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domingo, 6 de agosto de 2017

Jornada - 52 histórias infantis - 3/52 A HISTÓRIA DE DUQUE


03 - A HISTÓRIA DE DUQUE
- Vocês gostariam de ouvir o meu cavalo falar? – perguntou o Sr. Oliveira, por cima da cerca dos fundos, para os três meninos que tinham se mudado recentemente para aquela vizinhança e estavam brincando num terreno vazio ali perto.
- Oh, sim – respondeu Tony, e todos os três vieram correndo.
O Sr. Oliveira abriu o portão e deixou que eles entrassem na estrebaria. O Sr. Oliveira era um dos bons policiais da cidade. Ele gostava muito de meninos e também gostava muito de cavalos. Os meninos tinham visto seu bonito cavalo branco bem na frente de um desfile. Eles gostavam de ver o Sr. Oliveira escovar o Duque, e pentear o seu rabo e sua crina. Ele trazia uns dois ou três baldes de água morna e lavava Duque por inteiro. O cavalo ficava parado em pé, olhando ao redor de vez em quando. Se fosse um desfile muito especial, o Sr. Oliveira também dava polimento nos cascos de Duque. Depois pegava uma sela muito limpa e brilhante que com todo cuidado colocava em cima do cavalo, e gentilmente, mas com firmeza amarrava o cinturão.
O Sr. Oliveira sempre usava sua roupa de montaria – camisa amarela e calça marrom. Também usava um chapéu marrom. O chapéu era tão grande que parecia um sombreiro mexicano. Ele também tinha espora brilhante, mas muito raramente as usava.
Nas grandes paradas, a melhor banda normalmente estava bem atrás de Duque e do Sr. Oliveira. Duque havia sido treinado para saber o que fazer quando o Sr. Oliveira batesse no seu lado ou puxasse as rédeas. Ele podia marchar e marcar o tempo da música. Algumas vezes ele parava prestando atenção por uns minutos. Ele podia se sustentar em suas patas traseiras e levantar as patas dianteiras como se fosse um cachorrinho ensinado.
Muitas vezes ele balançava a cabeça com impaciência, e andava de um lado para o outro, ansioso para mostrar o que realmente sabia fazer. Quando a banda começava a tocar uma marcha alegre, ele podia marchar e mover a cabeça no compasso da música, no tempo perfeito.
Neste dia especial, o Sr. Oliveira queria mostrar para os meninos que seu cavalo podia fazer alguma coisa mais do que marchar no tempo da música, como fazem os soldados.
- Vocês sabiam que o meu Duque pode falar? – começou a perguntar logo que fechou o portão. Os meninos arregalaram os olhos e prestaram atenção.
- Eu nunca ouvi um cavalo falar – disse Frederico
- Bem, o Duque fala – disse o Sr. Oliveira. – Você não será capaz de ouvir, mas poderá ver como me responde.
- Como é isto? – todos perguntaram de uma só vez.
- Ele pode escrever? – perguntou Daniel, porque uma vez tinha visto um cavalo pegar um lápis com seus dentes e fazer números.
- Vou fazer umas perguntas para ele – disse o Sr. Oliveira. – Duque, você já tinha visto estes meninos antes? – ele começou. O cavalo começou a mover sua cabeça para cima e para baixo, de maneira a dizer “Sim”.
- Algum deles jogou pedras em sua estrebaria?
Novamente Duque moveu a cabeça para cima e para baixo.
Os meninos se lembraram de que haviam jogado pedacinhos de madeira, cascas e também pedras, através da cerca para ver Duque correr, e ficaram felizes porque o Sr. Oliveira não olhou para suas caras de culpados.
- Você gosta disto, Duque? – perguntou o Sr. Oliveira. O cavalo balançou fortemente a cabeça de um lado para o outro.
- Eu sei que vocês gostam de Duque tanto quanto eu. Vocês não quiseram machucá-lo. Se ele tivesse ficado assustado por causa da pedra, poderia ter se jogado contra a cerca e quebrado a perna, ou ter furado um olho, poderia ter rompido a cerca e corrido para fora – disse o Sr. Oliveira.
- Nós não jogaremos mais nada contra ele novamente – disse Daniel. – Não pensamos que poderíamos machucar o Duque, somente pensamos que seria divertido ver como ele pulava e corria.
- Não haveria nenhum outro cavalo que liderasse a parada se ele tivesse fugido – acrescentou Frederico pensativamente.
Tony estava pensando em uma coisa muito dura.
- O senhor teria que dar um tiro nele se por acaso tivesse quebrado uma perna, teria que matá-lo, não teria, Sr. Oliveira?
O Sr. Oliveira baixou a cabeça, enquanto trazia uma forte caixa de madeira que colocou na frente de Duque. O cavalo colocou suas patas em cima da caixa. Então ele levantou a pata direita e dava a mão a cada menino quando lhe davam um pequeno torrão de açúcar.
Tony, Daniel e Frederico vão à estrebaria de Duque cada dia. Mas vocês podem estar certos de que não jogam mais pedra. Mas eles ainda estão admirados de como Duque sabia responder Sim ou Não às perguntas do Sr. Oliveira.
Por que vocês acham que os meninos jogavam pedras em Duque? Vocês acham que eles sabiam que era errado? Por quê? A que mandamento ou regra estavam desobedecendo quando eram maldosos para com o cavalo? Será que eles imaginavam o que poderia acontecer ao cavalo quando jogavam pedras nele? O que vocês imaginam que os meninos estavam pensando quando apertavam a mão (pata) de Duque?

http://wata-eh-legal.blogspot.com.br/2007/06/jornada-52-histrias-infantis-352.html

