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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Anonymous expõe dados de Gilberto Kassab em protesto contra limites de internet


Gilberto Kassab pode ter voltado atrás no que disse sobre os limites da internet fixa, mas isso não aplacou a revolta popular contra a medida. O grupo de ativistas hackers Anonymous do Brasil decidiu expor informações sensíveis do ministro como forma de pressioná-lo contra as franquias da banda larga.


Os dados em questão são bastante pessoais, incluindo endereço, números telefônicos, informações bancárias. A página do Facebook diz que a ação foi tomada para demonstrar o que são “capazes de fazer contra um governo que parece ter perdido o medo do povo”.


Além de divulgar as informações, o grupo ainda convoca seus seguidores a tomarem ações de protesto contra o ministro, aproveitando os dados. Entre as ações recomendadas estão o cancelamento da internet na casa de Kassab, a entrega de 30 caçambas de entulho ao redor de sua residência e a contratação de serviços como Netflix, Spotify em seu nome.


O Anonymous também aproveitou para divulgar a estrutura de banco de dados da Anatel, embora não tenha apresentado nenhum arquivo comprometedor sobre a agência.


Fonte: Olhar Digital

Café pode melhorar a capacidade da memória, sugere pesquisa

Um estudo americano sugere que o café, além de servir como estimulante, ajuda a melhorar a memória. O estudo, publicado na revista especializada Nature Neuroscience, testou a memória de 160 pessoas durante 24 horas. Os pesquisadores observaram que pessoas que tomaram comprimidos de cafeína tiveram um desempenho melhor em testes de memória do que as que ingeriram placebos.


O estudo, da Universidade Johns Hopkins, envolveu pessoas que não bebiam ou consumiam produtos com cafeína regularmente. Os pesquisadores recolheram amostras de saliva dos voluntários para verificar os níveis de cafeína e os submeteram a um teste em que tiveram que olhar para uma série de imagens. Cinco minutos depois, parte deles recebeu um comprimido de 200 miligramas de cafeína, o equivalente à cafeína presente em uma xícara grande de café segundo os pesquisadores, ou então um placebo.


Os cientistas então recolheram outra amostra de saliva 24 horas depois. No dia seguinte, os dois grupos foram avaliados para ver a capacidade de reconhecer as imagens vistas no dia anterior. Os voluntários foram expostos a uma mistura de algumas das imagens vistas no primeiro dia com algumas imagens novas e também algumas imagens sutilmente diferentes.


Ser capaz de diferenciar entre os itens semelhantes, mas não idênticos, é chamado de padrão de separação e indica um nível mais profundo de retenção na memória. Entre os voluntários que consumiram cafeína, o número de pessoas capazes de identificar corretamente imagens "semelhantes" era maior que o que repondia - de forma errada - que eram as mesmas imagens.


"Se tivéssemos usado uma tarefa padrão de reconhecimento pela memória, sem estes itens semelhantes e enganadores, não teríamos descoberto o efeito da cafeína", disse Michael Yassa, que liderou o estudo. "Mas, estes itens exigem que o cérebro faça uma discriminação mais difícil, o que chamamos de padrão de separação, que parece ser o processo que é melhorado pela cafeína em nosso caso", acrescentou.


O período de apenas 24 horas pode parecer curto, mas não é este o caso para os estudos sobre a memória. A maior parte do esquecimento ocorre nas primeiras horas depois que a pessoa aprende algo.


Poucos efeitos
A equipe agora quer analisar o que acontece no hipocampo, o "centro de memória" do cérebro, para compreender o efeito da cafeína. Apesar dos resultados promissores, Michael Yassa afirmou que as pessoas não devem beber muito café ou tomar comprimidos de cafeína.


"Tudo com moderação. Nosso estudo sugere que 200 miligramas de café beneficiam aqueles não ingerem cafeína regularmente", disse Yassa. O cientista afirmou que pode haver um outro tipo de resposta o que "sugere que doses mais altas (de cafeína) podem não ser tão benéficas".


"Tenha em mente que, se você é um consumidor regular de cafeína, esta quantidade pode mudar", acrescentou. "E, claro, é preciso lembrar dos riscos para a saúde. Cafeína pode ter efeitos colaterais como nervosismo e ansiedade em algumas pessoas. Os benefícios precisam ser medidos em comparação com os riscos."


