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terça-feira, 10 de abril de 2018

Comer chocolate pode reduzir doenças do coração?

Comer chocolate pode reduzir doenças do coração?


Conclusões inconclusivas

Comer muito chocolate parece estar associado a uma redução de até um terço no risco de desenvolver doenças do coração.

Esta conclusão é de um grupo de cientistas da Universidade de Cambridge, que acaba de publicar seus resultados no British Medical Journal.

O Dr. Oscar Franco e seus colegas não fizeram nenhuma pesquisa diretamente - eles fizeram uma revisão de todas as pesquisas já publicadas sobre o assunto, convertendo-as a uma mesma base, e compilando os resultados.

Eles ressaltam que seu levantamento não é conclusivo, e que novas pesquisas são necessárias para avaliar se é mesmo o chocolate que está resultando nos ganhos, uma vez que não é possível concluir isto a partir dos estudos revisados - "se ela [a redução no risco de doenças cardiovasculares] pode ser explicada por algum outro fator não medido".

Interesses

É comum a publicação de pesquisas que ressaltam os benefícios do chocolate.

Contudo, boa parte delas é financiada por empresas fabricantes do produto.

E estas pesquisas não incluem os efeitos do chocolate sobre a dieta em geral dos participantes, sobretudo em relação à ingestão calórica e ao ganho de peso.

Os cientistas analisaram os resultados de sete estudos, envolvendo mais de 100.000 participantes com e sem doenças cardíacas.

Para cada estudo, eles compararam o grupo com o nível mais alto de consumo de chocolate com o grupo com o menor consumo do produto.

Cinco estudos relataram uma conexão benéfica entre altos níveis de consumo de chocolate e o risco de eventos cardiovasculares.

Os cientistas afirmam que "os níveis mais altos de consumo de chocolate foram associados com uma redução de 37% nas doenças cardiovasculares e 29% nos derrames em comparação com consumos menores".

Cautela na interpretação dos resultados

Os pesquisadores alertam para que os resultados sejam interpretados com cautela, particularmente porque os chocolates são muito caloríficos - cerca de 500 calorias para cada 100 gramas.

Assim, comer muito chocolate pode ser uma garantia de ganho de peso, diabetes e, por decorrência, e contrariamente ao que os estudos apregoam, de aumento no risco das doenças cardíacas.

Contudo, eles concluem que, como comer chocolate parece ter benefícios, devem ser exploradas iniciativas para reduzir os atuais níveis de açúcar e gordura dos chocolates comerciais.

Fonte: Diário da Saúde

Exercício físico é fator determinante de prevenção da pressão arterial...


Exercício físico é fator determinante de prevenção da pressão arterial


Doença, que atinge 23,3% da população, pode ser controlada por meio de atividades como caminhada, musculação e treinos aeróbicos

A hipertensão arterial sistêmica (HAS), caracterizada por níveis excessivamente altos da pressão nas artérias, é um tipo de manifestação orgânica que tem crescido vertiginosamente nas últimas décadas. Ela já representa um dos maiores problemas de saúde pública da atualidade, atingindo 23,3% dos brasileiros, principalmente adultos acima de 35 anos. A elevação da pressão arterial representa um fator de risco linear e contínuo para doenças cardiovasculares, uma vez que sua complicação decorre em doenças cerebrovasculares (AVC), encefálicas, arteriais coronarianas, insuficiências cardíacas, insuficiências renais crônicas e vasculares de extremidades.

Caracterizada, ao mesmo tempo, como uma doença e um fator de risco, a HAS é desconhecida pela metade de seus portadores, o que, em muitos casos, dificulta ou retarda o tratamento. Dados publicados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam a existência de evidências, a médio e longo prazo, de que os exercícios aeróbicos auxiliam na redução dos níveis de pressão sistólica (de 140 mm Hg ou mais) e diastólica (90 mm Hg ou mais).

Conforme explica a educadora física Cristina Calegaro, quanto menor a capacidade cardiovascular de um indivíduo, maior o risco de morte. Assim, a pessoa hipertensa, ao mantem hábitos saudáveis, como caminhadas e exercícios de predominância aeróbica, pode diminuir esse risco.

“Por meio do exercício físico orientado pelo profissional de educação física, pode haver baixa na pressão arterial sistólica e diastólica, fazendo com que a probabilidade de derrame e doenças arteriais coronarianas diminua 14% e 9%, respectivamente”, completa.

Segundo a educadora física, além dos treinos aeróbicos e das caminhadas, os indivíduos hipertensos que apresentam grande força física podem ter resultados ainda maiores com a prática de atividades regulares, conciliando-as com sessões de musculação, e reduzindo em 48% as chances de doenças arteriais.

A prática de atividade física para pacientes hipertensos como prevenção e tratamento produz efeitos que podem reduzir e, em alguns casos, extinguir o uso de medicamentos para o controle da pressão arterial. Vale a pena ressaltar que para a adoção de tais exercícios deve-se integrar as áreas de saúde, como nutrição, educação física, medicina e fisioterapia, tendo, dessa maneira, o sucesso absoluto do tratamento.

Fonte: Medicando

Saúde e os seus porquês...

Saúde e os seus porquês


Por que os perfumes não ficam com o mesmo cheiro em todas as peles?
O cheiro que um perfume apresenta está associado a fatores como tipo de pele (oleosa etc.), suor, acidez, alimentação, alterações hormonais e até o uso de medicamentos. Por exemplo, uma pessoa elimina parte das toxinas ingeridas pela transpiração; então, uma dieta rica em gorduras e o uso de fármacos podem alterar o cheiro. Além disso, a percepção dos aromas também ocorre de forma individual. As células olfatórias mandam a informação por meio das fibras nervosas para o bulbo olfatório e dele até o encéfalo - que traduz esses sinais em sensação de cheiro, o que é diferente em cada um, e envolve experiências e gostos pessoais.
Quem responde: Fernando Canova, fisiologista da Univ. Estadual de Campinas (UNICAMP).

Por que o nariz e a testa são regiões do rosto tão oleosas?
A oleosidade da pele é dada pelas pilossebáceas - músculo que fica perto do pelo e glândula sebácea -, que têm quantidade por centímetro quadrado diferente em cada parte do corpo. A concentração de pilossebáceas é maior na testa, nariz e queixo (Zona T), onde se produz mais sebo, o que deixa a pele mais oleosa e grossa. Isso, entretanto, não caracteriza um problema com a pele e pode ser revertido com o uso de produtos adequados indicados pelo dermatologista. Nos casos mais graves, normalmente em conjunto com o excesso de acne, o especialista também pode receitar medicamentos via oral.
Quem responde: Gisele C. T. Barbosa, dermatologista estética da Universidade de São Paulo (USP).

Por que minhas juntas estralam tanto quando me mexo?
Apesar de ser uma pergunta frequente, não existe uma explicação para o barulho do "estralo" das articulações. Elas podem acontecer devido a um movimento do músculo, tendão, ou até da própria articulação, e, ao contrário do que muitos acreditam não é ocasionada por uma falta de lubrificação no local. É importante ressaltar que apenas esse barulho não representa nenhum risco ao paciente e nem é sinal de que algo está fora do lugar no corpo. Agora, quando o estralo é acompanhado de dor, é um sinal de que alguma coisa não vai bem, e a pessoa deve procurar um ortopedista para investigar o que está acontecendo.
Quem responde: Kelly Stefani, especialista em ortopedia do Hospital Samaritano de São Paulo.

Por que vejo bolas coloridas depois de olhar para a luz?
A percepção da luz na retina causa uma reação química e a liberação de neurotransmissores. Quando observamos por tempo determinado uma fonte de luz, ou ainda uma cor bastante forte, esses neurotransmissores se esgotam e imagens (como as bolinhas coloridas) são percebidas ao piscar ou olhar para uma parede branca, por exemplo. Essa reação, que não se trata de um problema ocular, é conhecida como pós-imagem. Contudo, quando uma pessoa está com deficiência de Vitamina A no organismo, pode ter um pouco mais de dificuldades para recuperar a visão rapidamente.
Quem responde: Ricardo Neves, oftalmologista e diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos.

