência e atividades físicas colhidos durante o alistamento militar dos 1,2 milhões de homens nascidos na Suécia entre aos anos de 1950 e 1976, os pesquisadores descobriram uma forte ligação entre o condicionamento cardiovascular e a "esperteza", mas não entre a força muscular e medidas de inteligência. E os resultados mostraram que as mudanças no condicionamento físico poderiam ter um impacto positivo nos resultados cognitivos. "Indivíduos do sexo masculino com melhor condicionamento cardiovascular previsto entre os 15 e 18 anos de idade exibiram significativamente maiores escores de inteligência do que indivíduos com menor condicionamento cardiovascular", destacaram os especialistas.

De acordo com os autores, os resultados são confiáveis por causa do grande número de pessoas avaliadas e pelos métodos objetivos de medir o condicionamento físico e a função cognitiva. Outro importante mérito da pesquisa foi a comparação de gêmeos, o que permitiu, aos pesquisadores, remover "influências genéticas, sociais e familiares". Porém ainda permanece a pergunta do tipo "quem nasceu primeiro – o ovo ou a galinha": os garotos mais ativos são mais espertos, ou os garotos mais espertos é que são mais ativos?

Fonte: Proceedings of the National Academy of Sciences.
Blog de Boa Saúde

Como os spams da Internet descobrem nossos e-mails?

Como os spams da Internet descobrem nossos e-mails?


Está pronto para a verdade? Na maioria dos casos, é você quem fornece seu endereço para os spammers, pessoas que infestam a sua caixa postal com propagandas que você nunca pediu. Por exemplo: sabe quando você acredita em pop-ups - aquelas irritantes janelas que surgem na tela - oferecendo senhas gratuitas para sites pornográficos em troca do seu endereço de e-mail? Pronto! Os caras podem até mandar um código pra você ver umas minas peladas. Mas, geralmente, isso é só uma desculpa para essa gente enviar mensagens publicitárias para você, prometendo desde o ensino de idiomas até aumentar o tamanho do bilau. E haja spam: de acordo com o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança - uma entidade especializada em segurança da internet -, em agosto deste ano, um em cada quatro e-mails enviados no Brasil era spam! Mas você não é o único culpado. Os spammers ainda atacam com outras técnicas (dá uma olhada no quadro abaixo). Para que tanto esforço? Basicamente, porque o spam é uma forma barata de se fazer propaganda. E em um universo de milhões de contas, os spammers sempre conseguem atrair uma parcela de clientes. "39% das pessoas admitem que clicam em links enviados em e-mails não solicitados", diz o analista Marcel Nienhuis, especialista em pesquisas sobre a internet.

Detetives do lixo
Quatro técnicas que os spammers usam para descobrir seu endereço

VARREDURA MANUAL

Funcionários das empresas de spam navegam pela net coletando endereços exibidos em grupos de discussão ou salas de bate-papo. Depois, eles mandam propaganda para todo mundo que deu mole e deixou endereço nessas listas.

VARREDURA COM ROBÔS

Alguns spammers usam softwares que varrem telas de sites à procura do símbolo "@", essencial para um endereço de e-mail. Eles capturam os endereços, montam uma megalista e mandam spams para a galera.

TENTATIVA E ERRO

Softwares disparam e-mails "adivinhando" o usuário pela combinação de letras. Se o seu e-mail for jsilva@abc.com, o programa manda mensagens para jsilver, jsilv e jsilva, por exemplo. As duas primeiras voltam, mas a terceira chega...

COMÉRCIO ILEGAL

Combinando as três técnicas anteriores, piratas coletam endereços e os gravam em CDs. Depois, vendem o produto para empresas de spam. No centro de São Paulo, um CD pirata com 1 milhão de endereços sai por 10 reais!

Fonte: Revista Mundo Estranho - por Fernando Badô

Por que as mulheres não ficam carecas?

Por que as mulheres não ficam carecas?