Jornada - 52 histórias infantis - 4/52 A HISTÓRIA DE ESTELA

04 - A HISTÓRIA DE ESTELA

Tessa era uma idosa senhora que vivia num dos mais pobres bairros de Roma. Pobre, sem amigos, fiava para ganhar a escassa subsistência.
Convertida à religião cristã, Tessa muitas vezes se dirigia de noite às catacumbas, onde pequeno grupo de consagrados cristãos se reunia secretamente para o culto.
O imperador Nero olhava com amargo ódio a todos os cristãos, e seus soldados sempre estavam de vigia para prendê-los. Era plano desse monstro, para exterminar a nova religião, mandar todos os cristãos serem espedaçados por feras, para divertimento do povo romano.
Sendo muito pobre e inteiramente desconhecida, Tessa nunca era molestada pelos soldados e vivia em paz fiando, fiando o dia todo.
Certa noite bateram à porta. Embora fosse tarde e ela nunca recebesse visitas, não temeu levantar-se e abri-la. Que tinha a recear quem era tão pobre? Entrou um homem, conduzindo pela mão uma meninazinha.
- Lúcio exclamou Tessa, admirada. A esta hora! Que grave acontecimento levou você, professor cristão, a expor-se aos perigos destas escuras e perversas ruas?
- Silêncio! Disse ele, levando o dedo aos lábios. Não posso demorar-me. Foram presas hoje centenas de verdadeiros crentes. Amanhã ou depois, serão lançados aos leões.
- Ah! Que crime cometeram? Suspirou Tessa.
Lúcio apenas meneou a cabeça e murmurou “ai”!
- Esta menininha, continuou, trazendo para frente à criança, chama-se Estela. Os pais foram levados e condenados à morte. Salvei-a e trouxe-a aqui. Sei que a senhora é pobre. É lhe possível cuidar dela?
- Sim, certamente, respondeu Tessa. Sempre foi meu sonho ter uma frágil criaturinha, como essa para amar e proteger. Agora Deus me concedeu esse desejo. Louvado seja Seu nome!
Trabalharei para duas, isso é tudo.
- Deus a recompensará também por isso. E agora preciso ir. Adeus, Estelinha. Que o céu as abençoe e as livre da mão dos ímpios!
- Amém! Disse Tessa. Aonde vai a esta hora?
- Unir-me no cárcere a meus infelizes irmãos. Cumpre-me levar-lhes, em seus últimos momentos, o conforto da oração e da palavra de Deus, e depois morrer com eles.
- Quão nobre e bom é você! volveu Tessa, inclinando-se.
Estela era uma criança doce e terna, e sua presença foi um raio de sol na pobre habitação de Tessa. Nada sabia da terrível sorte dos pais e, pequenina como era, logo se habituou ao novo lar. Começou a chamar a Tessa “mãe” e interessou-se profundamente na fiação.
Passaram-se assim longos anos e a criança tornou-se encantadora moça. Nada veio empanar o brilho da quieta casinha, e Tessa começou a nutrir esperanças de ter o imperador encontrado algum outro divertimento que não o de matar cristãos.
Ah! Em breve deveria ser-lhe desfeita a ilusão. Circulou em Roma a notícia de que a estátua de Nero fora danificada por pequeno grupo de cristãos e, sem verificar se isso era ou não verdade, o imperador começou a castigá-los mais que antes.
Dessa vez Tessa e sua amiguinha não escaparam. Foram levadas por soldados e postas em celas separadas, entre outros infelizes prisioneiros, todos condenados à morte.
Chegou a manhã do fatal dia em que todos deveriam ser lançados às feras. As celas em que estavam encerrados os crentes eram prisões ao redor da grande arena, ou circo, e a ela davam acesso, separadas por barras de ferro. Através dessas barras, os infelizes prisioneiros que ainda esperavam sua vez, viam os companheiros sendo mandados à morte.
Os assentos ao redor do vasto circo elevavam-se fileira sobre fileira e estavam tomados por pessoas que se compraziam em assistir a esses terríveis espetáculos. Ninguém os apreciava mais que o próprio Nero. Lá estava ele no camarote imperial, numa espécie de embriagado torpor, contemplando a tortura dos cristãos.
As últimas a serem mandadas para a arena foram Estela e a velhinha. Ao ver Tessa, a menina exclamou: “Oh, Mamãe!”. Correu para ela pondo-lhe os braços em volta do pescoço. Estela não viu os leões, nem o imperador, nem o vasto auditório que a contemplava, mas unicamente a amiga, a quem estreitou nos braços.
De repente Tessa soltou um grito penetrante. “Olhe”! Disse ela apontando para frente, com mão trêmula. Estela voltou-se. Enorme leão africano para elas se dirigia com passo lento e majestoso.
Tessa ajoelhou-se e começou a orar. Estela, encarando o leão, postou-se firmemente em frente da senhora, como para protegê-la. Nessa posição, olhava resolutamente ao animal, enquanto de todos os lados se levantavam murmúrios de admiração. Até o imperador, surpreso ante a estranha cena, inclinou-se para frente.
O leão avançava. Estela estendeu os braços para fechar o caminho entre a fera e sua mãe adotiva. Os romanos nunca tinham visto tanta coragem, e estrepitosos aplausos encheram o ar.
Ao ver o que aconteceu caminhou-se para o terrível animal, ajoelhou-se e, pondo-lhe os braços em volta do pescoço, acariciou-o suavemente. Ele deteve-se por um momento, entre os braços da jovem, e depois, vagarosa e calmamente, voltou-se e foi-se embora.
Nero riu-se. Agradou-lhe a romântica cena. Essa pequena fez alguma coisa nova, disse ele. Não vemos todos os dias tal coragem. Que ela e a mãe sejam postas em liberdade.
Minutos depois, ambas se dirigiam para casa, louvando a Deus pelo milagre que operara para salvá-las.

http://wata-eh-legal.blogspot.com.br/2007/06/jornada-52-histrias-infantis-452.html

DATAS COMEMORATIVAS DE AGOSTO DE 2017

AGOSTO

 01 · Dia Nacional do Selo
 03 · Dia do Tintureiro
 03 . Dia do Capoeirista
 05 · Dia Nacional da Saúde
 08 · Dia do Pároco
 11 · Dia da Televisão
 11 · Dia do Advogado
 11 · Dia do Estudante
 11 · Dia do Garçom
 11 . Dia Internacional da Logosofia
 11 . Dia dos Advogados
 12 · Dia Nacional da Artes
 13 · Dia do Economista
 13 .  Dia dos Pais
 14. Dia do Cardiologista
 15 · Assunção de Nossa Senhora
 15 · Dia da Informática
 15 · Dia dos Solteiros
 16 . Dia do Filósofo
 19 · Dia do Artista de Teatro
 19 · Dia Mundial da Fotografia
 20 . Dia dos Maçons
 22 · Dia do Folclore
 22 . Dia do Supervisor Escolar
 23 · Dia da Injustiça
 24 · Dia da Infância
 24 · Dia dos Artistas
 24 · Dia de São Bartolomeu
 25 · Dia do Feirante
 25 · Dia do Soldado
 27 · Dia do Corretor de Imóveis
 27 · Dia do Psicólogo
 28 · Dia da Avicultura
 28 · Dia dos Bancários
 29 · Dia Nacional do Combate do Fumo
 31 · Dia da Nutricionista 

http://www.arteducacao.pro.br/calendario-2017.html

Pense nisso - ligue os pontos

Pense nisso - ligue os pontos

Todos nós vivemos sob o mesmo sol...
Todos nós caminhamos sob a mesma lua.
Então por que, diga me por que,
não podemos viver em união?
Mark Hudson

















http://wata-eh-legal.blogspot.com.br/2007/08/pense-nisso.html

Como plantar feijão no copo?