Fonte: Revista Viva Saúde

Casamento é bom para o coração. Principalmente das mulheres.


Casamento é bom para o coração. Principalmente das mulheres.


Vida feliz e longa

Dar ao seu coração uma esposa ou um marido compreensivos pode ser uma excelente forma de mantê-lo bem e saudável.

Pessoas felizes no casamento, e que passaram por uma cirurgia de ponte de safena, têm mais de três vezes mais chances de estarem vivas 15 anos depois da cirurgia do que os solteiros nas mesmas condições ou aqueles em casamentos infelizes.

A descoberta, feita por médicos da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, foi publicada no último exemplar da revista médica American Psychological Association.

"Há algo em um bom relacionamento que ajuda as pessoas a se manterem vivas," diz a Dra. Kathleen King, coordenadora da pesquisa.

Na verdade, o efeito da satisfação conjugal é "tão importante para a sobrevivência após a cirurgia de ponte de safena quanto os fatores de risco mais tradicionais, como o uso do tabaco, obesidade e pressão alta," complementa o Dr. Harry Reis, coautor do estudo.

Melhor para o coração feminino

Mas as diferenças e os benefícios do casamento não são os mesmos para homens e mulheres.
Para os homens, o casamento em geral está ligado a taxas mais elevadas de sobrevivência e, quanto mais satisfatório o casamento, maior a taxa de sobrevivência.

Para as mulheres, a qualidade da relação é ainda mais importante. Enquanto casamentos infelizes praticamente não fornecem nenhum bônus de sobrevivência para as mulheres, uniões satisfatórias aumentam a taxa de sobrevivência de uma mulher em quase quatro vezes, segundo o estudo.

"As mulheres precisam se sentir satisfeitas em seus relacionamentos para colher um dividendo de saúde," explica Reis. "Mas a recompensa para a felicidade conjugal é ainda maior para as mulheres do que para os homens."

Alguns estudos sugerem que o casamento não é benéfico para as mulheres, comenta Reis. Mas levando em conta o nível de satisfação, esta pesquisa oferece uma visão mais sutil. "Um bom casamento afeta você interiormente, seja você homem ou mulher," diz ele.

Mais tempo de vida

Quinze anos após a cirurgia, 83% das esposas felizes ainda estavam vivas, contra 28% das mulheres em casamentos infelizes e 27 por cento das mulheres solteiras.

A taxa de sobrevivência para os maridos contentes com o casamento também foi de 83%, mas mesmo os não-tão-felizes no casamento se saíram bem.

Homens em casamentos menos do que satisfatórios desfrutaram de uma taxa de sobrevivência de 60%, significativamente melhor do que a taxa de 36% para os homens solteiros.

Casais compreensivos

Mas os cientistas mostram-se céticos de que esses dados possam alterar o comportamento das pessoas depois de uma cirurgia de ponte de safena: "Os dados mostram que muitas pessoas voltam ao mesmo estilo de vida que tinham antes [da cirurgia]."

Mas a Dra. King diz que este estudo destaca a importância dos relacionamentos, tanto para homens quanto para mulheres.

"Cônjuges compreensivos são mais propensos a incentivar comportamentos saudáveis, como aumentar os exercícios ou parar de fumar, que são essenciais para a sobrevivência a longo prazo após as doenças cardíacas," afirma ela.

Fonte: Diário da Saúde

Religião, felicidade e qualidade de vida estão interligadas ...

Religião, felicidade e qualidade de vida estão interligadas


Na alegria e na tristeza

Em uma sociedade marcada pela insegurança e pelo estresse, as pessoas religiosas são mais felizes do que os ateus.

Em sociedades mais prósperas, contudo, o número de pessoas que se declara religiosa diminui e tanto os religiosos quanto os ateus apresentam índices semelhantes de felicidade.

Segundo Ed Diener, da Universidade de Illinois (EUA), esta é a primeira pesquisa a analisar a relação entre religião e felicidade em escala global.

Os cientistas usaram uma pesquisa realizada em mais de 150 países, que incluiu questões sobre religião, qualidade de vida, satisfação com a vida, respeito, assistência social e emoções positivas e negativas.

Religião e dificuldades

Vários estudos têm concluído que as pessoas religiosas tendem a ser mais felizes do que as pessoas não religiosas.

Mas Diener acredita que a religião e a felicidade estão ligadas às características das sociedades nas quais as pessoas vivem.

"As circunstâncias predizem a religiosidade," defende ele. "Circunstâncias difíceis induzem mais fortemente as pessoas a se tornarem religiosas. E, em sociedades religiosas e em circunstâncias difíceis, as pessoas religiosas são mais felizes do que as pessoas não religiosas."

Por outro, em sociedades não religiosas ou em sociedades onde as necessidades básicas das pessoas são atendidas, não foi identificada diferença entre o nível de felicidade entre os dois grupos.

Religião e emoções

A ligação a uma religião institucionalizada parece aumentar a felicidade e o bem-estar em sociedades que não conseguem suprir adequadamente as necessidades por alimentos, emprego, cuidados com a saúde, segurança e educação.

As pessoas religiosas vivendo em sociedades religiosas são mais propensas a se sentirem respeitadas, receberem mais apoio social e experimentar mais emoções positivas e menos emoções negativas do que as pessoas não religiosas dessas mesmas sociedades.

Nas sociedades seculares, que são em geral as mais ricas e que têm melhor assistência social, a religiosidade não parece ter impacto sobre os níveis de felicidade. Na verdade, as pessoas religiosas dessas sociedades relatam ter mais emoções negativas.

Em temos globais, 68% das pessoas pesquisadas afirmaram ser religiosas.

Fonte: Diário da Saúde

Adolescentes: reforce o positivo para eliminar o negativo...


Adolescentes: reforce o positivo para eliminar o negativo


Viés cognitivo

Ensinar os adolescentes a encarar as situações sociais de forma positiva pode ajudar e evitar problemas na vida adulta, sobretudo os relativos à ansiedade.

Pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, descobriram que a forma de encarar uma situação aparentemente neutra altera o que os adolescentes pensam sobre essa situação.

Desta forma, os pais e professores podem educar esses jovens a encararem aspectos mais positivos do que negativos dessas situações, o que os ajudará futuramente.

Essa abordagem é chamada de viés cognitivo para a interpretação de situações.

Como pensar positivo

Os pesquisadores demonstraram em estudos de laboratório que é possível induzir estilos positivos e negativos de pensar - as pesquisas foram feitas em adolescentes saudáveis sem registro de problemas de ansiedade.

"Acredita-se que algumas pessoas tendem a fazer interpretações negativas de situações ambíguas," explica a Dra. Jennifer Lau.

Pessoas com ansiedade tendem a seguir esse padrão de interpretação.

"Acredita-se que esses pensamentos negativos impulsionem e mantenham seus sentimentos de mau humor e ansiedade. Se você mudar o estilo de pensamento, talvez você possa mudar o humor dos adolescentes ansiosos," afirma.

Ansiedade entre adolescentes

Os adolescentes parecem ter um período de vulnerabilidade, quando surgem os primeiros sinais tanto de depressão quanto de ansiedade, o que tem exigido novos tratamentos.

As terapias comportamentais cognitivas, por exemplo, não funcionam para todos e não estão disponíveis em muitos lugares.

Estimativas sobre a prevalência de ansiedade entre os adolescentes variam entre 10 e 15%.
A adolescência é um período no qual as mudanças biológicas coincidem com o desenvolvimento de áreas do cérebro envolvidas no controle emocional e com grande alterações sociais, como mudança de escola e grupos de amizade, e os primeiros interesses românticos.

Apesar disso, a ansiedade e a depressão entre adolescentes tem-se mantido um tema bastante negligenciado, em comparação com estudos envolvendo adultos.

"É claro que é normal que os adolescentes se preocupem com os exames, com os amigos, com a aceitação social e com o futuro em geral," diz a Dr. Lau. "Mas a ansiedade pode tornar-se um problema quando se torna persistente ou é desproporcional à situação."