Para início de conversa, mulheres também têm calvície, embora não seja tão intensa e comum como nos homens. A forma mais comum de calvície é conhecida pelos médicos como alopecia androgenética e isso diz tudo: a calvície é motivada pela herança genética e pelos hormônios andrógenos, que definem as características sexuais masculinas. Ou seja, embora mulheres também sofram de queda de cabelo, o problema é determinado por hormônios masculinos. Entenda por que: a principal reação bioquímica que gera a calvície acontece quando a enzima 5-alfa-redutásia age sobre a testosterona (o principal tipo de hormônio masculino), produzindo outro hormônio, o di-hidro-testosterona (DHT). Esse hormônio é o grande responsável pelo afinamento dos fios e conseqüente queda, mas ele não é o único responsável. Afinal se a pessoa não tiver receptores celulares sensíveis ao DHT no couro cabeludo, o hormônio não age. E o que define a sensibilidade desses receptores é a herança genética. A diferença é que mulheres produzem muito menos testosterona que homens e, portanto, mesmo que tenham predisposição genética, não têm DHT suficiente para produzir uma devastação tão grande na cabeleira - o mais comum é que o cabelo fique fininho, como o de um bebê, e não chegue a cair. Outra diferença entre os dois sexos é a posição dos bulbos capilares (de onde sai cada fio de cabelo) e, portanto, a calvície também é diferente. "No homem, a queda de cabelo começa pela região da fronte, com as famosas entradas, e no vertex (aquele ponto no topo da cabeça onde os fios se encontram). Nas mulheres, a alopecia fica mais concentrada bem no topo da cabeça", diz a dermatologista Eniude Borges, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Sexo frágil

Veja outras anomalias que predominam entre os homens

DALTONISMO
Em função do funcionamento irregular de alguns cones (as células que distingüem as cores) o daltônico não consegue ver algumas cores. A anomalia existe nos dois sexos, mas é muito mais comum entre os homens (algo como 20 daltônicos para cada daltônica), que precisam levar a deficiência em apenas um cromossomo, enquanto, nas mulheres, o defeito precisa constar em uma dupla.

HIPERTRICOSE AURICULAR
Esse distúrbio de nome esquisito se manifesta de forma ainda mais estranha: excesso de pêlos na orelha (eca!). Felizmente, essa característica é determinada por um gene que se aloja em um cromossomo que só existe nos homens - portanto nenhuma mulher sofre deste problema. Já pensou uma dama com tufos de pêlos na orelha?

HEMOFILIA
Doença caracterizada pela dificuldade em coagular o sangue, o que faz com que qualquer arranhão possa se transformar em uma hemorragia. Geneticamente é o mesmo caso do daltonismo: existe nos dois sexos, mas é bem mais comum entre os machos. Do cruzamento de uma hemofílica e um não hemofílico, por exemplo, nascem só filhos hemofílicos e nenhuma filha hemofílica.

Fonte: Revista Mundo Estranho - por Artur Louback Lopes

10 causas perigosas da insônia

10 causas perigosas da insônia


Há muitas causas possíveis para a insônia. Às vezes há uma causa principal, mas frequentemente diversos fatores que interagem junto causarão um distúrbio do sono. A insônia pode ser causada por:

1. Esforço, ou como eficazmente uma pessoa lida com todo o emocional, físico, social, econômico, ou outro fator que exige uma resposta ou uma mudança. O esforço pode ser causado pelo medo sobre um único evento, tal como fazer um discurso. Ou você pode ter esforço em curso, tal como a preocupação sobre o trabalho.

2. Depressão, ansiedade, e outras circunstâncias mentais ou emocionais. A depressão é um distúrbio caracterizado por sentimentos de tristeza, de desespero e de desânimo.

3. Hábitos ruins de sono, tais como a ver tevê na cama ou não ter uma programação regular das horas de dormir. Isto pode fazer o problema piorar.

4. Mudanças em seus hábitos do sono. Isto inclui as mudanças que acontecem onde você dorme, o ruído, a luz, ou dormindo em uma cama diferente. Igualmente inclui mudanças em seu padrão de sono, tal como retardar o sono ou trabalhar até mais tarde.

5. Dor ou problemas respiratórios, a síndrome agitada dos pés, e os muitos outros problemas de saúde.

6. Consumo de cafeína e de álcool. A cafeína geralmente interrompe o sono. Enquanto um drink ou dois antes de dormir pode ajudar uma pessoa a relaxar, mais do que isso pode retardar o sono ou fragmentá-lo algumas horas mais tarde.

7. Falta de exercício regular.

8. Problemas médicos. Estes incluem alergias, artrite, asma, doença cardíaca, a hipertensão, o hipertireoidismo, e a doença de Parkinson.

9. Melatonina diminuída. Os níveis de melatonina, o hormônio que ajuda a controlar sono, diminuem com a idade de uma pessoa. Aos 60 anos, por exemplo, o corpo produz pouca melatonina.

10. Outras desordens de sono. Estes incluem a apneia do sono e os movimentos periódicos do pé e do braço durante o sono (nos quais os músculos têm uma contração ou distensão excessiva).