Como plantar feijão no copo?




A primavera está quase chegando e daqui a pouco vamos ver as ruas, escolas e jardins todos cheios de flores de todas as cores.
Margaridas, rosas, lírios, gardênias... são muitos os tipos e muitos os perfumes mas, infelizmente, nem todas são muito fáceis de cuidar e cabem em qualquer lugar.
Mas em compensação outras plantinhas cabem em qualquer lugar e você pode plantar sozinho. O feijão é um exemplo.
Vamos aprender a plantar um feijãozinho?
Você vai precisar de:

Um copo plástico descartável




Cerca de 5 gramas de algodão esterilizado (para evitar a proliferação de fungos e bactérias)




Um grão de feijão




Água




Como plantar!
Primeiro você precisa umedecer o algodão com a água. Depois forre o fundo do copo descartável com o algodão umedecido.
Coloque seu feijão sobre o algodão, coloque o copo em um local iluminado e não deixe o algodão secar. Vá colocando água sempre e aos pouquinhos.
Mais ou menos em 3 dias a raiz começará a aparecer e um pouco mais tarde seu feijão vai começar a nascer.
Mudando de lugar

Mas nada de deixar o feijão lá para sempre hein? Quando o feijão atingir cerca de 20cm, é a hora de retirar o feijão do copo pois ele já esta bem grandinho e a reserva nutritiva já acabou. Se ele continuar no algodão pode até morrer.
Ai é só você procurar um lugar com bastante terra, pode ser no seu jardim, na casa do vovô ou da vovó, na casa do vizinho (só se ele deixar hein?)
Nesta etapa você vai precisar da ajuda de um adulto para cavar um buraco de cerca de 10cm de diâmetro, por 10cm de profundidade.
Regue bem seu feijãozinho e depois de alguns meses ele já estará lindo e bem grandão.
Quem sabe você também não entra na história como aconteceu com João e o Pé de Feijão?
 

Projeto Primavera 2 - Educação Infantil


Poesias

NO JARDIM
HELENA PINTO VIEIRA



JARDINEIRO, JARDINEIRO
VAI REGAR O TEU CANTEIRO
LINDAS FLORES
LINDAS FLORES
COLHERÁS O ANO INTEIRO


VEJA TAMBÉM




PRIMAVERA
CLEVANE PESSOA DE ARAÚJO LOPES


A PRIMAVERA EXPLODIU
EM FOLHAS E CORES NOVAS!
QUEM FEZ TUDO NINGUÉM VIU
MAS AS FLORES SÃO AS PROVAS...

PRIMAVERA
(autor desconhecido)


O JARDIM ESTÁ FLORIDO
LINDAS FLORES MULTICORES
TRAZENDO BORBOLETAS DE VÁRIAS CORES
FLORES COLORIDAS E PERFUMADAS
PASSARINHOS A CANTAR
É A PRIMAVERA QUE CHEGOU
PARA TODOS ALEGRAR

LINDA PRIMAVERA
ANTONIO CÍCERO DA SILVA


COMO VOCÊ É LINDA
É A PRIMAVERA
NO JARDIM DA BEM VINDA
HÁ FLORES LINDAS E BELAS.

NA PRIMAVERA
SURGEM AS ROSAS E OS CRAVOS
A NATUREZA IMPERA
NO SÍTIO DO ROSALVO.

O AR FICA CHEIROSO
FAZ BEM PARA AS NARINAS
TUDO SE TORNA FORMOSO
PARAÍSO DAS MENINAS.

LINDA PRIMAVERA
COM PÉTALAS A ABRIR
A COISA MAIS SINGELA
QUE PODEMOS ASSISTIR.

ÉPOCA DE ALEGRIA
QUE TRANSMITE MUITA CALMA
NADA DISSO EXISTIRIA
SE NÃO HOUVESSE A ALMA.

DESABROCHAM LINDAS FLORES
E CHEIROSAS TAMBÉM
DE ONDE SURGEM OS FRUTOS
E EXCELENTES ARES CONTÊM. 
 
http://wata-eh-legal.blogspot.com.br/2007/09/projeto-primavera-2-educao-infantil.html

Quem foi Galileu Galilei?

Quem foi Galileu Galilei?

http://3.bp.blogspot.com/_KgKSVAiXU98/SWHwLOt7zSI/AAAAAAAAARY/uE2e5eZo1oU/s400/galileu3.bmp


Galileu Galilei, nasceu na Itália, na cidade de Pisa em 15 de fevereiro de 1564, dia da morte de Michelangelo e cerca de vinte anos após a publicação do De revolutionibus. Galileu morreu em 8 de Janeiro de 1642 na cidade de Arcetri, curiosamente o mesmo ano do nascimento de Isaac Newton.
Galileu, para satisfazer os desejos de seus pais, iniciou sua vida acadêmica estudando medicina. Galileu não permaneceu muito tempo dedicado a esses estudos, passando logo a demonstrar interesse pelos estudos de geometria e na construção de máquinas simples, aparentemente sob influência da leitura dos trabalhos de Arquimedes. Quando tinha 25 anos, tornou-se professor de matemática da Universidade de Pisa, onde permaneceu por alguns anos. Em seguida ganhou uma cátedra na Universidade de Pádua, em Veneza.
A partir de então dedicou-se aos estudos que deixaram uma marca importante na história da Mecânica e da Física. Podemos lembrar outros grandes trabalhos de Galileu além dos "Diálogos": Pêndulo de Galileu, planos inclinados, telescópios e "De Motu"(Sobre o Movimento), onde Galileu discorria sobre a queda dos corpos.