Para Anders Sandberg, do Instituto Futuro da Humanidade da Universidade de Oxford, o estudo demonstrou que tomar cafeína logo depois de ver as imagens "melhora o reconhecimento delas 24 horas depois, dando apoio à ideia de que ajuda o cérebro a consolidar o aprendizado".


"Mas, não houve melhora direta na memória de reconhecimento graças à cafeína. Ao invés disso, o efeito foi uma pequena melhora na habilidade de distinguir entre as novas imagens que pareciam com as antigas das que eram realmente as antigas." Para Sandberg, a cafeína pode ajudar uma pessoa a prestar mais atenção, mas a melhor forma de consolidar o aprendizado é dormir, o que pode ser um problema com o consumo de café.


Fonte: Terra

Facebook quer ler seus pensamentos e transformá-los em atualizações

De acordo com o site Business Insider, a empresa está buscando profissionais para trabalhar em uma plataforma de comunicações do futuro. Apesar de não haver definições nas descrições das vagas, Mark Zuckerberg já disse, uma vez, que acredita que as pessoas conseguirão compartilhar pensamentos com os amigos no futuro.


“Um dia, eu acredito que nós poderemos enviar pensamentos usando a tecnologia. Você só vai ser capaz de pensar em algo e seus amigos imediatamente serão capazes de experimentá-lo também, se você quiser”, afirmou o CEO, em uma sessão de perguntas e respostas.


A previsão de criação do novo produto é de dois anos e deve acontecer no Building 8, uma espécie de “Google X” do Facebook, divisão secreta da empresa que, segundo Zuckerberg, vai conectar mundos físicos e digitais.


Fonte: Olhar Digital

Williams anuncia retorno de Massa; Bottas vai para a Mercedes

Durou pouco a aposentadoria de Felipe Massa. Apenas um mês após deixar a Fórmula 1, o brasileiro foi anunciado pela Williams como piloto para a temporada 2017. A escuderia também anunciou a saída de Valtteri Bottas para a Mercedes, onde substituirá Nico Rosberg.


O brasileiro disse que, apesar da despedida do final do ano passado, ainda tinha a vontade de pilotar na F-1 e, por isso, voltou quando surgiu a oportunidade na Williams. "Minha intenção sempre foi correr em algum lugar e ainda tenho a paixão por correr e competir, Tenho também um forte amor pela Williams e eu curti muito os últimos três anos com com a equipe. Por isso, voltar para ajudar a dar estabilidade e experiência para a temporada de 2017 foi o que achei certo fazer".


"Tenho paixão por correr, por competir e lutar na pista. Minha volta não é simplesmente por ver a Fórmula 1 como melhor opção, mas sim por ver a Williams como a melhor opção. Não teria voltado para outra equipe", disse o piloto.


Com o anúncio, Massa tem a volta à Fórmula 1 confirmada menos de dois meses após fazer sua despedida oficial, no GP de Abu Dhabi do ano passado. Toda a movimentação do mercado de pilotos com menos de oito semanas para o início dos testes de pré-temporada - que serão realizados a partir de 27 de fevereiro, no Circuito de Montmeló, na Espanha - aconteceu após a surpreendente aposentadoria de Rosberg, anunciada apenas cinco dias após a conquista de seu primeiro título mundial.


"Creio que o que aconteceu no fim da temporada, com a inesperada retirada do Nico, provocou uma reviravolta única de eventos. Foi oferecida uma oportunidade fantástica ao Bottas e, como resultado, uma oportunidade surgiu para mim. Quando a mídia começou a noticiar um provável retorno meu, eu li que muitos fãs queriam que eu voltasse. Isso certamente pesou muito na minha decisão. Mas no final do dia, quando recebi o convite eu não pude recusar. Era a Williams", contou Massa.


"Ir para a atual campeã mundial é uma grande oportunidade para Valtteri. Ele é um piloto talentoso e foi ótimo trabalhar com ele ao longo de três anos. Desejo a ele o melhor para o próximo capítulo de sua carreira", completou o brasileiro.


A decisão colocou a Mercedes, que ganhou com sobras os últimos três campeonatos, em uma situação complicada, uma vez que todos os grandes nomes já estavam sob contrato para 2017. A solução, portanto, foi oferecer um desconto no fornecimento dos motores a uma de suas clientes, a Williams, em troca de Bottas, piloto com quatro temporadas de experiência e boas performances na carreira.