Fonte: http://www.sleep-aid-center.com/10-dangerous-causes-of-insomnia/

E se Steve Jobs não tivesse existido?

E se Steve Jobs não tivesse existido?


A indústria de informática, telefonia e entretenimento seria bem diferentes. Foi Jobs que criou o conceito de computador pessoal acessível, que apresentou a interface gráfica quando o mundo ainda olhava para caracteres em telas escuras e que misturou design e facilidade em seus inventos arrojados. Fez da Apple uma das empresas mais valiosas do mundo (US$ 338 bilhões), e construiu a ponte entre o mundo tecnológico e pessoas comuns. Sem ele, manusear um smartphone seria um bicho de sete cabeças, e as tablets, agora populares, seriam vistas como notebooks sem teclado. O iPod seria um MP3 (ou até MP10), e a indústria da música estaria quase falida com a pirataria. No cinema, animações por computação gráfica, como Toy Story ou Procurando Nemo, não existiriam, assim como a rivalidade com Bill Gates, que trouxe melhorias para os sistemas operacionais.

Fonte: Revista Mundo Estranho - por Jocelyn Auricchio

7 atitudes para não perder a memória ...

7 atitudes para não perder a memória


Telefones, endereços, datas de aniversário, senhas... Somos obrigados a registrar um número cada vez maior de dados. Confira como algumas ações podem turbinar nossa capacidade de recordar os fatos

A americana Jill Price, 45 anos, não é uma pessoa comum. Assim como um super-herói, ela nasceu com uma habilidade mais do que especial: a de se lembrar de tudo que acontece na sua vida desde que tinha 14 anos. E, quando diz que se recorda de todos os fatos, ela está falando desde o que comeu durante o café da manhã, passando pelas principais manchetes do dia, até chegar às pessoas com quem conversou antes de dormir.

Quem pensa que Jill gosta desse seu poder fora do normal está redondamente enganado: ela nunca teve o direito de se esquecer das brigas e dos erros que cometeu. Depois de algum tempo convivendo com esse problema, resolveu procurar especialistas da Universidade da Califórnia, que, deparando-se com uma doença totalmente inédita, começaram a estudá-la e batizaram- na de síndrome hipertiméstica.

Esse é um lado muito raro da moeda. A outra face, essa sim bem conhecida, são as falhas na memória, ou aqueles momentos em que você simplesmente não se lembra mais de uma informação que procura em seu arquivo cerebral. E, quando a idade avança, esses brancos se tornam mais frequentes. Porém, pesquisas recentes conseguem encontrar maneiras de proteger as recordações e atrasar os famosos lapsos que acontecem vez ou outra — ou até mesmo acabar com eles. Para preveni-los, é preciso começar bem cedo: quanto antes a gente adotar esse manual, maiores são as chances de escapar desse perrengue.

Um estudo da Universidade da Califórnia, a mesma que acompanha a trajetória de Jill, constata que mais da metade dos casos de Azheimer, doença que apaga as lembranças, poderia ser evitada com atitudes simples. Além disso, deletar um desses sete fatores do dia a dia já seria capaz de diminuir em 25% o risco de desenvolver o mal dos anos grisalhos. Veja a seguir nossas recomendações.

1. Exercitar o cérebro
Um dos caminhos mais indiscutíveis para manter as recordações intactas é ler e estudar. "A memória mantém-se graças ao uso. E a leitura é uma forma de exercitá-la. Quem não tem esse hábito apresenta maior probabilidade de desenvolver problemas cognitivos no futuro", garante o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do Centro de Memória da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Indivíduos que passam mais tempo na escola ficam com a mente blindada. Nessa gente, o cérebro guarda mais informações e consegue lidar melhor com uma eventual perda de neurônios, o que é bastante natural com o passar do tempo. De acordo com a pesquisa da Universidade da Califórnia, 19% dos casos de Alzheimer acontecem em razão do combo pouca leitura e aprendizado escasso. "Ler massageia a memória e é um grande exercício intelectual", completa Izquierdo.

2. Malhar
O exercício tem um impacto positivo incontestável no nosso organismo. E, para nossa capacidade de recordar continuar a toda, ele é mais do que um aliado. Principalmente porque tem uma ação direta no nosso grande HD. "Fazer algum esporte aumenta o número de neurônios no hipocampo, região responsável por armazenar a memória", atesta a neurologista Sônia Brucki, do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia, em São Paulo. Andar, correr, pedalar ou nadar também contribui para diminuir riscos cardiovasculares e faz com que o praticante adote um estilo de vida mais saudável. Além disso, a atividade física catapulta os níveis de uma substância conhecida como neurotrofina. "Ela é produzida pelo sistema nervoso central e reduz a morte programada de neurônios", explica o neurologista Mauro Muszkat, coordenador do Núcleo de Atendimento de Neuropsicologia Infantil Interdisciplinar da Universidade Federal de São Paulo. Esse protetor natural também estende a longevidade das células nervosas, um ponto positivo para salvar nossos arquivos mais do que pessoais.