Agora os cientistas querem descobrir se é também possível mudar interpretações negativas que já foram incorporadas pelos jovens.

Fonte: Diário da Saúde

JÁ PRA COZINHA! RECEITA DA MOQUECA CAPIXABA DO RESTAURANTE GAETA!

JÁ PRA COZINHA! RECEITA DA MOQUECA CAPIXABA DO RESTAURANTE GAETA!


Impossível falar de viagem e não falar de seus sabores. Certeza que você já perdeu as contas de quantas vezes um destino deixou um cheiro ou um sabor na sua lembrança! E, na nossa visita ao Espírito Santo, não foi diferente, sobretudo em relação à Moqueca Capixaba que junto com a Torta Capixaba ocupa lugar de destaque na gastronomia do estado.
Moqueca Capixaba Gaeta
A influência mais marcante na execução desse prato, foi, sem dúvida, a indígena. Com o passar dos tempos, algumas mudanças foram incorporadas mas a essência do prato permanece até hoje!

A PANELA DE BARRO

Falar de Moqueca Capixaba e não falar da panela de barro é praticamente impossível. Desde os indígenas, a utilização da panela de barro na preparação da moqueca é essencial. No Espírito Santo, inclusive, a fabricação das panelas de barro de Goiabeiras (modeladas manualmente), foi alçada a Patrimônio Cultural Brasileiro pelo IPHAN.
Massss…. chega de conversa mole e vamos ao que interessa! O preparo da Moqueca Capixaba!Já aviso que recebi essa receita das mãos  do mestre Nhozinho Matos.

RECEITA DA MOQUECA CAPIXABA

Ingredientes
– 2 kg de peixe fresco (robalo, badejo ou dourado);
– 03 a 04 maços de coentro;
– 04 maços de cebolinha verde;
– 02 cebolas brancas;
– 05 tomates maduros;
– 02 limões;
– Urucum ou coloral;
– Azeite doce;
– Sal a gosto;
Modo de Preparo
  • Limpe bem o peixe, corte-o em postas e deixe-o em uma vasilha com sal e o molho de um limão. Conserve assim por pelo menos uma hora.
  • Separe a cabeça do peixe para o pirão.
  • Utilizando uma panela de barro grande, coloque: 2 colheres de óleo, uma de azeite doce, cebola verde, cebola branca, coentro (tudo bem picadinho), tomates (que podem ser picados em rodelas) e colorau.
  • Em seguida arrume as postas do peixe e repita a camada de temperos picados.
  • Não adicione água ou sal.
  • Cozinhe em fogo brando e quando abrir a fervura, coloque poucas gotas de limão.
  • Não espere ferver, caso contrário, o peixe endurece.
  • Tampe, espere cozinhar por 10 minutos e experimente o sal.
  • Para o pirão o processo é o mesmo. Depois de cozida a cabeça, acrescente água fervendo e deixe que a carne cozinhe até quase desmanchar.

DIFERENÇA DA MOQUECA CAPIXABA PARA A MOQUECA BAIANA

A diferença essencial, e que torna a Moqueca Capixaba mais leve, é que ela não leva leite de coco nem dendê, ingredientes marcantes no preparo da moqueca baiana que tem sabor mais forte e mais apimentado. O cozimento na panela de barro também faz toda a diferença pois suaviza o sabor de alguns ingredientes durante o cozimento.

HISTÓRIA DO NHOZINHO MATOS

Desde 1966 na administração do Restaurante Gaeta, o fazedor de moquecas, Nhozinho Matos e dona Idalina, estão sempre pelos corredores do estabelecimento, dando atenção aos seus clientes e acompanhando tudo de pertinho.
Em 2006, essa paixão teve reconhecimento oficial, quando a Confraria da Moqueca Capixaba, presidida pelo jornalista José Carlos Monjardim (autor da frase “Moqueca, só capixaba; O resto é peixada”) recebeu o título de Moquequeiro Juramentado.

 http://www.viajantecomum.com/2017/04/11/guaraparies-receita-da-moqueca-capixaba-do-restaurante-gaeta/

Beijar pode, sim, transmitir doenças


Beijar pode, sim, transmitir doenças


Beijar pode transmitir doenças? Essa é uma dúvida comum entre adolescentes e, é claro, precisa de esclarecimentos. Embora o beijo não cause a mais temida das doenças infecciosas (a Aids), ele pode transmitir outros agentes causadores de problemas para saúde.

Além do vírus do herpes labial, que pode ser transmitido pelo beijo (quando uma pessoa está com lesões na boca e a outra nunca teve contato com o vírus), existe também uma outra doença, menos conhecida pelos jovens, que é chamada de "doença do beijo" ou mononucleose infecciosa.

Ela é provocada pelo vírus Epstein-Barr (EBV) e causa sintomas semelhantes aos de uma gripe forte, com dores de garganta, de cabeça e musculares, febre alta e aumento dos gânglios, entre outros.

Esses sintomas podem ser intensos, deixando a pessoa bem cansada, e duram várias semanas. O período de incubação é de duas a quatro semanas após o contato.

O fígado e o baço também podem aumentar de tamanho de forma transitória, e a prática de atividades físicas mais intensas está proibida durante a fase mais aguda da doença (até por risco de ruptura do baço).

O vírus precisa da saliva para ser transmitido (por isso é mais comum que seja passado durante o beijo e, principalmente, entre adolescentes, que costumam variar mais seus parceiros e parceiras de "ficadas").

A maioria dos adultos já entrou em contato com o vírus ao longo da vida, mas muitos nem apresentam sintomas da doença.

O diagnóstico final é feito com exame de sangue, e o tratamento é baseado em repouso e remédios que aliviam febre e dor. Ainda não existe vacina para prevenir a mononucleose.

A infecção pelo EBV é considerada também um fator de risco para o desenvolvimento, no futuro, de alguns tipos de linfomas (tumores que acometem os gânglios e o sistema de defesa do nosso corpo).

Mas, como a maioria da população já entrou em contato com o vírus, não se sabe exatamente como essa ligação se estabelece.

Fonte: Folha de São Paulo – por JAIRO BOUER - jbouer@uol.com.br

Como funciona o GPS ?


Como funciona o GPS ?


Esse eficiente sistema de localização funciona com uma rede de satélites com órbitas previsíveis. Como o aparelhinho receptor, aquele que você carrega aqui na Terra, sabe exatamente onde estão os tais satélites, ele apenas calcula a distância entre você e esses veículos espaciais. O Sistema de Posicionamento Global - GPS, na sigla em inglês - é tão eficiente que virou febre: só em 2003, a venda de receptores movimentou 15 bilhões de dólares. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos criou e vem mantendo o sistema desde 1978. A coisa está tão concentrada na mão dos americanos que, se eles quiserem, podem deixar o resto do mundo sem o sinal que os satélites mandam para os receptores. E o tiro não sairia pela culatra: o Exército ianque tem um GPS particular, que funciona com um sinal secreto, só recebido por aparelhos especiais. Essa distinção entre tecnologia civil e militar começou em 1989.

O governo dos Estados Unidos decidiu que o sistema civil receberia um sinal "piorado", com uma margem de erro na localização de cerca de 100 metros, enquanto o militar ficaria com um sinal dez vezes mais preciso. Mas essa história teve um episódio patético. A primeira vez que o GPS entrou em ação num campo de batalha foi na Guerra do Golfo (1990-1991), ajudando a guiar soldados no deserto. O problema é que o Exército americano tinha poucos receptores de GPS do tipo militar e, para equipar suas tropas, precisou comprar milhares de aparelhos civis. Resultado: o Departamento de Defesa liberou o sinal mais preciso a todos os receptores civis para não prejudicar seus soldados.
Após a guerra, porém, voltaram as restrições, que só terminaram em 2000, quando o governo americano, enfim, liberou o sinal preciso para todos. "Os militares já tinham desenvolvido outro GPS exclusivo, o Y-Code. Então não tinha mais por que limitar o GPS civil", diz o cartógrafo Peter Dana, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos. Hoje, receptores convencionais têm uma margem de erro de cerca de 10 metros, contra 3 dos Y-Code.