Contexto Histórico

Na época em que Galileu Galileu realizou suas mais importantes descobertas a Itália era um país dividido. A maior parte dos estados estava sob a poderosa influência da igreja e o Santo Oficio, que lutavam contra os avanços da reforma protestante, através da inquisição. Com isso a Igreja sentenciava com pesadas condenações, atitudes e palavras que pudessem ser consideradas heréticas.
Por outro lado, era também o pais do renascimento. As grandes modificações que ocorreram nas artes e nas ciências com a revalorização da cultura clássica grega transformaram profundamente a visão que os homens tinham do mundo. Leonardo Da Vinci, através da perspectiva, criara obras primas de precisão e equilíbrio. Antigos manuscritos haviam sido traduzidos para o latin e publicados na forma de livros. Entre eles, podemos citar as obras de Euclides e Arquimedes.
A passagem de três cometas em 1618 foi descrita no livro "O Ensaiador" por Galileu, que explicou o movimentos dos cometas a partir da teoria de Copérnico. Isso fez com que o Papa Urbano VIII obrigasse Galileu a escrever um outro livro, onde deveria apresentar os argumentos da teoria de Aristóteles e de Copérnico; mas a conclusão deveria ser que Aristóteles tinha a razão. Nove anos mais tarde, Galileu acabou o seu livro "Diálogo sobre dois sistemas capitais do Mundo". O livro provocou tal perturbação, que Galileu foi julgado por heresia. Os seus fiéis amigos convenceram o Papa a converter a sentença de morte em prisão perpétua. Galileu ficou sob prisão domiciliária e os seus livros foram proibidos. Inicialmente esta situação deixou Galileu deprimido e chegou mesmo a estar gravemente doente. Mas recuperou, e nos seus últimos anos fez importantes descobertas no campo da Mecânica.
A sua última obra - "Duas novas ciências" - lançou os alicerces para as descobertas de Isaac Newton. A obra foi publicada apenas na Holanda, país suficientemente afastado da influência da Igreja.
Galileu contraiu uma infecção na vista, que o cegou progressivamente. Mesmo assim, trabalhou até ao final da vida com a ajuda de assistentes. Morreu a 8 de Janeiro de 1642, durante o sono.
Análise
A Terceira Jornada vai ocupar-se dos astros do sistema solar e do seu movimento em torno do Sol. O Diálogo inicia-se com a comparação das observações de medidas angulares de doze astrónomos sobre a «estrela nova
de 1572 que apareceu na Cassiopeia», permitindo a Galileu mostrar que a
estrela, muito provavelmente, se encontrará na esfera das estrelas fixas o
que permitirá concluir da corruptibilidade dos céus. São apresentados muitos
cálculos detalhados. O modelo heliocêntrico é apresentado como um modelo
que está de acordo com as observações astronómicas, dizendo Salviati: «(...)
limito-me a apresentar as razões naturais e astronómicas que poderei invocar
em favor das duas posições, deixo aos outros o cuidado de decidir; e
finalmente esta decisão não deverá ser ambígua , já que uma das constituições
do universo será necessariamente verdadeira e a outra necessariamente falsa
(...)»
Na exposição de Galileu há uma grande simplificação sobre o movimento dos planetas em torno do Sol, ignorando-se, por exemplo, o modelo
das órbitas elípticas de Kepler. Estes factos são justificados pelo objetivo
do autor que era claramente «quebrar a resistência em relação aos
movimentos da Terra, de modo a usá-los na explicação as marés» que será feita na Quarta Jornada detalhadamente.


Na Terceira Jornada Salviati apresenta alguns argumentos de Galileu favoráveis ao movimento anual da Terra. Iniciando por uma discussão premilinar sobre a concepção aristotélica da Terra, sendo ela o centro das revoluções dos planetas. Salviati pede que Sagredo e Simplício apresentem suas razões, aristotélicas ou de outros, para que possam discutir.
Simplício - A primeira e máxima dificuldade é a aversão e a incompatibilidade existentes entre o estar no centro e o estar afastado do centro: porque, quando o globo terreste tivesse que mover-se em um ano pela circunferência de um círculo, ou seja, pelo zodíaco, é impossível que, ao mesmo tempo, ele esteja no centro do zodíaco; mas que a Terra esteja em tal centro, é de muitos modos provado por Aristóteles, por Ptolomeu e por outros.
Neste trecho fica clara a posição de Simplício sobre o movimento da Terra, e deste trecho em diante Salviati começa a defesa do modelo copernicano.
Simplício - Mas a partir do que concluís que não é a Terra, mas o Sol que está no centro das revoluções dos planetas?
Salviati - Conclui-se a partir de observações evidentíssimas, e por isso mesmo necessariamente concluentes; das quais as mais palpáveis, para excluir a Terra desse centro e colocar nele o Sol, são o encontrarem-se todos os planetas ora mais próximos e ora mais afastados da Terra, com diferenças tão grandes,
que, por exemplo, Vênus, quando afastadíssima, encontra-se seis vezes mais distante de nós que quando está mais próxima, (...)

Salviati rebate os argumentos de Aristóteles de que a distancia dos planetas eram sempre iguais ao redor da Terra, porém os cálculos de Galileu são grosseiros, mas mesmo assim podemos considerar os argumentos apresentados válidos e favoráveis a Salviati.

Além disso, Galileu em sua obra, através de Salviati, lembra da mudança da figura de Vênus, fases de Vênus:

Salviati - (...) De Vênus e de Mercúrio tem-se certeza de que guram em torno do Sol, porque nunca se afastam muito dele e porque os vemos ora acima, ora abaixo, como se conclui necessariamente da mudança da Figura de Vênus.