3. Domar o diabete
Prevenir a doença do sangue doce pode trazer benefícios que vão além de preservar a memória. É sabido que pessoas com sobrepeso correm mais risco de desenvolver o tipo 2 do mal, que gera resistência à insulina, o hormônio responsável por colocar a glicose para dentro das células. Sem ela, o corpo acaba sem energia para trabalhar e se manter ativo. Daí, com a ausência de combustível para a labuta, os neurônios ficam fracos, fracos, o que pode resultar em lembranças deletadas. Por isso a necessidade de manter a glicemia dentro dos conformes.

4. Parar de fumar
Entre outros distúrbios, o tabaco também pode afetar a forma como guardamos os fatos. Quem fuma fica mais suscetível a desenvolver problemas no sistema circulatório, como a aterosclerose. Nessa doença, as artérias sofrem uma inflamação e, com isso, placas de gordura grudam em suas paredes. Com o andar da carruagem, elas se calcificam, diminuindo o calibre dos vasos. Dessa forma, o cérebro recebe menos sangue e uma menor quantidade de oxigênio e nutrientes. O coitado, então, pena para desempenhar suas funções, como a de lembrar. "O cigarro também é produtor de neurotoxinas e radicais livres que causam danos aos neurônios", acrescenta o gerontólogo Ivan Aprahamian, pesquisador do Laboratório de Neurociências do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

5. Perder ou manter o peso
Para aqueles que estão com as medidas ideais, ficar de bem com a balança é a pedida certa. Já para as pessoas que estão exagerando à mesa, maneirar na comida também pode melhorar, em longo prazo, a sua capacidade de não esquecer. Para ajudar nesse processo, alguns pratos são indicados pelos especialistas. "Alimentos ricos em vitaminas e compostos antioxidantes são importantes para preservar a memória", garante Ivan Aprahamian. Entre as mais indicadas estão verduras, frutas e legumes. A carne de peixe, as frutas secas, o azeite de oliva e o vinho tinto também são uma boa opção. Além disso, comidas saudáveis são importantes no controle do colesterol e, claro, para o funcionamento de nosso coração. Indivíduos com quilos a mais desenvolvem resistência à leptina, uma substância que é fabricada no tecido adiposo e que tem como principal função informar ao nosso organismo se precisamos comer mais. Essa substância tem outra incumbência: proteger os neurônios e processar as lembranças no hipocampo. Se esse hormônio não trabalha direito, o esquecimento passa a ser uma palavra constante no linguajar dos sedentários.

6. Controlar a pressão
A hipertensão não só fustiga o peito: ela, mesmo que indiretamente, passa a borracha nas rememorações mais íntimas. O estrago se assemelha ao do cigarro. "As alterações vasculares diminuem o fluxo sanguíneo, o que acarreta menos oxigênio e nutrientes para as células responsáveis pela memorização", explica Sônia Brucki. Por isso, monitorar e sempre manter a pressão arterial no patamar de 12 por 8, recomendação da Sociedade Brasileira de Cardiologia, também auxilia a resguardar a massa cinzenta.

7. Fugir da depressão
A tristeza que não tem hora nem dia para chegar ao fim acelera o apagão mental. "O indivíduo deprimido começa a dar ênfase às recordações ruins", explica Ivan Izquierdo. Além disso, hormônios como serotonina e noradrelina, envolvidos na química do lembrar, deixam de atuar como deveriam. "Pode acontecer uma queda de estimuladores da memória no cérebro e, em algumas pessoas, o encolhimento do hipocampo, local onde ela se concentra", avalia Ivan Aprahamian. Também ocorre uma diminuição da neurogênese, quando surgem células nervosas zero-quilômetro. Por fim, a importância que o depressivo dá ao esquecimento pode piorar ainda mais o panorama. "Muitas vezes, há supervalorização de uma reles falha de memória", diz Sônia Brucki. E, como em um efeito cascata, isso só fomenta mais e mais lapsos.