Mergulhe nessa
Na internet:
http://gps.faa.gov/Library/gps-text.htm
http://electronics.howstuffworks.com/gps.htm
www.rand.org/publications/MR/MR614/MR614.appb.pdf

Órbitas entrosadasSatélites trabalham em equipe para fornecer sua localização em qualquer ponto da Terra

1. Para entender o GPS é preciso relembrar as aulas de geometria. Se você for informado de que está a 556 quilômetros de uma cidade A, só esse dado não dá a sua localização precisa, pois você pode estar em qualquer ponto que demarca o círculo 1, no mapa ao lado. É necessário ter a distância em relação a mais dois pontos (cidades B e C) para definir sua posição exata, pois aí sim o trio de círculos se encontra em um só lugar
2. Com o GPS é basicamente a mesma coisa, só que num esquema tridimensional. O aparelho receptor que está com você aqui na Terra calcula a sua distância para algum satélite que integra o sistema GPS. Mas, como vimos no item anterior, só com essa informação ele entende que você pode estar em qualquer ponto que demarca a esfera tridimensional 1
3. O receptor precisa então saber sua distância em relação a pelo menos mais dois satélites. Com as três distâncias, o aparelho imagina três esferas e... bingo: elas se juntam em só dois pontos — no item 1 foi um único ponto, pois demos o exemplo de um mapa bidimensional. Como um desses dois pontos fica sempre no espaço, e não na Terra, ele é descartado. Sobra, então, a sua localização exata no planeta
4. E como o aparelho receptor sabe a distância de cada satélite? Isso funciona assim: em horários específicos, cada satélite do GPS manda um sinal codificado para o receptor na Terra, que está programado para fazer o mesmo sinal sozinho, na exata hora do satélite. De acordo com o intervalo de tempo entre a emissão do seu próprio sinal e a chegada do sinal do espaço, o receptor calcula a distância que está do satélite

Constelação artificialSistema tem 24 veículos de comunicação girando em volta do planeta

O que está por trás do GPS é um conjunto de 24 satélites, que giram em volta da Terra em seis planos orbitais a cerca de 20 200 quilômetros de altitude. Assim, 24 horas por dia, há sempre pelo menos quatro satélites "visíveis" para cada aparelho receptor: três deles ajudam a dar a localização exata e um calibra o relógio do receptor. É que, como o sistema é baseado na sincronia entre aparelho e satélite — e estes últimos carregam relógios atômicos ultraprecisos — eles precisam acertar o relógio simples do receptor o tempo todo.

Fonte/; Revista Mundo Estranho – por Alexandre Versignassi

Aumenta incidência de derrames em adultos jovens

Aumenta incidência de derrames em adultos jovens


Derrames mais cedo

Cresceu o número de pessoas vítimas de acidente vascular cerebral (AVC) ou acidente vascular encefálico (AVE), atendidas na rede pública.

Um levantamento realizado nos hospitais do estado de São Paulo mostrou um aumento de 36,1 mil internações, em 2009, para 38,9 mil, em 2010.

Dessas, cerca de 5,5 mil (14%) dos pacientes estão na faixa entre 30 e 49 anos.
A maioria dos casos de derrame ainda ocorre entre a população com idade acima de 70 anos, com 15,9 mil internações.

O segundo grupo mais acometido pelo AVC situa-se na faixa entre 50 e 59 anos de idade, com o registro de 7,3 mil atendimentos.

Fatores de risco para o AVC

O problema é que "os principais fatores de risco, que costumavam aparecer apenas em pessoas acima de 40 anos, estão se manifestando cada vez mais cedo," alertou o neurologista Reinaldo Teixeira Ribeiro.

Na avaliação do especialista, isto se deve ao modo de vida urbano, que tem favorecido o aparecimento de pessoas mais estressadas, sedentárias e com uma dieta rica em gorduras.

Esse estilo de vida eleva a incidência de obesidade, diabetes e hipertensão, todos fatores de risco para o AVC.

As principais causas dos derrames são hipertensão arterial (pressão alta), diabetes (níveis altos de açúcar no sangue), dislipidemias (colesterol e triglicerídeos altos), tabagismo, obesidade, sedentarismo e estresse.

Fonte: Diário da Saúde

Rompendo o círculo da corrupção

Rompendo o círculo da corrupção


Que tal ler um bom artigo sobre Corrupção, no Dia da Independência, para ver se todos conscientizem e afastem da vida pública os políticos corruptos, e o Brasil se torne realmente independente, não mais dos estrangeiros e sim, dos parasitas que sugam nosso dinheiro e esperança de dias melhores para todos os brasileiros.

Rompendo o círculo da corrupção

Por Benedito Torres Neto - Procurador-geral de Justiça do Estado de Goiás

A probidade é uma das metas humanas e sociais da mais elevada grandeza. Sua busca deve ser uma constante e sua realização é garantidora da estabilidade almejada por todos dentro de um autêntico estado de direito. Foi este o norte que seguiu o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG), o qual integro com satisfação, quando estimulou a campanha "O que você tem a ver com a corrupção?".

No caminho probo não pode haver concessões de nenhuma natureza. E isso toca a todos. Padre Antônio Vieira já dizia: "Não são só os ladrões, os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar, para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título, são aqueles a quem os reis encomendam os exercícios e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco, estes sem temor, nem perigo: os outros, se furtam, são enforcados, estes furtam e enforcam". Assim é que a improbidade gera a corrupção da paz interior, do equilíbrio sensato, da normalidade das coisas, do equilíbrio. No Brasil, cerca de 3 a 5% do PIB é consumido pela economia da corrupção.

Todo esse conjunto de ações contrárias aos interesses comuns e aos interesses de um sadio Estado, as quais, reunidas, formam o que chamamos de corrupção, sofreu nos últimos 15 anos profundas mudanças em sua percepção por meio da sociedade. Após a Constituição Federal de 1988 e com o amplo processo de horizontalização das informações propiciada pelos modernos e instantâneos sistemas de comunicação, corromper e ser corrompido tornou-se mais difícil. Em questão de instantes, o cidadão tem acesso a diversos dados de natureza pública do Estado. Os meios de comunicação têm exercido um papel preponderante no processo de consolidação de um Estado de Direito, por meio de uma vigilância pontual diretamente nos diversos pontos de estrangulamento que podem ser observados na esfera dos municípios, do Estado e da União. O que se observa é uma natureza geograficamente ilimitada da corrupção, fato que define que a mesma não é "privilégio" apenas dos países pobres ou em desenvolvimento.

O grande dilema que vivemos está expresso na questão: como estancar a corrupção? O poder de polícia do Estado é fundamental, porém temos que aprofundar essa questão. Afinal, a corrupção integra uma espécie de modo coletivo de pensamento a partir do qual as pessoas que cometem tal crime agem como se fosse natural atropelar a ética e burlar qualquer obstáculo em vista do bem de si mesmo. A corrupção, individualmente ou em conluio, é o reflexo de um egoísmo profundo, capaz de massacrar qualquer controle que intente se interpor entre o corrupto e o corrompido. Gera um ciclo aparentemente interminável, dentro do qual impera o indivíduo e sucumbe o bem-comum.

Percebe-se que a corrupção não apenas impede o desenvolvimento econômico, obstaculizando todas as ações de governo e paralisando-o, de algum modo. O que ocorre é o enfraquecimento da pessoa humana, o esmaecimento da confiança que a mesma deveria depositar no Estado, o senso de co-participação nos destinos comuns, já que a corrupção interrompe fortemente a esperança individual e social. Como confiar que o Estado superará o subdesenvolvimento e a pobreza se o mesmo está profundamente envolvido com sucessivos escândalos de corrupção e vê as verbas públicas carreadas para fins escusos? Como o Governo se ocupará de uma agenda verdadeiramente social se consome quase a integralidade do tempo dos governantes e dirigentes estatais com intermináveis discussões e apurações sobre procedimentos corruptos ou suspeitos?

O ciclo da corrupção será interrompido, progressivamente, à medida em que o espírito coletivo prevalecer. O senso de vida em comum é fundamental para uma educação política que consiga espantar o fantasma dos interesses individuais e corporativos. Somente assim o bem comum aparecerá, de modo solene.