Sabemos q Vênus apresenta uma oscilação em relação ao Sol, variando de 42 a 258 milhões de km, essa variação tem como consequência da visualização de direfentes fases; assim como Mercúrio, que se afasta de 92 a 208 milhões de km da Terra.
Para apoiar a idéia do heliocentrismo, Salviati também se utiliza de argumentos orbservacionais, principalmente às discrepâncias relacionadas ao movimento retrógrado dos planetas em relação as estrelas fixas. As irregularidades dizem respeito não só às diferentes velocidades em relação às estrelas fixas, mas ao movimento do próprio planeta, produzindo paradas e retrogradações. Antes do modelo copernicano, essas anomalias eram tratadas como aperfeiçoamentos necessários através de artifícios matemáticos.
Salviati - Vós não vos enganais: porque, quanto à operação do movimento diurno nos corpos celestes, ela não era, nem podia ser outra que aquela de fazer que o universo parecesse correr preciptadamente em sentido contrário; mas esse movimento anul, misturando-se com os movimentos particulares de todos os planetas, produz muitíssimas extravagâncias, as quais até agora fizeram perder a cabeça a todos maiores homens do mundo. Mas retornando às primeiras apreensões gerais, replico que o centro das rotações celestes dos cindo planetas, Saturno, Júpiter, Marte, Vênus e Mercúrio é o Sol; e será também do movimento da Terra, se acontecer de a colocarmos no céu.
Mesmo diante das evidencias observacionais, Simplício ainda tem dificuldades de enteder o modeo proposto por Salviati.
Simplício - Ainda não consigo entender bem essa estrutura; e pode ser que, fazendo um desenho, compreender-se-á melhor e poder-se-á discuti-la com maior facilidade.
Salviati - Que assim seja: ou antes, para vossa maior satisfação e surpresa, quero que a desenheis vós mesmos, vendo como, não acreditando entendê-la, a compreendeis perfeitamente; e respondendo apenas às minhas interrogações descrevê-la-eis pontualmente.
Salviti faz com que Simplício desenhe o sistema do universo a partir das aparências. onde Simplício começa a construir com a ajuda das questões feitas por Salviati a ordenação dos corpos planetários. E ao final temos a figura a seguir (figura1).
Figura 1 - desenho de Simplício
Ao final do desenho:
Salviati – Portanto, Sr. Simplício, já acabamos de ordenar os corpos do mundo de acordo com a distribuição de Copérnico, e isto foi feito pela vossa própria mão: além disso, a todos atribuístes movimentos próprios, excetuando-se o Sol, a Terra e a esfera estelar; e atribuístes a Mercúrio e a Vênus o movimento circular em torno do Sol, sem conter a Terra: em torno do mesmo Sol fizeste mover três planetas superiores, Marte, Júpiter, Saturno, compreendendo a Terra dentro de seus círculos; a Lua depois não se pode mover de outra maneira que em torno da Terra, sem conter o Sol; e também nestes movimentos estais de acordo com o mesmo Copérnico.
Galileu encarra com isso mais uma parte de sua argumentação, provando que o Sol é o centro das revoluções planetárias, excluídas a Lua e a própria Terra.
Salviati também argumenta a favor do heliocentrismo mostrando a simplicidade que o modelo oferece, tal simplicidade é bem vista por Sagredo, mas ainda fazendo objeções a Salviati.
Sagredo - Vejo-o muito bem; mas assim como desta simplicidade recolheis uma grande probabilidade para a verdade de tal sistema, outros, ao contrário, poderiam talvez fazer deduções opostas, duvidando, não sem razão, como, sendo esras antiqüíssima constituição dos pitagóricos tão bem adequarada às aparências, pôde depois durante a evolução de milhares de anos ter tido tão poucos seguidores, ter sido refutada pelo mesmo Aristóteles, e depois do mesmo Copérnico ter continuado com a mesma sorte.
Falta ainda esclarecer sobre os movimentos retrógrados dos planetas e Galileu faz isso no trecho a seguir, partindo de uma indagação de Sagredo.
Sagredo – Desejaria enteder melhor como funcionam no sitema copernicano essas paradas, regressos e avanços, que sempre me pareceram grandes improbabilidades.
Salviati – Vós, Sr. Sagredo, vereis que procedem de tal modo, que esta única conectura deveria ser suficiente, para que não fosse teimoso e indisciplinado, para fazê-lo prestar assentimento a todo o resto de tal doutrina. Digo-vos, portanto, que, sem nada mudar no movimento de Saturno de 30 anos, no de Júpiter de 12 anos, no de Marte de 2 anos, no de Vênus de 9 meses, e naquele de Mercúrio de 80 dias aproximadamente, é somente o movimento anual da Terra entre Marte e Vênus que causa as desigualdades aparentes nos movimentos de todas as 5 estrelas designadas: e para uma fácil e plena compreensão de tudo isso, traçarei uma figura (Figura 2).

Figura 2 – Traçado das posições dos planetas
(...) Vede, Senhores, com quanta facilidade e simplicidade o movimento anual, quando fosse a Terra, está acomodado a fornecer as razões das extravagâncias aparentes que se observam nos movimentos dos cinco planetas, Saturno, Júpiter, Marte, Vênus e Mercúrio, eliminando todas e reduzindo-as a movimentos uniformes e regulares: e foi Nicolau Copérnico o primeiro a deixar evedente a causa desse maravilhoso efeito. Mas de um outro efeito, não menos admirável que estee que com um nó talvez mais difícil de ser desatado força o intelecto humano a admitir essa rotação anual e deixá-la para nosso globo terrestre, uma nova e inopinável conjectura é-nos proporcionada pelo próprio Sol, o qual mostra não querer omitir-se da confirmação de uma conclusão tão insigne mas, antes, querer fazer parte de tudo como testemunha maior de cada exceção.
Com isso Salviati demonstra que o movimento da Terra em relação ao Sol é que resulta nos movimentos retrógrados dos planetas. Terminando a Terceira Jornada dos Diálogos, ainda se debate sobre as manchas solares e a rotação do Sol.
O que teria levado Galileu a condenação?
Bibliografia
Augusto J.S. Fitas Notas de «História das Ideias em Física» (cap.3-Galileu)

50 Músicas Infantis

50 Músicas Infantis

Vou fazer uma pequena brincadeira de memória que li num blog... mas com músicas infantis.

e tem tudo a ver com o Dia das Crianças
A idéia é listar 50 músicas... pode ser o nome da música ou pedaço da letra.

começou...

1 - Piuí Abacaxi -Trem da Alegria
2- Dedinhos - Eliana
3 - Abecedário da Xuxa
4 - era uma casa muito engraçada / não tinha teto, não tinha nada / ninguém podia entrar nela, não / porque na casa não tinha chão ...
5 - Cinco patinhos - Xuxa
6 - O Sapo Não Lava o Pé
7 - Se Essa Rua Fosse Minha
8 - Formiga Bossa Nova - Adriana Partimpim
9 - A dona aranha subiu pela parede...
10 - Se você está contente bata palmas...
11 - Galinha Magricela - Balão Mágico
12 - Pintinho amarelinho
13 - Boi da Cara Preta
14 - A Canoa Virou
15 - Alecrim
16 - Farofa fa
17 - Orquestra dos Bichos - Trem da Alegria
18 - Escravos de Jó
19 - Passo do elefantinho
20 - No Mundo da Lua
21 - Biquini de bolinha amarelinha
22 - 1,2,3 indiozinhos
23 - Marcha soldado
24 - Pra Ver Se Cola
25 - Fui Morar Numa Casinha

26 - Brilha Bilha Estrelinha
27 - Ciranda, Cirandinha
28 - Coelhinho da Páscoa
29 - O Cravo Brigou com a Rosa
30 - bananas de pijama, descendo as escadas...
31 - Papagaio Loro
32 - Pirilito que Bate Bate
33 - Uma minhoquinha faz ginastiquinha....
34 - Nesta rua Nesta rua....
35 - Pato Pateta
36 - O Anel que Tú Me Deste
37 - Carangueijo Não é Peixe
38 - O trem de ferro
39 - O jipe do padre
40 - O balão vai subindo
41 - A barata diz que tem
42 - Fui no Itororó
43 - Coelhinho bossa nova
44 - Samba lê, lê
45 - Eu sou pobre, pobre de marré, marré
46 - Ratinho Tomando banho - Castelo Ra Tim Bum
47 - Plunct Plact Zuuum
48 - Ursinho pimpão
49 - A Do Le Ta
50 - Corre Cotia


 
 http://wata-eh-legal.blogspot.com.br/2007/09/50-msicas-infantis.html

Dinâmicas de Grupo - dinâmica Amigos de Jó...