O time inglês, contudo, deixou claro que só liberaria o finlandês caso tivesse um piloto experiente para colocar em seu lugar e, por conta disso, procurou Massa.O brasileiro havia decidido deixar a Fórmula 1 por uma série de fatores, mas nunca escondeu que a falta de cockpits competitivos foi importante. Afinal, há meses a Williams já sinalizava com um acordo para promover a estreia do canadense Lance Stroll, o que foi confirmado após o anúncio de aposentadoria de Felipe. Massa, então, aceitou o convite.


A decisão da Williams de chamar de volta o piloto de 35 gerou algumas críticas da mídia especializada, mas a chefe Claire Williams afirmou que o time não tem dúvidas de que ele está preparado e motivado o suficiente.


"Não acho que ele queria necessariamente sair do esporte e ele disse que queria continuar correndo", afirmou a dirigente à TV britânica Sky Sports. "Esses caras correm desde os seis anos de idade, está no DNA deles, é o que eles sabem fazer. Se o Felipe voltar não acredito que haverá nenhuma falta de espírito competitivo nele. E também não traríamos um piloto sobre o qual teríamos qualquer tipo de dúvida a respeito de sua habilidade de fazer o serviço para nós."


Massa também rebateu críticas sobre seu retorno. "Desde que anunciei a minha aposentadoria no ano passado, eu comecei a estudar as opções e várias oportunidades se apresentarem para mim, e eu poderia ter aceitado. Entretanto, eu tomei esta decisão e este agora é meu foco", comentou.


"Será um ano empolgante com todas as mudanças de regulamento e passarei muito tempo com a equipe agora me preparando para a temporada. Ainda é muito cedo para fazer qualquer prognóstico, pois ainda não giramos o volante. Mas o que eu posso dizer é que estou empolhado para poder dirigir o FW40 quando os testes começarem no próximo mês", concluiu o brasileiro.


Fonte: UOL

Como cientistas usam dados para prever de epidemias a ataques terroristas...

Dados são o oráculo dos novos tempos. E quem os decifra são multidões formadas por especialistas e curiosos trabalhando em conjunto. Assim pode ser descrita a pesquisa científica que utiliza Big Data (imenso conjunto de dados armazenados) e a colaboração propiciada pela internet para entender e prever fenômenos que vão de epidemias a ataques terroristas.


O novo método só é possível porque não paramos de deixar rastros quando usamos as tecnologias digitais. Os números que você está gerando ao ler esta reportagem servirão para os jornalistas que a redigiram saberem o alcance que ela teve. Se fossem analisados com bons modelos matemáticos, poderiam indicar para o jornalista quais são os temas e qual o estilo de texto que você mais vai gostar no futuro próximo.


O que você busca no Google, as notícias que você clica, o que você publica nas redes sociais, tudo serve aos pesquisadores de dados.


"O ambiente digital virou um parque de diversões para recombinações de dados em larga escala", dizem Erik Brynjolfsson e Andrew Mcafee na obra "The Second Machine Age". E se reduzir as possibilidades de erro é o mais importante em um método científico, a ideia de diluir os erros em bilhões de bits de informações vindas de diversas fontes parece interessante.


O UOL preparou uma lista com exemplos de aplicação desse admirável mundo de números.


Prevendo epidemia de cólera, ebola e zika
Ao acompanhar a propagação da cólera após o terremoto de 2010 no Haiti, Rumi Chunara, pesquisadora da Escola de Medicina de Harvard, descobriu que as publicações feitas no Twitter eram tão precisas quanto os relatórios oficiais de saúde. Com uma diferença: é muito mais rápido detectar e monitorar a propagação da doença quando se utiliza as informações dos tuítes dos internautas.


Assim, mensagens e notícias que circulam na rede social possibilitam "obter uma visão inicial de uma epidemia em evolução", diz Chunara.


Para facilitar previsões de epidemias com o uso de Big Data, pesquisadores criaram o Microreact, uma plataforma de visualização e monitoramento de doenças em tempo real. Desenvolvida pelo Imperial College de Londres, a ferramenta permite que qualquer pesquisador do mundo compartilhe informações mais recentes sobre doenças. Ela já foi utilizada para monitorar surtos de ebola, zika e bactérias resistentes a antibióticos.