Benedito Torres Neto - Procurador-geral de Justiça do Estado de Goiás

Fonte: Publicado no Jornal “O Popular”, de Goiânia, em 4 de setembro de 2011

Como falar sobre sexo com seu filho?

Como falar sobre sexo com seu filho?


Hoje em dia, bem antes dos 10 anos muitas crianças já começam a fazer perguntas um tanto quanto, digamos, embaraçosas para os pais. Querem saber sobre aquela tal história da cegonha que nunca viram de verdade ou sobre as novidades que descobrem no próprio corpo. Ainda que o assunto “sexo” já não seja mais considerado um tabu por muitos papais e mamães, na hora de conversar sobre o assunto com as crianças, o tema acaba parecendo bem mais complicado! Afinal, qual é o momento e a forma correta de enfrentar esta situação?

Bem, segundo o médico ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho, é conveniente falar sobre sexualidade com os filhos desde o momento em que eles começam a conhecer seu corpo e dar nomes.

“O truque é manter-se firme, jamais inventar ou mentir, não evadir-se da pergunta, e não responder mais do que seu filho perguntar. O ideal é falar-lhe de sexo em conta-gotas, ou seja, à medida de sua curiosidade segundo a idade que tenha”, ele diz.

Segundo o médico, para as crianças é muito importante que cada parte do seu corpo tenha um nome e não um apelido. “Se fala sobre cabeça é cabeça, de mão é mão, de pênis é pênis, de nádega é nádega e assim por diante. Evite dar outros nomes para que a criança não se sinta confundida.

Outra vantagem de falar com os filhos sobre sexo é aumentar a intimidade e a afetividade entre ambos, abrir caminhos para que se possa discutir em casa sobre tudo e dar a segurança ao seu filho para que sempre pense: ‘vou perguntar pro papai e pra mamãe porque eles sempre me respondem”.

Dr. Domingos diz ainda que os pais devem conversar sobre sexualidade com seus filhos à medida que as questões forem surgindo, respeitando a natural curiosidade e evolução da criança, porém não deixando ultrapassar o início da puberdade, e torno dos dez anos de idade. “Os pais devem sentar-se junto dos filhos e estabelecer uma conversa séria, mas o mais descontraída possível.

Aborde questões como as doenças sexualmente transmissíveis, o uso correto de métodos contraceptivos, principalmente o preservativo, dentre outros. O filho deve ser orientado de que uma boa sexualidade está ligada ao afeto e não a algo aleatório ou a uma busca de prazer imediato, pois as consequências podem ser desastrosas e não vale à pena arriscar”.

Mas, se responder algo como “isso não é um assunto para a tua idade” ou “quando você for mais velho vai saber”, diz o médico, os pais podem estimular que o filho procure a resposta por conta própria, o que nem sempre é o ideal.

Muito importante também, ele ressalta, é não forçar o adolescente a falar sobre a sua intimidade. “Sugira-lhe ter a conversa com um profissional ou outro adulto de confiança caso não queira se abrir para você. Se quer o respeito de seus filhos, comece respeitando-os”.

Veja algumas mensagens essenciais que devem ser transmitidas aos seus filhos sobre sexualidade sugeridas pelo Dr. Domingos

1. Não há nada de errado em ser virgem.
2. Não se deixe forçar ou influenciar pelos amigos.
3. A televisão e o cinema tendem a mostrar que o sexo é sempre mágico e maravilhoso, mas não é bem assim. Isso só se conquista com maturidade e tempo.
4. Na primeira vez também se engravida e se transmitem doenças.
5. Use preservativo SEMPRE, mesmo com namorado/a fixo/a.
6. Converse com seu namorado/a sobre o tema. Se não conseguirem não estão prontos para ter um relacionamento sexual.
7. Fazer sexo implica compromisso e consequências. Esteja ciente deles e assuma-os.

Fonte: Revista Mães e Filhos

Dor de cabeça: quais as causas?


Dor de cabeça: quais as causas?


As dores de cabeça são problemas relativamente comuns que levam muitas pessoas aos consultórios médicos. Pesquisas mostram que ao longo da vida 90% a 100% das pessoas terão algum tipo de cefaleia. Contudo, existem vários os fatores que podem desencadeá-la.

Segundo a Sociedade Internacional de Cefaléia (International Headache Society), existem mais de 150 modalidades de dores de cabeça, que podem ser divididas em primária (quando a dor é a manifestação da doença, como, por exemplo, nas enxaquecas) e secundárias (quando essa é sintoma secundário de outras doenças, como aneurismas, infecções e tumores cerebrais). Especialistas alertam que fatores como problemas neurológicos, má alimentação ou má postura também podem desencadear dores na cabeça.

Devido à falta de informação, muitas pessoas desconsideram a gravidade que uma dor de cabeça pode ter e acabam por não procurar ajuda especializada. “A falta de informação da população a condiciona a procurar tratamentos paliativos, como o uso de analgésicos e antiespasmódicos, o que geralmente traz um alívio momentâneo, porém, não se descobre a verdadeira causa do problema", diz a Dra. Taíssa Ferrari Marinho, neurologista do Instituto Paulistano de Neurocirurgia e Cirurgia da Coluna Vertebral.

Fonte: Blog da Saúde

Redução de fumo diminui mortalidade dentro de 6 meses ...

Redução de fumo diminui mortalidade dentro de 6 meses


Resultados rápidos

Um estudo britânico concluiu que restringir o fumo reduz rapidamente - dentro de até seis meses - os índices de mortalidade em indivíduos e populações.

Os especialistas Simon Capewell e Martin O'Flaherty, do Instituto de Psicologia, Saúde e Bem-Estar da Universidade de Liverpool, no oeste da Inglaterra, analisaram resultados de testes clínicos e experimentos naturais.

Seu estudo, publicado na revista científica Lancet, sugere também que melhorias na dieta têm efeito positivo para a saúde dentro de um a três anos.

"Nossa pesquisa concluiu que proibições ao fumo e melhorias na dieta reduzem de maneira rápida e poderosa doenças crônicas em indivíduos e na população em geral", disse Capewell.

"Isso acontece rápido, dentro de um período de tempo bem menor do que se pensava. Dentro de meses e anos em vez de décadas".

"Essa descoberta significa que políticas como proibições ao fumo ou reduções em gorduras saturadas são eficazes na melhoria da saúde".

Essas políticas, diz o especialista, podem trazer economias de milhões ao sistema nacional de saúde britânico, o NHS.

Fumo global

A equipe estudou o efeito de políticas para a redução no fumo em vários países e concluiu que as medidas tiveram efeito rápido e positivo sobre índices de mortalidade e número de internações.

Na Escócia, por exemplo, leis cerceando o fumo em lugares públicos que entraram em vigor em 2006 reduziram em 17% o número de internações por síndrome coronária aguda e em 6% o número de mortes fora do hospital por problemas cardíacos.

Da mesma forma, quando leis antifumo foram adotadas na cidade americana de Helena, no Estado de Montana, um hospital local registrou, dentro de um período de seis meses, uma queda de 40% no número de internações de pacientes com síndrome coronária aguda.

Seis meses após a lei ter sido revogada, as internações retornaram aos índices anteriores.

Menor consumo de carne

Mudanças na dieta também tiveram um impacto rápido e positivo sobre índices de mortalidade por doenças do coração a, segundo o estudo.

Índices de mortalidade por doenças cardíacas subiram continuamente no século 20, atingindo um pico na década de 1970 na Grã-Bretanha, Estados Unidos e Europa Ocidental.

Entretanto, uma análise mais aprofundada de tendências em cada país revelou uma queda no início da década de 1940.

Ela foi atribuída a uma diminuição repentina na ingestão, pela população, de carne e gorduras animais em virtude de racionamentos de comida durante a Segunda Guerra Mundial.

Mais recentemente, um estudo sobre doenças coronárias na Polônia revelou que mortes por doenças cardíacas vinham aumentando continuamente.