O Google e nossas lembranças

O acesso à internet mudou a forma como armazenamos informações, segundo um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. É que a facilidade de pescar qualquer tipo de dado na rede de bits e bytes faz com que nosso cérebro se torne mais preguiçoso. Em vez de reter o nome de um artista, por exemplo, a massa cinzenta tende a memorizar o endereço do popular site de busca onde é possível fisgar essa e outros milhares de curiosidades.

Não se esqueça!

- As estimativas sugerem que o número de casos de Alzheimer triplicará nos próximos 40 anos — hoje, 33,9 milhões de pessoas no mundo têm o problema, uma das formas mais comuns de perda de memória.

- Adultos com sobrepeso tendem a desenvolver, na maturidade, problemas cognitivos com maior freqüência.

Fonte: Revista Saúde – por Manoel Gomes • design e ilustração Ana Paula Megda

Ser chique sempre

Ser chique sempre


Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é ser discreto, quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.

Chique é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuaçõe inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta, é evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

É dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador, é lembrar-se do aniversário dos amigos, é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo...falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus! Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!

GLÓRIA KALLIL

Você está preparado para sua festa de 100 anos?

Você está preparado para sua festa de 100 anos?


A longevidade é uma realidade incontestável

Você já deve ter lido algum artigo falando que, devido aos avanços tecnológicos e da medicina, a qualidade de vida das pessoas vem melhorando ano a ano. Uma consequência direta deste processo é o aumento da longevidade, ou seja, vamos viver mais e, esperamos, com boa saúde, disposição e curtindo a vida. Será muito comum uma pessoa fazer 100 anos de idade.

É claro que para uma pessoa chegar aos 100 anos de idade vai depender, além dos fatores genéticos, dos cuidados que tiver com a sua saúde e com o bem estar.

As escolhas que fizermos sobre a nossa forma de viver durante a juventude vão refletir diretamente na nossa idade madura e na nossa velhice. Por exemplo, fumar, beber, ter uma um dia a dia desregrado, sedentário e em constante estresse terá impacto negativo no nosso futuro e na nossa qualidade de vida.

A longevidade hoje é uma realidade incontestável e devemos nos preparar para ela da melhor forma possível.

E você? Já se perguntou até quantos anos pode viver e como quer viver esse tempo?

Para viver bem os seus 100 anos de idade, que se Deus quiser, teremos pela frente, precisamos nos planejar, inclusive sobre a nossa vida financeira. Como viveremos por um período mais longo, nossas reservas financeiras terão que ser mais perenes, para que possamos continuar independentes e com uma qualidade de vida digna.

Para ilustrar um pouco o tema Planejamento Financeiro, vamos começar falando das diferenças entre economizar, poupar e investir:
• Economizar é gastar menos em determinado(s) item (ns)
• Poupar é abrir mão de consumo presente em favor de consumo futuro
• Investir é buscar rentabilizar "fazer crescer" os recursos poupados

Para viver até os 100 anos, o mais importante de tudo é planejar a vida financeira - organizar o conjunto das ações relacionadas à vida financeira, de forma que possamos economizar, poupar e investir.

Lembre-se da sabedoria dos ditados populares: "De grão em grão a galinha enche o papo", "Dinheiro não aguenta desaforo"

Fonte: Site bbel.UOL - Por Moneyplan Consultoria

Por que as mulheres vivem mais?

Por que as mulheres vivem mais?


A ideia de que as mulheres são representantes do sexo frágil está cada vez mais ultrapassada. Considerando-se uma das provas essenciais de robustez, o poder para se manter vivo, as mulheres são mais resistentes do que os homens desde o nascimento até a idade mais avançada.

Em média, um homem pode correr mais rápido um percurso de 100 m do que uma mulher e levantar muito mais pesos. Entretanto, atualmente as mulheres vivem cinco a seis anos a mais do que os homens. Na idade de 85 anos existem aproximadamente seis mulheres para quatro homens. Na idade de 100 anos, a taxa é de duas mulheres para um homem.

Mas por que as mulheres vivem mais do que os homens? Uma primeira ideia seria que os homens sofrem mais estresse no trabalho. Porém, sabemos que a mulher está ocupando cada vez mais espaço no mercado de trabalho e isso significa mais responsabilidades com duplas ou triplas jornadas (casa - trabalho - filhos) e ambientes mais competitivos, com maior exposição ao estresse. Além disso, mulheres que exercem somente atividades domésticas podem ter uma carga de trabalho tão pesada quanto as que trabalham fora de casa. Mesmo assim, a expectativa de vida das mulheres não diminuiu.