Prevendo alta de preços
Exemplos de previsões científicas feitas com seus dados não faltam. Imagine que você vai se mudar para outra cidade e quer comprar uma casa. Provavelmente fará uma pesquisa na internet, com alguns meses de antecedência, buscando no Google ou em um site de imóveis termos como "casa à venda", "x quartos", "cidade y", "bairro z". O que revelariam essas buscas?


Cientistas que usam Big Data fizeram o teste. Erik Brynjolfsson, diretor da iniciativa de economia digital do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), e Lynn Wu, professor da Universidade da Pensilvânia, pediram ao Google o acesso a dados sobre termos de pesquisa. Com eles em mãos, construíram um modelo estatístico para analisar mudanças no volume dos termos pesquisados. Conseguiram assim prever um aumento de vendas e preços em um bairro dos EUA com meses de antecedência, com erro baixíssimo em relação ao que se verificou na realidade e 24% mais preciso que a estimativa feita pela associação de corretores.


Descobrindo mudanças nas línguas e nas culturas
Para historiadores, linguistas e estudiosos da cultura, livros e documentos históricos são importante objeto de pesquisa. Até meados do século 20, a pesquisa demandava a leitura de milhões de páginas pelo próprio pesquisador. O Google possibilitou uma revolução no método ao digitalizar e disponibilizar mais de 20 milhões de livros publicados ao longo de vários séculos. Os estudos nas mais diversas áreas do campo das ciências sociais e humanas que utilizam Big Data estão sendo chamados de "culturomics".


Com a ajuda de um robozinho que lia rapidamente esse enorme repositório de palavras, a equipe de Jean-Baptiste Michel e Erez Lieberman Aiden, da Universidade de Harvard, analisou mais de 5 milhões de livros publicados em inglês desde 1800.


A leitura automatizada possibilitou descobrir, dentre outras coisas, que o número de palavras na língua inglesa aumentou em mais de 70% entre 1950 e 2000 e que o interesse pela teoria da evolução, de Charles Darwin, estava em declínio no século 20 até que Watson e Crick descobriram a estrutura do DNA.


Prevendo terrorismo
Robôs de Big Data devem ser uma importante arma no combate ao terrorismo. Antes de plantar uma bomba em Manhattan, que deixou 29 pessoas feridas em setembro passado, Ahmad Khan Rahami clicou em links de vídeos de grupos jihadistas, comprou material para fabricação de bombas no eBay e foi investigado por policiais por outros motivos. Ele era um chamado "lobo solitário". Robôs que ligassem os pontos e previssem suas ações poderiam ter coibido o ataque antes de ser consumado.


"Dados serão o combustível fundamental para a segurança nacional neste século", disse William Roper, do Departamento de Defesa dos EUA, em uma conferência em Washington.


Um problema do uso de Big Data para prever ataques terroristas é o risco de outro tipo de ataque: à privacidade das pessoas. Como revelou Edward Snowden, programas espiões do governo dos EUA vasculham as vidas dos cidadãos a todo momento. E um desafio para esse combate digital é o de convencer empresas como o Whatsapp a dar acesso aos dados criptografados dos usuários de seus serviços.


Solução colaborativa para prever explosões no Sol
Após 35 anos de pesquisa, a Nasa reconheceu em 2010 que não tinha um bom método para prever o início, a intensidade e a duração de explosões solares. Isso colocava em risco astronautas e satélites, que podiam ser alvo de repentina exposição a partículas solares. A agência espacial dos EUA, então, recorreu à colaboração massiva da internet.


A Nasa lançou um desafio na Innocentive, uma plataforma colaborativa para resolução de problemas científicos. Ninguém ali precisa ser especialista para baixar dados e propor soluções. E uma multidão de internautas trabalha sobre o problema. Um deles, Bruce Cragin, um engenheiro de rádio frequência aposentado, chegou à solução que permite prever as tais explosões com 8 horas de antecedência e 85% de precisão.


Ele ganhou um prêmio de US$ 30 mil pela ajudinha à gigante da astrofísica.


Um estudo feito sobre as soluções na Innocentive mostra que pessoas com experiência ou formação que não são seja diretamente ligada à área do problema são as mais propensas a apresentar soluções inovadoras.