A partir de 1990, no entanto, os índices caíram em 25% dentro de um curto período, após suspensões a subsídios para carne e gordura animal em países comunistas. Simultaneamente, o mercado foi inundado por óleos vegetais e frutas.

Pesquisas feitas em outros países da Europa central revelaram tendências similares.

Fonte: Diário da Saúde - BBC

Respire bem e emagreça!

Respire bem e emagreça!


Quando você respira de forma adequada, lenta e profundamente, não é só o gás carbônico que está mandando embora, não. A ansiedade e o estresse, que funcionam como um gatilho para a obesidade, também acabam indo pelos ares

Observe sua respiração. Quando inspira, movimenta o peito e o abdome? Como solta o ar? Numa baforada só ou devagarinho? Não é comum darmos muita atenção à maneira como inspiramos ou expiramos, não é mesmo? Afinal, trata-se de um ato involuntário que realizamos mais de 20 mil vezes ao dia. “Mas esse mecanismo, quando realizado de forma lenta e profunda, avisa para o cérebro que não há ‘perigo à vista’, favorecendo o relaxamento”, explica o pneumologista José Nader (SP). E a tranquilidade gerada pode fazer uma baita diferença na saúde e também na balança. É isso mesmo: se seu desejo é emagrecer, respire fundo! Você já deve ter ouvido várias vezes que a ansiedade é um dos principais inimigos de um corpo enxuto. Basta lembrar aqueles momentos em que estamos com os nervos à flor da pele. O que acontece? Normalmente, atacamos a geladeira na tentativa de relaxar.

Por outro lado, iniciar uma dieta também dispara os batimentos cardíacos, já que a restrição alimentar gera uma certa angústia. Resultado: a respiração fica curta e se concentra na altura do peito, com movimentos rápidos. Essa é a chamada respiração torácica. “Para piorar tamanho estresse alimentado pelo estado ofegante, o organismo passa a produzir níveis mais altos de cortisol, hormônio que aumenta o apetite, estimula a produção de células de gordura e as torna infladas, além de inibir a queima das que estavam estocadas. Por tudo isso, a respiração correta já é considerada um dos pilares para o tratamento de casos de ansiedade e obesidade”, completa o endocrinologista Jairo Prates (RJ).

Respiração turbinada

Como já deu para perceber, respirar de forma adequada significa mais do que uma estratégia para mudar o estado de espírito, mas também nossas atitudes, inclusive diante do prato. E na última década, ganharam fôlego pesquisas que analisam os efeitos da respiração no funcionamento do organismo e na boa forma. Ela é o termômetro das nossas emoções e, segundo estudos mais recentes, apesar de acontecer espontaneamente e de forma tão automática, é capaz de impactar positivamente a saúde, afetando a atividade do sistema nervoso. Cientistas da Universidade de York (Canadá) avaliaram os efeitos dos exercícios respiratórios sugeridos pela ioga em 215 mulheres durante dois meses.

Os resultados mostraram que a técnica promove relaxamento físico ao diminuir a atividade do sistema nervoso, o que reduz a frequência cardíaca e aumenta o volume de respiração. As voluntárias também apontaram redução nas dores, aumento da capacidade física e da disposição para os exercícios e a perda de até 5 kg. Mas como deve ser a inspiração e a expiração corretas?

Pense naquele movimento realizado pelos bebês, no qual percebemos claramente a barriga e o peito descendo e subindo de forma ritmada. Quando nascemos, temos uma respiração muito mais profunda – para inspirar, enchemos os pulmões, puxando as costelas para as laterais e, depois, ao expirar, empurramos o diafragma (músculo localizado entre o tórax e o abdome), esvaziando os pulmões.

“Com o passar do tempo, isso muda: os medos e as inseguranças tornam a respiração mais acelerada e superficial e passamos a utilizar apenas 30% da capacidade pulmonar.

Nesse processo, o diafragma não trabalha na sua total eficiência, comprometendo, dessa forma, a absorção de ar e as trocas gasosas”, explica José Nader. Outras possíveis causas dessa mudança de respiração é o fato de as pessoas ficarem muito tempo sentadas, em posições que comprimem o abdome, além do uso de roupas apertadas, que limitam o movimento do diafragma.

A saúde agradece

Benefícios da boa respiração:

••• Pulmão: sua elasticidade é preservada, assim como a elasticidade e mobilidade dos músculos intercostais e do diafragma. Na prática, sua capacidade respiratória aumenta e você fica com mais fôlego para caprichar na malhação.

••• Coração: há um esforço menor dos músculos cardíacos, diminuindo, assim, a pressão sanguínea.

••• Músculos: é produzido menos ácido láctico para gerar energia, diminuindo a dor muscular e aumentando o rendimento físico.

••• Cérebro: consome cerca de 80% do oxigênio transportado pelo sangue, o que significa um bom aporte para preservar as funções cognitivas. Outra vantagem? A respiração ritmada manda para o sistema nervoso central mensagens que ativam reações de relaxamento, diminuindo sintomas como ansiedade.

Entrada e saída

Veja o caminho que o oxigênio percorre no organismo durante a respiração adequada:

1 O ar entra pelo nariz – onde é filtrado, umidificado e aquecido, tornando-se mais adequado para o corpo –, passa pela laringe e chega à traqueia. Em seguida, alcança os pulmões.

2 Ali se dirige para os brônquios. Estes, por sua vez, conduzem o gás por caminhos estreitos até os alvéolos.

3 Nesse ponto, o sistema respiratório e o circulatório se encontram, possibilitando a entrada do oxigênio na corrente sanguínea através dos vasos capilares. Depois é captado pelos glóbulos vermelhos e segue viagem com destino às células do corpo, onde participa de reações químicas, gerando a energia necessária à sobrevivência de todos os tecidos do organismo. Também pelos capilares, o gás carbônico volta para os alvéolos e segue para o pulmão para ser expelido.

Trabalhar a musculatura corporal, principalmente peitoral, também favorece uma boa respiração

Consequências

O problema dessa afobação toda? Ela compromete a eliminação de toxinas, que se acumulam no organismo por conta do estresse do dia a dia, da alimentação inadequada, da poluição, entre outros. Ou seja, dessa forma, abre-se caminho para uma série de encrencas – ansiedade, insônia e fadiga intensa são algumas delas. “Por outro lado, ao respirar profundamente, permite-se uma maior troca gasosa (entrada de oxigênio e saída de gás carbônico) e com mais oxigênio, as células trabalham melhor. Também pode-se eliminar 80% dessas toxinas e evitar o desenvolvimento de quadros prejudiciais à saúde”, informa a médica e psicoterapeuta Marina Bueno (SP).

Inspiiiire... expiiiire

Brigou com o chefe? O dia foi cheio? O trânsito estava um caos? Confira dois exercícios respiratórios, sugeridos por Marina Bueno, que podem ajudá-la a lidar melhor com o estresse e a ansiedade

1 Tape a narina direita com o polegar e coloque o indicador entre os olhos; inspire profundamente. Em seguida, tape a narina esquerda; expire. Agora, inspire pela narina esquerda, feche-a e expire pela direita. Repita este exercício por cinco minutos.

2 Em pé, eleve os braços estendidos diante do corpo, até a altura dos ombros. Inspire profundamente, abrindo os braços lentamente, tirando os calcanhares do chão, até ficar na ponta dos pés. Volte à posição inicial, expirando devagar. Repita dez vezes.

Vale saber

••• Como já foi dito, o ideal é inspirar pelo nariz e não pela boca. Mas, segundo o pneumologista, durante as atividades físicas mais intensas, a necessidade de oxigênio torna-se maior e forçar a respiração nasal não é a melhor estratégia. Ao praticar um exercício, parte do ar deve entrar também pela boca.

••• O volume de oxigênio respirado tem estreita relação com as emoções e padrões de comportamento. Por exemplo, quando pensamos em algo bom, a respiração se expande e se aprofunda. Cultive, portanto, boas lembranças e pensamentos positivos.

••• Quando uma pessoa está muito acima do peso, sua função respiratória também é sobrecarregada. Por isso, nada de sair correndo na esteira. Respeite os limites do corpo, vá devagar e conte com a orientação de um bom profissional.