As mulheres desenvolvem hábitos mais saudáveis do que os homens, preventivamente vão mais ao médico, fumam e bebem menos e seguem uma dieta com mais disciplina. Mas há um detalhe: o número de mulheres que fuma, toma uns drinques a mais e se alimenta de comidas não saudáveis está aumentando. Por isso, os pesquisadores têm afirmado que os hábitos de vida não são os únicos fatores envolvidos na longevidade feminina.

Os gerontologistas, especialistas em envelhecimento, têm observado que as fêmeas da maioria das espécies animais vivem mais do que os machos. Este fenômeno pode sugerir que a explicação está na nossa biologia.

Muitos cientistas acreditam que o processo de envelhecimento é causado pelo desenvolvimento gradual de um grande número de minúsculos defeitos individuais, como alguns danos no DNA, um desarranjo de proteínas, e assim vai.

Esse desenvolvimento degenerativo significa que a extensão das nossas vidas é regulada pelo balanço entre quão rápido novos danos atingem nossas células e quão eficientemente estas lesões são corrigidas.

Lembremos que os mecanismos para manter e reparar nossas células são maravilhosamente efetivos, mas não são perfeitos o tempo todo. Alguns danos passam despercebidos e se acumulam com os dias, meses e anos. Em outras palavras, nós envelhecemos porque nossos corpos perpetuam estes erros.

E por que nosso corpo não tenta sempre consertar os erros nas células que acontecem pelo caminho da vida, e assim poderíamos viver indefinidamente? Talvez uma das explicações seja o alto custo de energia gasta para "remendar" essas falhas. Como outras espécies, nós humanos também somos fruto da seleção natural e, ao menos na teoria, sobrevivem melhor os representantes da espécie que gastam mais energia com o crescimento e a reprodução do que com a longevidade.

Para muitos estudiosos, a mulher, devido a sua função primordial de engravidar e gerar uma nova vida, talvez tenha sido "equipada" com mecanismos mais robustos de reparação de danos das células e por uma necessidade de melhor estado de saúde. Consequentemente, isso reflete na maior longevidade da mulher quando comparada ao homem, que possui um papel menos direto na gravidez.

É possível que um dos hormônios que dificulte os processos de reparação das células seja a testosterona. Aparentemente, a testosterona que se encontra em quantidade cerca de 10 vezes menor na mulher, tenha influência negativa sobre a longevidade.

Alguns dados indicam que os eunucos (meninos castrados em muitas sociedades, no passado, para servir a imperadores sem o risco de engravidar as concubinas) apresentavam longevidade maior do que homens normais.

Em estudo realizado em uma instituição psiquiátrica no Kansas, Estados Unidos, onde homens com psicopatias eram castrados, descobriu-se que tais homens viviam em média mais 14 anos em relação aos homens não castrados. Obviamente, a castração não seria uma conduta adequada para aumentar a longevidade no homem.

Ainda estamos começando a entender e conhecer alguns elementos e fatores que podem aumentar ou diminuir a longevidade do ser humano. O fato é que as mulheres já partem na corrida da vida aparentemente mais bem preparadas fisicamente para combater os danos que nos são colocados pelo caminho. As pesquisas não param e, com certeza, em breve, vamos entender um pouco mais sobre o assunto.

No Brasil, registra-se um aumento significativo na expectativa de vida de ambos os sexos.
Estudos apontam os fatores que contribui para uma pessoa alcançar os 100 anos com bem-estar.

Fonte: Site bbel.UOL - Por Cibele Fabichak

Fumantes tendem a ter derrame dez anos antes de não fumantes

Fumantes tendem a ter derrame dez anos antes de não fumantes


Segundo estudo, AVC acomete tabagistas por volta dos 58 anos

O tabagismo é considerado um dos principais fatores de risco para acidentes vasculares cerebrais. Agora, um novo estudo apresentado no Canadian Stroke Congress revelou que fumantes tendem a ter derrame uma década antes do que não fumantes. A análise foi liderada por cientistas da University of Ottawa, no Canadá.

O acidente cardiovascular cerebral ocorre quando o fluxo sanguíneo do cérebro é interrompido, devido a um coágulo ou a ruptura de vasos. A pesquisa examinou as diferenças entre 264 adeptos do cigarro e 718 não adeptos que sofreram um AVC entre janeiro de 2009 e março de 2011. Descobriu-se, então, que a diferença média de idade em que o problema acometeu os dois grupos foi de dez anos.

Os resultados mostraram que os fumantes haviam sofrido um derrame por volta dos 58 anos, enquanto que a média de idade entre os não fumantes foi de 67 anos. Além disso, os adeptos do tabagismo estavam mais propensos a ter complicações após o problema e até de serem vítimas de derrame novamente.