Dinâmicas de Grupo - dinâmica Amigos de Jó


AMIGOS DE JÓ

Objetivo do Jogo: Cantando a música "Amigos de Jó", todo o grupo tem que deslocar-se na cadência e realizar os movimentos propostos formando uma espécie de balé brincalhão.
Propósito: O propósito é fazer do jogo-dança um momento de união do grupo e proporcionar um espaço de adequação do ritmo grupal. Podem ser trabalhados Valores Humanos como:
Ÿ Alegria e Entusiasmo pela brincadeira do grupo (diversão entre erros e acertos);
Ÿ Harmonia na busca do ritmo grupal;
Ÿ Parceria e Respeito para caminhar junto com o outro.
Recursos:
Ÿ espaço físico mínimo de 35 m2
Ÿ círculos no chão (bambolês, círculos desenhados de giz ou barbantes) em número igual ao de participantes dispostos em um grande círculo.
Número de Participantes: Pode ser jogado com um mínimo de 16 pessoas até quantos o espaço permitir.
Duração: Grupos pequenos jogam em cerca de 15 minutos; grupos maiores precisam de mais tempo para administrar a adequação rítmica.
Descrição:
Cada participante ocupa um bambolê ou círculo desenhado no chão.
A música tradicional dos "Escravos de Jó" é cantada com algumas modificações:
"aMigos de Jó joGavam caxanGá. Tira, Põe, Deixa Ficar, fesTeiros com fesTeiros fazem Zigue, Zigue, Zá (2x)"
O grupo vai fazendo uma coreografia ao mesmo tempo em que canta a música. A cadência das passadas é marcada pelas letras maiúsculas na música.
"aMigos de Jó joGavam caxanGá." : são 5 passos simples em que cada um vai pulando nos círculos que estão à sua frente.
"Tira": pula-se para o lado de fora do círculo
“Põe": volta-se para o círculo
"Deixa Ficar": permanece no círculo, agitando os braços erguidos
"fesTeiros com fesTeiros": 2 passos para frente nos círculos
"fazem Zigue, Zigue, Zá" : começando com o primeiro passo à frente, o segundo voltando e o terceiro novamente para frente.
Quando o grupo já estiver sincronizando o seu ritmo, o(a) focalizador(a) pode propor que os participantes joguem em pares. Neste caso, o número de círculos no chão deve ser igual à metade do número de participantes, as pessoas ocupam um círculo e ficam uma ao lado da outra com uma das mãos dadas. Além disso, quando o grupo cantar "Tira..." o par pula para fora do círculo, um para cada lado e sem soltar as mãos.
E por que não propor que se jogue em trios e quartetos??
Dicas:
Este jogo-dança é uma gostosa brincadeira que exige uma certa concentração do grupo para perceber qual é o ritmo a ser adotado. É prudente começar mais devagar e se o grupo for respondendo bem ao desafio, sugerir o aumento da velocidade.
O respeito ao parceiro do lado e a atenção para não machucar os pés alheios são toques interessantes que a pessoa que focaliza o jogo pode dar.
Quando o grupo não está conseguindo estabelecer um ritmo grupal, o(a) focalizador(a) pode oferecer espaço para que as pessoas percebam onde está a dificuldade e proponham soluções. Da mesma forma, quando o desafio já tenha sido superado e o grupo queira continuar jogando, há espaço para criar novas formas de deslocamento e também há abertura para outras coreografias nesta ou em outras cantigas do domínio popular.
Vale dizer que o pessoal ri muito, que é um jogo legal para descontrair, para festinhas de criança e festonas de adultos, aulas na escola, treinamentos de gestão de pessoas buscando o ritmo de trabalho do grupo. O jogo pode acompanhar reflexão sobre temas de interesse específico ou simplesmente ser jogado pelo prazer de jogar-dançar.

http://wata-eh-legal.blogspot.com.br/2007/10/dinmicas-de-grupo-dinmica-amigos-de-j.html

Reflexão e autoconhecimento - Dinâmica da Carta ...

Reflexão e autoconhecimento - Dinâmica da Carta

Dinâmica para o auto-conhecimento, nela você escreve uma cara para você mesmo, é um ótimo treino para reflexão, é realizada com materiais baratos e fáceis. 
http://3.bp.blogspot.com/_tfeDIR41mZ0/ShwpW7Ip83I/AAAAAAAAAbw/T423FSoCUzU/s400/carta5.jpg
 
CARTA A SÍ PRÓPRIO
Objetivos: Levantamento de expectativas individual, compromisso consegue próprio, percepção de si, autoconhecimento, sensibilização, reflexão, automotivação, absorção teórica.
Participantes: Indiferente
Recursos: Envelope, sulfite, caneta.
Tempo: 20 min
Instruções:
Individualmente, cada treinando escreve uma carta a si próprio, como se estivesse escrevendo a seu (sua) melhor amigo (a).
Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera do evento (curso, seminário, etc.), como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias.
Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa).
O Facilitador recolhe os envelopes endereçados, cola-os perante o grupo e, após 45 dias aproximadamente, remete ao treinando (via correio ou malote).

Dinâmicas de Grupo - ATITUDES EMPRESARIAIS...