••• Ao prestar mais atenção à respiração, é possível ter um contato maior com o próprio corpo e se conhecer ainda mais. Aproveite a experiência!

••• Quando o corpo respira de maneira adequada, até as costas saem ganhando. Ao contrário, uma respiração incorreta desencadeia um encurtamento do diafragma, o que sobrecarrega a coluna. E mais: uma postura ruim, além de causar dores, acaba projetando a barriguinha.

Fonte: Revista Dieta já - Por Françoise Gregório

A importância de conhecer o próprio corpo

A importância de conhecer o próprio corpo


Não podemos nos sentir plenos enquanto não tomarmos real consciência de nosso físico

A mente e o corpo não devem ser pensados como coisas separadas

Alienação corporal

"A gente vive em uma cultura que aliena nosso corpo", diz a atleta e escritora Marília Coutinho. "Nossas instituições criam um indivíduo que vê a mente em primeira pessoa, mas pensa o corpo em terceira pessoa." Ou seja, tratamos os dois como coisas separadas e para trabalhar melhor um, negligenciamos o outro.

Marília chama o estranhamento do corpo de alienação corporal. "Alienação significa que algo é separado de um sujeito", escreve no livro Estética e Saúde (Phorte). É o afastamento do ser humano de algo que lhe é essencial: sua corporalidade, a consciência de si mesmo.

É uma forma de mutilação. Claro, o corpo não deixa de existir. Mas, sem perceber, passamos a enxergá-lo como estranho, algo que nos desobedece, que engorda, emagrece e fica doente à nossa revelia. Vira uma espécie de criança malcriada, que podemos até mesmo rejeitar por não seguir nossos desígnios.

Separação da mente

A alienação corporal surge de uma forma de pensar muito antiga: a ideia de separação entre mente (ou alma) e corpo.

"Como a alma era imortal, era considerada mais nobre, superior ao corpo", diz Denise Bernuzzi de Sant'Anna, professora de história da PUC-SP e autora de Corpos de Passagem (Estação Liberdade).

Essa visão é predominante em muitas religiões. O cristianismo, por exemplo, fala em alma imortal, que o corpo é a fonte do pecado; deve, então, ser punido. No Ocidente, essa visão atingiu o ápice com Descartes; sua famosa frase, "penso, logo existo", deu margem para que a mente fosse considerada superior ao corpo.

Uma vez estabelecida a separação entre mente e corpo, o que acontece? Muito cedo, e sem perceber, acabamos pendendo para um dos lados. Corpo ou mente: não podemos ter os dois. Lembra da escola? De um lado, o grupo dos "esportistas"; do outro, os "nerds".

A atividade física deve ser uma ferramenta para o autoconhecimento e não para a busca por um corpo ideal

Forma x corpo

A essa altura, você deve estar se perguntando: "Como o corpo pode ser negligenciado na sociedade, se tudo que vejo por aí é a busca de um corpo perfeito, um padrão de beleza único?" De fato, não são os filósofos nem os físicos que estampam capas de revistas; não é em busca de um cérebro melhor que as pessoas se matriculam em academias. Mas buscar um padrão de beleza é bem diferente de termos consciência de nosso organismo.

"O ideal de alma elevada foi substituído por um ideal de boa forma", diz Denise de Sant'Anna. "O dualismo continua, mas a oposição agora é entre o corpo carnal, mortal, que fica doente, envelhece, e um corpo ideal, sempre jovem e limpinho."

Quando buscam as academias, muitas pessoas não estão preocupadas em conhecer melhor o próprio corpo, integrar-se, ter mais saúde; o que procuram é um jeito de se encaixar nesse padrão ideal, ter uma forma para exibir. "Dizem que há uma corpolatria. Na verdade, é uma formolatria: culto à forma. Corpo cada um tem um, único. A forma, não. Ela é platônica", diz Marília Coutinho.

Para a escritora, a reconexão por meio da atividade física passa por estar presente, inteiro, em cada gesto. Por isso, critica o modelo tradicional de academia. "Você aprende a lidar com as máquinas. Não com seu próprio corpo", diz.

Fazendo as pazes com o corpo

Mas então é preciso fazer exercício? Sim e não. Ninguém é obrigado a fazer algo que considere maçante. "O prazer é um componente importante da equação", diz Marília. Mas, se a ideia é fazer as pazes com o corpo, reencontrá-lo, não dá para ficar só na teoria: é preciso trabalhá- lo.

Não que seja fácil. Pode doer, cansar, dar trabalho; isso sem contar as emoções que vêm à tona. Técnicas como osteopatia, Alexander e fisioterapia especializada em consciência corporal são formas de descobrir o corpo, assim como a ioga. E mesmo o exercício em si, por que não? Pode ser ótimo, desde que feito com consciência, sem intenção de adestrar o corpo, e sim pensando em explorar suas possibilidades.

Fonte: Revista Vida Simples – por Jeanne Callegari - Foto: Getty Images

Dicas de como incentivar seu filho a ler

Dicas de como incentivar seu filho a ler


A pedagoga Bruna Ribeiro, mestre em Educação pela PUC-SP, dá dicas de como os pais podem incentivar as crianças a cultivarem o hábito de leitura.

Comece cedo. Se a criança ainda não for alfabetizada, ofereça livros com imagens para ela brincar, conte histórias e leia para ela. Comece o mais cedo possível, com seu filho ainda bebê. Ele pode não entender o que está sendo lido, mas o tom, o ritmo e a melodia da voz do adulto, além da companhia dos pais no momento de contar histórias, trazem benefícios físicos, psicológicos, emocionais e cognitivos para o bebê e a criança pequena.

Crie um cantinho especial para a leitura. Arrume um cantinho da casa onde os livros fiquem sempre disponíveis, à altura da criança. Só se cria o hábito de leitura se a criança tem permanente acesso aos livros. Ensine seu filho a cuidar bem deles, mas adote a seguinte máxima: mais vale um livro rasgado pelo uso do que um bonitinho na prateleira. O cantinho da leitura deve ser bem aconchegante e pode ser feito com materiais bem simples e baratos, por exemplo, uma cesta de vime ou uma caixa de papelão decorada, ao lado de uma esteira ou um tapete com almofadas.

Leve a criança a bibliotecas, livrarias e sebos. É importante que a criança frequente esses espaços, especialmente os que têm ambientes para elas apreciarem os livros. Não é necessário comprar novos livros a cada ida à livraria, só o contato com os eles já vale o passeio. Os pais também devem ficar atentos à programação de livrarias e bibliotecas de sua cidade. Muitas delas oferecem uma programação gratuita e de qualidade, com contadores de histórias e apresentações de música e teatro.

Conte e reconte, se necessário. É comum a criança cismar com alguma história e pedir para os pais a contarem diversas vezes. Se isso acontecer, conte quantas vezes seu filho pedir. As histórias são uma das formas que a criança tem para reelaborar suas emoções e seu conhecimento sobre o mundo, quando a situação que a faz querer ouvir determinada história várias vezes se resolver ou não tiver mais importância, essa história também perderá a importância.

Conte aos poucos e crie suspense. Você pode ler uma história longa para crianças pequenas em capítulos, um pouco por dia. Crie suspense entre um capítulo e outro para prender a atenção e a leitura vai ser algo esperado e pedido pela própria criança.

Use a criatividade. Conte histórias de diversas formas, usando fantoches, dedoches, teatro de sombras, objetos inanimados ou interprete os personagens. Peça para a criança também contar histórias de diferentes formas para a família, soltando a imaginação.

Associe a leitura a um prazer. Não torne a leitura uma obrigação para a criança, a atividade deve sempre estar associada a momentos prazerosos.

Trabalhe a função social da escrita. É importante que a criança perceba a função social da escrita, ou seja, ela precisa ser exposta a situações em que a escrita e a leitura sejam importantes para resolver problemas. Por exemplo, você e seu filho podem escrever um lembrete de algo que precisam fazer, elaborar a lista do supermercado ou cozinhar juntos lendo a receita.