Risco de problemas cardíacos é 25% maior em mulheres fumantes

Outro estudo, publicado no periódico The Lancet, revelou que mulheres adeptas do tabagismo correm mais riscos de sofrer de doenças cardíacas do que homens, mesmo fumando menos cigarros. A análise foi liderada por pesquisadores da University of Minnesota e da University in Maryland, ambas nos Estados Unidos.

Para a pesquisa, foram analisados 86 estudos anteriores envolvendo mais de quatro milhões de pessoas. Divididas em 75 grupos, essas pessoas tiveram as suas fichas avaliadas para que fosse possível identificar a probabilidade de apresentarem problemas cardíacos.

Após ajustar todos os fatores de risco para fumantes de ambos os sexos, os resultados apontaram para o fato de que mulheres fumantes apresentam riscos 25% maiores de ter doenças coronárias do que homens fumantes. Além disso, foi constatado que essa probabilidade ligada ao sexo feminino aumenta em 2% a cada ano de consumo do cigarro.

O tabagismo é uma das principais causas das doenças coronárias e, segundo os autores da pesquisa, a expectativa é de que o número de usuários continue crescendo a cada ano.

Fonte: Revista Minha Vida - UOL

Diagnóstico precoce diminui riscos de perda de visão em crianças

Diagnóstico precoce diminui riscos de perda de visão em crianças


A cada minuto, uma criança fica cega no mundo por falta de tratamento adequado contra doenças sistêmicas (sarampo, rubéola e meningite), ferimentos na cabeça ou problemas visuais não detectados no nascimento e nos primeiros anos da vida escolar.

Pesquisas feitas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que se não forem tomadas iniciativas de alcance mundial e regional, em 2020 existirão no mundo 75 milhões de pessoas cegas e mais de 225 milhões de portadores de baixa visão, ou seja, incapazes de desempenhar grande número de tarefas cotidianas devido à deficiência visual.

Segundo a OMS, cerca de 40% das causas de cegueira infantil são evitáveis ou tratáveis. “As doenças sistêmicas citadas pela organização são preveníveis com vacinas. Mas há outras disfunções como a toxoplasmose, transmitida por alimentos preparados de forma inadequada, por exemplo, carnes ou verduras contaminadas, e a toxocaríase, causada por parasitas que têm os cães como hospedeiros.

Essas doenças podem ser evitadas por meio de políticas de saúde pública e orientação às gestantes”, alerta a oftalmopediatra Dorotéia Matsuura, do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB). Ela frisa que cuidados com alimentos e com a prevenção podem diminuir a incidência da cegueira infantil.

A oftalmologista explica que essas doenças sempre emitem sinais que podem ser percebidos pelos pais ou diagnosticados em consultas médicas. Todo quadro febril, dores de cabeça ou no pescoço, acompanhado de manchas vermelhas na pele, tosse, coriza ou conjuntivite, deve ser considerado suspeito, independentemente da situação vacinal ou da idade, diz Dorotéia. Ela aconselha que quando uma criança apresentar esses sintomas, deve ser encaminhada a uma consulta médica com urgência.

Algumas doenças relacionadas à má-formação ocular não têm tratamento, mas podem ser atenuadas por adaptações ópticas e não ópticas que proporcionem à criança suporte para a aprendizagem e o desenvolvimento intelectual. De acordo com Dorotéia Matsuura, entre as más-formações tratáveis estão a ambliopia ou "olho preguiçoso", causada por estrabismo, alto grau de refração e cataratas unilaterais. “Todas permitem o bom desenvolvimento ocular quando a atenção e os cuidados dos responsáveis levam à intervenção e à solução precoce”, esclarece.

Além disso, algumas doenças oculares podem ser detectadas quando a criança nasce, ainda no berçário. “O teste do olhinho tem sido realizado em todas as maternidades. Doenças como a catarata congênita, o retinoblastoma e outras são diagnosticadas com o teste realizado na maternidade”, ressalta a médica do HOB.

O teste do olhinho é muito simples e feito no berçário. Em um quarto escuro, um feixe de luz é emitido pelo aparelho chamado oftalmoscópio e, quando não há nenhum obstáculo à visão, a luz vai até a retina e ao ser refletida, faz com que o examinador perceba um reflexo vermelho. “A ausência desse reflexo é um indicador de que pode haver alguma alteração congênita e o caso deve ser melhor investigado a partir desse teste”, explica.