Dinâmicas de Grupo - ATITUDES EMPRESARIAIS

ATITUDES EMPRESARIAIS
Dia 27/07. Sua equipe não fez ainda 20 % da meta estabelecida. O que você faria? Que problemas você acredita que eles estariam enfrentando para não vender?
Faz 2 meses que um de seus vendedores não produz a contento. Quando lhe é perguntado o porque, percebe-se que está com um problema emocional. O que faria diante da pressão constante?
Seu gerente solicita mudança de estratégia para o próximo mês. Coloca que você e sua equipe foram os últimos no mês passado e que estão sendo avaliados por isso. Qual atitude prática tomaria?
Em uma pesquisa realizada por sua equipe, foram compilados os seguintes dados:
80% de sua equipe diz que você não negocia e não consegue intervir de maneira eficaz, não resolvendo e nem intermediando as necessidades da equipe, não mantendo assim, um bom clima.
50% estão insatisfeitos com tal situação e desejam trocar de equipe;
O que faria?
O Sr. Vale solicita uma reunião com você, pois quer saber o que está impedindo a equipe do “Novo” se projetar, já que acredita nestes potenciais. Quer saber sua percepção. O que falaria?
O que você diria e qual a sua percepção:
“Quem trabalha muito, erra mais,
Quem trabalha pouco, erra menos,
Quem não assume nada, não erra,
Quem não erra, é promovido.”
Sua equipe solicita uma reunião com você, para dizer da decepção, pois acreditavam que uma pessoa “recém-vendedora” não esqueceria que tão rápido das deficientes que a equipe enfrenta e do que ela precisa para melhorar. Porque você não está conseguindo?
Seus pares de trabalho não estão lhe apoiando, uma vez que não concordaram que tenha sido você, o melhor no processo seletivo. Seu gerente está esperando um resultado global e integrado, mesmo porque, ele confia que você como recém admitido poderá superar suas expectativas. Qual sua atitude?
O que você diria e faria para não decepcionar no 1º mês de supervisão, já que sua gerência estipulou uma meta elevada e que tem certeza que superará sua expectativa?
Se te dessem a oportunidade de ser o (a) supervisor (a) entre estes o que você gostaria de lhes mostrar?
O que você prefere: Reduzir custos ou aumentar ganhos? Porque? Como faria ?
Quais são suas expectativas para ser supervisor?
* Que tipo de atitude teria ao se deparar com um vendedor que seja mais “solto” e sempre esbarra nas normas internas da Empresa?

http://wata-eh-legal.blogspot.com.br/2007/10/dinmicas-de-grupo-atitudes-empresariais.html

A IDADE DE SER FELIZ

A IDADE DE SER FELIZ

Acabei de receber este bom texto por email e resolvi publicar por aqui! espero que curtam!
É sempre bom ler bons textos!

A IDADE DE SER FELIZ

Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração
do instante que passa...

Mário Quintana
http://wata-eh-legal.blogspot.com.br/2007/10/idade-de-ser-feliz.html

Instruções para a vida...

Instruções para a vida

Instruções para a vida
(Sempre temos valores a agregarmos em nossas vidas.)

1. Dê para as pessoas mais do que elas esperam, faça isto com alegria.
2. Memorize seu poema favorito.
3. Não acredite em tudo que você ouve, não gaste tudo que você tem, e não durma tudo que você gostaria.
4. Quando você diz, "eu te amo", acredite nisso.
5. Quando você diz, "me desculpe", olhe nos olhos.
6. Prepare-se pelo menos seis meses antes do casamento.
7. Acredite no amor a primeira vista.
8. Nunca ria dos sonhos de alguém.
9. Ame profundamente e apaixonadamente. Você pode se ferir, mas é o único modo de viver plenamente.
10. Nas divergências , discuta com calma. Não ofenda.
11. Não julgue as pessoas por seus familiares.
12. Fale devagar, mas pense rápido.
13. Quando alguém lhe fizer uma pergunta que você não queira responder, sorria e pergunte: "Por que você quer saber?".
14. Lembre-se que grandes amores e grandes conquistas envolvem grandes riscos.
15. Telefone para sua mãe.
16. Diga "saúde" quando alguém espirrar.
17. Quando perder uma causa, não perca a lição.
18. Lembre-se de três coisas: respeite-se; respeite o próximo, seja responsável.
19. Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade.
20. Quando você perceber que errou, dirija-se ao caminho correto.
21. Sorria quando atender o telefone. O ouvinte sentirá isto em sua voz.
22. Case-se com alguém que você gosta de conversar. Quando você envelhecer, esta característica será tão importante quanto as outras.
23. Reserve algum tempo para ficar só.
24. Abra seu coração para as mudanças, mas não abandone seus valores.
25. Lembre-se que o silêncio às vezes é a melhor resposta.
26. Leia mais livros e assista menos televisão.

29. Um ambiente agradável em sua casa é muito importante. Faça tudo que puder para manter um lar harmonioso e tranqüilo.
30. Leia nas entrelinhas.
31. Preserve a natureza.
32. CUIDE DA SUA PRÓPRIA VIDA.

http://wata-eh-legal.blogspot.com.br/2007/10/instrues-para-vida.html

Dia das Bruxas Travessuras ou Gostosuras?

Dia das Bruxas Travessuras ou Gostosuras?

Dia das bruxas


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Um Jack da lanterna.O Dia das Bruxas (Halloween é o nome original na língua inglesa) é um evento de cariz tradicional e cultural, que ocorre nos países anglo-saxónicos, com especial relevância nos Estados Unidos, Canadá, Irlanda e Reino Unido, tendo como base e origem as celebrações pagãs dos antigos povos celtas.

HISTÓRIA

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração.

Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente "fim do verão" na língua celta).

O fim do verão era considerado como ano novo para os celtas. Era pois uma data sagrada uma vez que, durante este período, os celtas consideravam que o "véu" entre o mundo material e o mundo dos mortos (ancestrais) e dos deuses (mundo divino) ficava mais tênue.

O Samhain era comemorado por volta do dia 1° de novembro, com alegria e homenagens aos que já partiram e aos deuses. Para os celtas, os deuses também eram seus ancestrais, os primeiros de toda árvore genealógica.

Etimologia

Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome atual da festa: Hallow Evening -> Hallowe'en -> Halloween. Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa.

Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve.

A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé.

Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses (povo de etnia e cultura celta) no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica.

ATUALIDADE

Com a conversão ao cristianismo dos povos europeus, foi-se estabelecendo a partir dos séculos IV e V o calendário litúrgico católico, surgindo as celebrações do Dia dos fiéis defuntos e do Dia de Todos-os-Santos, mitigando as referências às entidades pagãs e erodindo a popularidade da sua mitologia em favor da presença dos santos católicos.

Atualmente, além das práticas de pedir doces ou de vestir roupas de fantasias que se popularizaram inclusive no Brasil, podemos encontrar pessoas que celebram à moda celta, como os praticantes do druidismo (o druida era o sacerdote dos celtas) ou da wicca (considerada como uma forma de bruxaria moderna).