Favoreça o contato com diferentes portadores textuais. A leitura não deve ser associada apenas a livros, é importante que a criança tenha contato com diversos portadores textuais, como trava-línguas, gibis, jornais, revistas, receitas, bulas, folhetos e manuais.

Leia na frente da criança. Pais que leem livros, revistas e jornais na frente dos filhos mostram que a leitura é uma atividade importante e prazerosa. Se os adultos da casa não costumam ler, é o momento de repensar a falta desse hábito na família e mudar de atitude. Pais e filhos só têm a ganhar com isso.

Fonte: Site BBEL-UOL - Por Mariana Raphael - Jornalista

Como incentivar seu filho a ler


Como incentivar seu filho a ler


Seu filho tem o hábito de ler? Ele sente prazer em meio aos livros e suas histórias ou é difícil convencê-lo a deixar de lado o computador, o videogame e a televisão para se dedicar à leitura?

Num mundo cada vez mais veloz, com supervalorização das imagens e da tecnologia, não é fácil para o livro competir com os jogos eletrônicos, a internet e os programas televisivos. Para começar, o livro é estático, são os leitores que o movimentam e dão vida a seus personagens e aventuras. Mas é aí que reside um dos benefícios que a leitura traz para as crianças: o estímulo à imaginação e à criatividade.

A pedagoga Nicole Capelli destaca que a leitura é uma importante ferramenta de apropriação da linguagem e da cultura, mas suas funções extrapolam as questões ligadas ao desenvolvimento intelectual. "Toda a magia das histórias e seus elementos envolvem o imaginário infantil e apoiam o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social das crianças", afirma Capelli.

A pedagoga Aline Iozzi, mestre em Educação pela Unesp, complementa: "Ao lermos, construímos estruturas cognitivas que nos permitem narrar fatos e compreender conceitos que definem nossa experiência no mundo". Ela explica que conceitos como tempo, espaço, relações de causalidade e concomitância estão presentes nas histórias contadas e lidas, e ter contato com esses conceitos desde cedo ajuda as crianças a entenderem melhor o mundo que as cerca e a conferirem sentido às experiências que elas vivenciam.

Nas histórias, as crianças se deparam com conflitos relacionados às emoções mais profundas e universais do ser humano. "Vivenciar esses conflitos através das narrativas é uma forma de nos preparar psiquicamente para os desafios que, invariavelmente, nos tocarão vida afora", ressalta Iozzi.

Outro ponto positivo para o hábito de ler apontado por Nicole Capelli é que, se a atividade envolver a família, pode ser uma ótima maneira de aproximar pais, filhos e irmãos fortalecendo os vínculos afetivos entre eles.

São muitos os benefícios trazidos pela leitura, além do prazer que ela proporciona para crianças e adultos.

Fonte: Site BBEL – UOL - Por Mariana Raphael - Jornalista

Mau hálito em crianças merece atenção

Mau hálito em crianças merece atenção


Estudo publicado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo apontou que 63% das crianças com idade entre 3 e 14 anos apresentam mau hálito. Na maioria das vezes as crianças não são capazes de identificar o problema sozinhas, e cabe aos pais identificar e procurar ajuda para o filho, já que odores na boca podem estar relacionados à limpeza incorreta da boca ou até problemas no aparelho digestivo.

Gilberto Pucca, coordenador de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, recomenda que a higienização do dente seja feita logo que esses comecem a despontar na gengiva. "Na medida em que uma criança tem mau hálito, ela pode ter problemas de relacionamento com outras crianças, a mesma coisa que acontece com adultos. E o que é mais grave é que a pessoa que tem, principalmente a criança, não sabe que tem. Então é importante que no caso especifico das crianças, os pais fiquem atentos a essa questão. Primeiro: para evitar possível problema social. Segundo: para fazer o tratamento indicado para o caso", explica dr. Pucca.

Fonte: Blog da Saúde

7 soluções para desbancar o cansaço e recarregar a energia

7 soluções para desbancar o cansaço e recarregar a energia


O sono e o cansaço ao fim de um dia longo e estressante são normais. Mas, se isso se tornar rotina, roubando sua energia e seu ânimo, está na hora de mudar de atitude e recuperar a alegria de viver.

Conheça alguns truques capazes de te encher de energia e disposição:

- Banhos de contraste matinais e jatos de água fria nos braços são verdadeiros despertadores — sobretudo quando a causa do sono crônico é pressão baixa.

- Se tempo é o seu problema, faça rapidamente um banho frio nos braços: mergulhe durante alguns segundos os braços na pia ou em um balde com água gelada até a altura dos cotovelos.

- Assim como a pressão baixa, o sono e o cansaço podem ser combatidos com uma massagem matinal com uma escova de cerdas naturais.

- Uma caminhada ao ar livre e em um local agradável também faz bem se a causa do cansaço for um desgaste físico ou mental. Esportes mais leves, como ginástica, corrida ou bicicleta, também revigoram.

- Chá de urtiga, de raiz de gengibre, de espinheiro-branco ou de visco são estimulantes. Beba 2 ou 3 xícaras por dia.

- Uma bebida á base de plantas bastante estimulante é o chá de ginseng. Para prepará-lo, adicione 1 colher (chá) cheia de ginseng picado em 1 xícara de água fervente. Reserve durante 10 minutos e coe. Beba 2 xícaras diárias.

- Um preparado de chá de musgo-islandês também pode reanimá-la, caso você esteja se sentindo exausto.

Fonte: Revista Vida Simples - Por Karla Precioso

Músicos têm menos problemas auditivos na velhice


Músicos têm menos problemas auditivos na velhice


Música para os ouvidos

Músicos idosos sofrem menos problemas relacionados à audição do que as pessoas que não são músicas.

O declínio auditivo é uma condição comum entre idosos, eventualmente piorando com o passar dos anos - por volta dos 80 anos, mais da metade da população apresenta declínio auditivo.

Mas os pesquisadores do Instituto de Pesquisas Rotman, no Canadá, descobriram que a incidência desse declínio auditivo é menor entre os músicos.

Ganho de 20 anos

O estudo incluiu 74 músicos e 89 não-músicos - um músico foi definido como alguém que começou a aprender música até os 16 anos de idade e que continuava tocando até a data do estudo.

Os cientistas descobriram que ser músico não traz qualquer vantagem no teste monotonal, que avalia a capacidade de ouvir um som que vai ficando cada vez mais baixo.

Entretanto, em três outros testes, os músicos apresentaram uma clara vantagem em relação aos não-músicos.

Na idade de 70 anos, em média, um músico apresenta a audição similar à de um não-músico com 50 anos - um ganho de 20 anos na conservação da habilidade.

Ganho cerebral

Mais importante, os três testes nos quais os músicos apresentaram vantagens se fundamentam no processamento auditivo no cérebro, enquanto o teste monotonal não.

Isto sugere que tocar instrumentos por toda a vida compensa as alterações relacionadas ao envelhecimento no cérebro dos músicos, o que provavelmente ocorre porque os músicos usam seu sistema auditivo em um nível mais elevado em uma base regular.

Em outras palavras, use-o ou perca-o.

Fonte: Diário da Saúde

Os sete mandamentos para um casamento feliz

Os sete mandamentos para um casamento feliz


Segundo a psicóloga Magdalena Ramos e o psicanalista Eduard Tàpias, algumas dicas ajudam a melhorar a relação:

1 – Falar e calar nas horas certas. Mais ainda, saber não perguntar quando já sabe a resposta.

2 – Conhecer tão bem os defeitos e as qualidades do outro que é até capaz de esquecê-los quando é preciso.

3 – Saber andar lado a lado, mesmo quando seu destino é diferente do destino do outro.

4 – Ser capaz de dividir os sonhos de forma que eles deixem de ser “meus” e passem a ser “nossos”.

5 – Perder a noção dos dias da semana e das horas do relógio, mesmo que apenas por alguns instantes, quando estão juntos.

6 – Surpreender o companheiro com presentes e mimos, sem data marcada nem hora certa.

7 – Descobrir prazer nas coisas que se repetem todos os dias e temperar o relacionamento com humor.

Fonte: Revista Vida Simples - Por Karla Precioso