Em 2008, foi sancionada a Lei n° 4.189/2008, tornando obrigatória a realização do Teste do Olhinho no Distrito Federal.

Fonte: UOL - Da Agência Brasil

Exercícios reduzem risco de câncer em mulheres

Exercícios reduzem risco de câncer em mulheres


Câncer de endométrio

Mais uma boa notícia para quem pratica atividades físicas - ou um estímulo para quem quer começar.

Um estudo observou que mulheres que se exercitaram por pelo menos 150 minutos por semana apresentaram risco reduzido de desenvolvimento de câncer de endométrio.

O câncer de endométrio é o tumor maligno mais comum nos órgãos genitais femininos.

A pesquisa, feita na Escola Yale de Saúde Pública, nos Estados Unidos, foi apresentada nesta terça-feira (9/11) na Conferência de Pesquisa para Prevenção do Câncer da Associação Norte-Americana de Pesquisa sobre o Câncer, na Filadélfia.

Exercícios para todas

O menor risco foi verificado tanto para mulheres com peso normal como com sobrepeso ou obesas.

"O estudo é consistente com trabalhos anteriores que fortemente apoiam a associação entre atividade física e menor incidência de câncer de endométrio", disse Hannah Arem, um dos autores do estudo.

Os pesquisadores avaliaram 668 mulheres com câncer de endométrio, comparando os resultados com os observados em 665 outras sem tumores.

Aquelas que praticaram exercícios por 150 minutos ou mais por semana tiveram risco 34% menor de desenvolver tal tipo de câncer do que as que se mantiveram sem atividade física.

Para magrinhas e gordinhas

A associação se mostrou mais pronunciada entre mulheres ativas e com índice de massa corporal (IMC) inferior a 25, as quais apresentaram risco 73% menor do que as que não praticaram exercícios e tinham IMC maior do que 25.

Mas os efeitos da atividade física se mostraram importantes mesmo entre as mulheres com sobrepeso.

As que tinham IMC acima de 25, mas praticaram mais de 150 minutos de exercícios físicos por semana, tiveram risco 52% menor de desenvolver a doença.

Fonte: Diário da Saúde - Agência Fapesp

Chá verde reduz a absorção de gordura pelo corpo

Chá verde reduz a absorção de gordura pelo corpo


Ficar gordo mais devagar

O chá verde reduz a absorção de gordura pelo corpo, retardando o ganho de peso.
Segundo uma equipe de cientistas da Universidade da Pensilvânia (EUA), isto transforma definitivamente o chá verde em uma ferramenta natural para a luta contra o sobrepeso e a obesidade.

Os experimentos foram feitos em modelos animais para permitir o monitoramento preciso da dieta e da liberação de gordura nas fezes, com e sem a ingestão do chá verde.

Recentemente, uma pesquisa brasileira, feita em humanos, mostrou que o chá verde ajuda na eliminação da gordura já presente no corpo.

Uso e liberação da gordura

Os cientistas alimentaram dois grupos de camundongos com uma dieta rica em gordura.
Um dos grupos que recebeu também o composto EGCG (Epigalocatequina-3-galato), encontrado no chá verde.

Os animais desse grupo apresentaram um ganho de peso 45% mais lento do que o segundo grupo, que não recebeu o composto.

Além do menor ganho de peso, os animais alimentados com o composto do chá verde apresentaram um aumento de quase 30% na liberação de lipídios fecais, mostrando que o composto EGCG limita a absorção de gordura pelo organismo.

"Parece haver dois mecanismos aqui," diz o pesquisador Joshua Lambert, responsável pelo experimento. "Primeiro, o EGCG reduz a capacidade do organismo em absorver gordura e, segundo, ele melhora o uso da gordura pelo organismo."

O chá verde não parece reduzir o apetite. Os dois grupos de animais receberam quantidades iguais de alimentos e comeram igualmente.

Sem exageros

Por outro lado, a dose de EGCG usada pelos cientistas foi extremamente elevada: uma pessoa precisaria tomar 10 copos de chá verde por dia para obter tal quantidade do composto.

Não é recomendada a ingestão de nenhuma substância em quantidades exageradas, sob o risco de intoxicação - os cientistas não estudaram essa possibilidade no experimento.

"Os dados humanos - e já há muitos sobre isso disponíveis - mostram que as pessoas que tomam chá verde ingerem apenas um ou dois copos por dia para ver os efeitos," diz o cientista.

Outra possibilidade para a redução do ganho de peso é o controle alimentar.

Fonte: Diário da Saúde