Crie um bom algoritmo ou devoro-te
Na ciência do Big Data, matemática e estatística são os ingredientes da receita do bolo perfeito. E os cientistas estão sempre buscando boas medidas estatísticas para garantir o mínimo possível de erros. Pesquisadores das universidades de Princeton, Columbia e Harvard se uniram e conseguiram chegar a uma modelo que aumentou a taxa de acerto de previsões feitas em estudos de câncer de mama de 70% para 92%.


O autor principal do estudo é um cientista político. Isso mostra que nesse universo dados sobre células cancerígenas não se diferenciam de dados sobre comportamento de parlamentares em votações no Congresso.


Fonte: UOL

Homem é enterrado com US$ 55 mil para agradar a Deus no "julgamento final"

Um homem instruiu a mulher a enterrá-lo com US$ 55 mil (cerca de R$ 172 mil) para que ele possa agradar a Deus na hora do "julgamento final". A informação é do site Africa News.


Charles Obong, de Uganda, morreu em dezembro. Ele foi enterrado em um caixão metálico, junto de parentes, no norte do país. No entanto, o sujeito deixou uma instrução para que sua mulher depositasse a dinheirama junto com seus restos mortais.


A ideia de Obong é poder pagar Deus para que seus pecados sejam perdoados. Ele só não contou quais pecados eram esses. Obongo foi funcionário do ministério do Serviço Público de Uganda por dez anos.


A mulher de Obong até cumpriu o desejo do marido. O problema é que familiares pegaram o dinheiro quando o corpo foi exumado neste mês. Pelo jeito, melhor do que tentar comprar a vaga no céu é garantir uma boa vida aqui na Terra mesmo.


Fonte: UOL

Divulgação de resultado do Enem é antecipado...

Os estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016 terão acesso ao resultado final das provas nesta quarta-feira (18). O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) decidiu antecipar a divulgação, prevista para o dia 19. No resultado, os candidatos poderão saber quanto tiraram em cada uma das quatro provas do exame: ciências humanas, ciências da natureza, linguagens e matemática. Também terão acesso à nota da redação, cujo tema foi a intolerância religiosa no Brasil.


Também está agendada para o dia 18 uma coletiva de imprensa, na qual o Ministério da Educação deverá divulgar o calendário e regras do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona estudantes para vagas em universidades públicas com base na nota no Enem.


Teoria da Resposta ao Item
A correção do Enem é feita com base na metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), que não estabelece previamente um valor fixo para cada item. O valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item. Assim, um item que teve grande número de acertos será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. O estudante que acertar uma questão com alto índice de erros, por exemplo, ganhará mais pontos por aquele item.


No final do ano passado, cerca de 6 milhões de candidatos fizeram o Enem em todo o país. As notas da prova podem ser usadas para pleitear vagas no ensino superior público pelo Sisu, bolsas no ensino superior privado pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Além disso, os candidatos com mais de 18 anos podem usar o Enem para receber a certificação do ensino médio.


Fonte: Istoé

Correios vão virar operadora de celular

O Brasil ganhará uma nova operadora de telefonia celular a partir de fevereiro deste ano: os Correios. Sim, a estatal terá uma operadora móvel virtual (MVNO, na sigla em inglês), que mira o público das classes C e D e aposta na alta capilaridade dos serviços da empresa, com 12 mil agências, para alavancar a distribuição.


O plano vem de longa data. O primeiro registro de que os Correios tinham o interesse em tornar-se uma MVNO é de 2014, com a autorização do Ministério das Comunicações para que a empresa começasse a operar desta forma. A proposta é aproveitar a força da marca dos Correios para alcançar 1 milhão de usuários até o fim do ano.


Como MVNO, os Correios não terão infraestrutura própria. A estatal fechou acordo com a empresa EUTV, também conhecida pelo nome fantasia Surf Telecom, para prestação do serviço. Curiosamente, a Surf também é uma MVNO, que usa a infraestrutura da TIM para operar nacionalmente.


Os Correios prometem simplicidade e clareza na forma como prestam seu serviço. Uma pesquisa da empresa diz que a maioria do público não confia nas companhias, e que não vê clareza sobre como seus créditos são gastos. O objetivo é deixar muito claro quantos gigabytes de dados, quantos minutos de chamadas e quantas mensagens SMS estão inclusas no plano contratado. A empresa também aposta em sua marca, vista como uma das instituições mais confiáveis do Brasil ao lado da família e do corpo de Bombeiros, de acordo com Ara Minassian, coordenador do projeto.