Um ritual habitual na noite de 31 de outubro é o de acender uma vela numa das janelas de casa, em homenagem aos seus ancestrais.

Muitos grupos se reúnem e meditam em volta de fogueiras para honrar seus mortos e seus deuses, com oferendas como frutas e flores, e terminam a festa compartilhando comida e bebida, música e dança. Uma boa bebida para essa época é o leite quente com mel, servido com pedaços de maçã e polvilhado com canela. Pode-se acrescentar o chocolate, que na época dos celtas não existia, mas que hoje é muito bem-vindo.


A festa para os cristãos


Os cristãos mais fiéis reprovam as festividades. Os católicos consideram-na inclusive como uma afronta ao Dia de Todos-os-Santos, portanto resistem ao evento relacionando-o aos modismos provenientes da cultura consumista norte-americana.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_das_bruxas#Hist.C3.B3ria


Mais história

A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma corrupção contraída do dia 1 de novembro, "Todo o Dia de Buracos" (ou "Todo o Dia de Santos"), é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo céltico.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).
O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en.

Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.

Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).

Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.

O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passa ser conhecido como o Dia das Bruxas.


Travessuras ou Gostosuras?(Trick-or-treat)


A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas, os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.

Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.


Abóboras e velas: Jack O'Lantern

(Jack da Lanterna)
A vela na abóbora provavelmente tem sua origem no folclore irlandês. Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz.

Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.

No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.

Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando.

Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.

Sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). Quem presta atenção vê uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. É Jack, procurando um lugar.

enganara Satã ao subir uma árvore. Jack então esculpiu uma imagem de uma cruz no tronco da árvore, prendendo o diabo para cima a árvore. Jack fez um acordo com o diabo, se ele nunca mais o tentasse novamente, ele o deixaria árvore abaixo.

De acordo com o conto de povo, depois de Jack morrer, ele a entrada dele foi negada no Céu, por causa de seus modos de malvado, mas ele teve acesso também negado ao Inferno, porque ele enganou o diabo. Ao invés, o diabo deu a ele uma brasa única para iluminar sua passagem para a escuridão frígida. A brasa era colocada dentro de um nabo para manter por mais tempo.

Os nabos na Irlanda eram usados como seu "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então o Jack O'Lantern (Jack da Lanterna), na América, era em uma abóbora, iluminada com uma brasa.


Bruxas

As bruxas têm papel importantíssimo no Halloween. Não é à toa que ela é conhecida como "Dia das Bruxas" em português. Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.

Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween. Então, à meia-noite, você veria uma bruxa!

A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores. Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos.

O gato preto é constantemente associado às bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os espíritos dos mortos. Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos. Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa.


Halloween pelo mundo

A festa de Halloween, na verdade, equivale ao Dia de Todos os Santos e o Dia de Finados, como foi absorvido pela Igreja Católica para apagar os vínculos pagãos, origem da festa. Os países de origem hispânica comemoram o Dia dos Mortos e não o Halloween. No Oriente, a tradição é ligada às crenças populares de cada país.

Espanha
Como no Brasil, comemora-se o Dia de Todos os Santos em 1º de novembro e Finados no dia seguinte. As pessoas usam as datas para relembrar os mortos, decorando túmulos e lápides de pessoas que já faleceram.

Irlanda
A Irlanda é considerada como o país de origem do Halloween. Nas áreas rurais, as pessoas acedem fogueiras, como os celtas faziam nas origens da festa e as crianças passeiam pelas ruas dizendo o famoso “tricks or treats” (doces ou travessuras).

México
No dia 1º comemora-se o Dia dos Anjinhos, ou Dia dos Santos Inocentes, quando as crianças mortas antes do batismo são relembradas.
O Dia dos Mortos (El Dia de los Muertos), 2 de novembro, é bastante comemorado no México. As pessoas oferecem aos mortos aquilo que eles mais gostavam: pratos, bebidas, flores. Na véspera de Finados, família e amigos enfeitam os túmulos dos cemitérios e as pessoas comem, bebem e conversam, esperando a chegada dos mortos na madrugada.
Uma tradição bem popular são as caveiras doces, feitas com chocolate, marzipã e açúcar.


Tailândia

Nesse país, existe o festival Phi Ta Khon, comemorado com música e desfiles de máscaras acompanhados pela imagem de Buda. Segundo a lenda, fantasmas e espíritos andam entre os homens. A festividade acontece no primeiro dia das festas budistas.

Alguns significados simbólicos:

a abóbora:
simboliza a fertilidade e a sabedoria

a vela:
indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral.

o caldeirão:
fazia parte da cultura - como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.

a vassoura:
simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da eletricidade negativa. Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas.

as moedas:
devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados.
os bilhetes:

os bilhetes com os pedidos, devem ser incinerados para que os pedidos sejam mais rapidamente atendidos, pois se elevarão através da fumaça.

a aranha -
simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.

o morcego -
simbolizam a clarividência, pois que vêem além das formas e das aparências, sem necessidades da visão ocular. Captam os campos magnéticos pela força da própria energia e sensibilidade.

o sapo -
está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.

gato preto - símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Universo

Cores:

Preto -
cor sacerdotal das vestes de muitos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes em geral. Cor do mestre.

Laranja -
cor da vitalidade e da energia que gera força. Os druidas acreditavam que nesta noite, passagem para o Ano Novo, espíritos de outros planos
se aproximavam dos vivos para vampirizar a energia vital encontrada na cor laranja.


Roxo - cor da magia ritualística.


Edição e formatação: Lilian Russo - http://www.ilove.com.br/lili/palavrasesentimentos/

Fontes de Referência:
Folha de São Paulo
Estadinho (30/10/1999)
Guia dos curiosos http://www.guiadoscuriosos.com.br/

Veja os filmes especiais para o dia!


Nada mais perfeito para o Halloween do que filmes de bruxas, você pode dar risadas, sentir medo e tudo o que quiser.

Saiba mais sobre os filmes e faça a sua escolha para curtir na noite de Halloween. Selecionamos filmes que não têm só bruxos, mas também muita gente malvada:

A Noiva Cadáver

Ilha Rá-Tim-Bum - O Martelo de Vulcano

Monstros S.A

Harry Potter e a Pedra Filosofal

Harry Potter e a Câmara Secreta

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

Harry Potter e o Cálice de Fogo

Xuxa e os Duendes

Xuxa e os Duendes 2

Peter Pan: De Volta à Terra do Nunca
 
http://wata-eh-legal.blogspot.com.br/2007/10/travessuras-ou-gostosuras.html