A ideia inicialmente é vender apenas planos pré-pagos, e tanto os chips quanto as recargas poderão ser compradas nas agências pelo Brasil. Mais detalhes devem ser revelados em fevereiro, quando ocorrerá o lançamento do serviço.


Fonte: Olhar Digital (Via Mobiletime)

Mais de 2 milhões de pessoas devem passar pelo pente-fino do INSS

Com a retomada do pente-fino do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), mais de 2 milhões de pessoas no total devem passar por novas perícias, informou o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário nesta terça-feira (17).


O objetivo, segundo o governo, é revisar benefícios, como auxílio-doença e aposentadoria por invalidez, e suspender o pagamento a beneficiários em condições de voltar ao trabalho.


A revisão havia sido anunciada em julho, mas a Medida Provisória 739 perdeu a validade em novembro, suspendendo as avaliações. No começo deste mês, o presidente Michel Temer publicou uma nova medida provisória para garantir a revisão.


Quem já fez 60 anos e recebe aposentadoria por invalidez está liberado do pente-fino.


Quantas pessoas serão convocadas?
Ao todo, serão convocadas 840.220 pessoas que recebem auxílio-doença e 1.178.367 de aposentados por invalidez. 


Segundo balanço divulgado pelo governo, até 31 de outubro haviam sido feitas 20.964 perícias. Na maioria dos casos (16.782, ou 80,05%), o pagamento dos benefícios foi suspenso no mesmo dia.


Como as pessoas serão avisadas?
O governo afirma que ninguém precisa correr para a agência do INSS ou telefonar, porque as pessoas estão sendo avisadas sobre a revisão por carta. 


O INSS recomenda atualizar o endereço cadastrado para facilitar a convocação e evitar a suspensão do benefício. Isso pode ser feito pelo telefone 135 ou pela internet, no site da Previdência (http://zip.net/bvtCFV, endereço encurtado e seguro).


Quem não tem endereço definido ou mora em lugares onde os Correios não chegam será convocado por edital publicado em imprensa oficial, segundo o governo.


Foi avisado? Veja o que fazer
Depois de receber o aviso, a pessoa tem cinco dias úteis para agendar a perícia, pelo telefone 135. Se não fizer dentro do prazo, o benefício será suspenso.


Quem perder o prazo e tiver o benefício suspenso deverá ir até uma agência do INSS para agendar a perícia de revisão.


No dia da perícia, a pessoa pode apresentar atestados e exames médicos que tiver, além dos seus documentos.


O resultado da perícia estará disponível no dia seguinte, pelo telefone 135 ou pelo site do INSS (http://zip.net/bwtBKC, endereço encurtado e seguro).


Veja quem será chamado primeiro
Para definir a ordem de chamada para revisão, o governo irá considerar a combinação de diversos fatores, priorizando quem recebe auxílio-doença, depois há quanto tempo o benefício está sendo pago e também a idade do trabalhador. 


1) O governo irá priorizar a revisão de quem recebe auxílio-doença há mais de dois anos;

dentre as pessoas que recebem auxílio-doença, a prioridade será convocar antes quem tem o benefício sem data para acabar, ou quem tem uma incapacidade sem data de comprovação;
a prioridade serão as pessoas que recebem o benefício há mais tempo (por exemplo, primeiro quem recebe há 10 anos, depois quem recebe há 5 anos);
a prioridade serão as pessoas mais jovens e depois as mais velhas (por exemplo, primeiro um trabalhador de 25 anos, depois um de 50 anos);
2) Para quem recebe aposentadoria por invalidez há mais de dois anos;

quem tem mais de 60 anos está dispensado da revisão;
dentre as pessoas com menos de 60 anos que recebem aposentadoria por invalidez, a prioridade será para os mais jovens, depois para os mais velhos (por exemplo, primeiro o aposentado que tem 35 anos, depois o que tem 55 anos);
a prioridade será para as pessoas que recebem o benefício há mais tempo (por exemplo, primeiro quem recebe há 20 anos, depois quem recebe há 10 anos).
Fonte: UOL

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